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TRUPPEL, José Onildo. A Atenção do Condutor de Automóvel e o Uso de Equipamentos Tecnológicos Interativos. Dissertação, 2016.

Trata esta pesquisa documental sobre a atenção do condutor de automóveis e o uso de equipamentos tecnológicos interativos. A legislação brasileira trata, em diferentes facetas, da permissão para que o condutor de automóvel dispense atenção aos equipamentos tecnológicos interativos e, de outra forma, proíbe o uso de outros. Assim, a pesquisa desvenda os tipos de atenção necessários ao desenvolvimento da condução do automóvel e relaciona a forma de acionamento e de visualização dos equipamentos tecnológicos interativos, de sete das quinze montadoras que mais venderam veículos no Brasil em 2014. A partir daí, investiga, nas normas que regem o trânsito brasileiro, em especial o Código de Trânsito Brasileiro, a atenção que o motorista deve dispor para o deslocamento. Isso para identificar se a legislação brasileira permite ao condutor de automóvel dispensar atenção aos equipamentos tecnológicos interativos. O ato de dirigir é uma tarefa complexa, sendo o condutor do veículo um sujeito que recebe uma grande quantidade de informações, seja do ambiente externo, seja do próprio veículo e, ainda, do seu corpo. Isso demonstra que não é interessante acrescentar fontes de “distração” à sua tarefa que não tenham o propósito de auxiliar durante a condução. Constatou-se que parte desses equipamentos tecnológicos interativos apresentam distrativos aos condutores de automóveis, como equipamentos de entretenimentos, com acionamento e ajustes que desviam sua atenção, cujo funcionamento em nada contribui com a ação de dirigir.

Link para download: jose-onildo-truppel

BARBOSA, Rafaela Elaine. Jogando para Transitar Seguro: Uma Experiência de Educação para o Trânsito. Dissertação, 2016.

Esta dissertação tem como objetivo avaliar como os jogos digitais
tornam o processo de aprendizado na escola mais estimulante e atraente
para as crianças. No caso específico, definiu-se como temática a
educação para o trânsito e, para tanto, foi realizada a aplicação e a
análise do jogo Vrum. Justifica-se essas escolhas com base nas
estatísticas que mostram que acidentes matam cerca de 40 mil pessoas
por ano no Brasil e que esta é a primeira causa de morte de crianças na
faixa etária de zero a 14 anos. A escolha do jogo Vrum se deu por ele ter
sido desenvolvido no Brasil, para o ensino fundamental, utilizando
recursos de simulação para ensinar regras de trânsito estabelecidas no
Código de Trânsito Brasileiro. Para alcançar esses objetivos, buscou-se
fundamentação teórica em Renaud e Suissa (1989) que apontam um
conjunto de elementos para reduzir o número de mortes no trânsito:
infraestrutura, leis e educação; Prensky (2001) que trata sobre a
natividade digital; Kapp (2012) mostra a relação entre jogos e
aprendizagem; Jenkins (2008), que considera os jogos como narrativas
transmidiáticas; Rozestraten (1988) e Rizzardo (2003) para entender o
trânsito e suas implicações. Metodologicamente, nos apoiamos em
Denzi e Lincoln (2014) que discutem a pesquisa qualitativa e
interpretativa como ferramenta para entender a realidade; em Martins e
Theophilo (2007) que estabelecem relação entre o número de
participantes e o aproveitamento das observações a partir dos grupos
focais; Lakatos e Marconi (2010) sobre a importância das entrevistas no
processo de pesquisa e, Colli e Hussey (2014) que analisam a distância
entre o pesquisador e seu objeto de estudo. Optou-se por entender a
problemática do trânsito e para identificar experiências similares no
Brasil e no exterior, através de uma revisão sistemática, tendo como
palavras-chave: educação, trânsito e jogos, nas bases de dados Scopus,
Science Direct e Web of Science. A amostra foi definida por
conveniência, visto que foi trabalhoso o processo de encontrar um
colégio que pudesse participar do experimento; o critério para escolha
da escola onde foi feita a aplicação se deu pela necessidade de
equipamentos apropriados, aceitação da experiência e, principalmente
por não ter nenhum módulo sobre educação no trânsito no currículo. A
opção por entrevistas estruturadas, antes e depois da aplicação do jogo, e
a realização de grupo focal (Focal Group) nos permitiu avaliar a
experiência das crianças e seu engajamento e interesse em aprender. A
experiência evidenciou como o jogo estimulou a vontade de aprender
acerca de um assunto de difícil abordagem – principalmente em relação
a leis e comportamentos, e a adequação do jogo como ferramenta de
aprendizagem para uma faixa etária composta basicamente por nativos
digitais. Por fim, concluiu-se que a definição de políticas públicas que
incentivem programas específicos de Educação para o Trânsito – a
exemplo do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à
Violência (PROERD) poderia contribuir para reduzir o número de
mortes de crianças no trânsito, para além da formação de cidadãos mais
conscientes.

 

Link para download: Rafaela Elaine Barbosa

PAULA, Giovani de. Atividade de Inteligência de Segurança Pública: Um Modelo de Conhecimento Aplicável aos Processos Decisórios para a Prevenção e Segurança no Trânsito. Tese, 2013.

Este trabalho teve por objetivo verificar a possibilidade de aplicação da metodologia Commonkads da Engenharia do Conhecimento na Atividade de Inteligência de Segurança Pública, destacando os princípios e diretrizes decisórias aplicáveis à prevenção e segurança no trânsito. A Atividade de Inteligência tem por objetivo a obtenção, análise e disseminação de conhecimentos sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório, a ação governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado. O Brasil possui um Sistema de Inteligência que tem como fundamentos a preservação da soberania nacional, a defesa do Estado Democrático de Direito e a promoção da dignidade da pessoa humana, em cujas ações deve preservar os direitos e garantias individuais e demais dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, bem como os tratados, convenções, acordos e ajustes internacionais. A Atividade de Inteligência contribui na produção de conhecimento voltado para a prevenção e segurança no trânsito. O sistema de inteligência da Espanha voltado para a atividade de trânsito em comparação com o modelo brasileiro apresenta algumas características que permitem um fluxo informacional mais amplo e consistente, em que se destaca a política de coleta, análise e difusão do conhecimento. Os novos modelos e ferramentas e as novas tecnologias da informação e da comunicação impõem, no âmbito da atividade de inteligência, a necessidade de constante atualização, e as perspectivas da inovação e do empreendedorismo são fundamentais para que haja mudanças que permitam a evolução dos processos de construção, produção e gestão da informação e do conhecimento. A Engenharia do Conhecimento permite a construção de variados sistemas de apoio à tomada de decisão com base no desenvolvimento de modelos, utilizando sistemicamente métodos, técnicas e ferramentas que apoiam a gestão do conhecimento e que podem facilitar a atuação profissional e os processos da organização, possibilitando a interatividade entre as organizações, seus colaboradores e a sociedade, aumentando o potencial de prevenção e resolutividade dos problemas voltados à segurança no trânsito. Destaca-se nesta pesquisa o emprego da metodologia Commonkads, que é desenhada para a análise e construção de sistemas baseados em conhecimento (SBC) de forma análoga aos métodos empregados na engenharia de software. O estudo tem um caráter exploratório mediante pesquisa bibliográfica e análise da estrutura da
inteligência de segurança pública no país, dos principais sistemas de informação e de gestão do conhecimento existentes nesse âmbito e das respectivas competências institucionais no que tange à metodologia da produção do conhecimento voltada para a prevenção e segurança no trânsito. Pretende-se apresentar como resultado principal da pesquisa um modelo de conhecimento para os órgãos de inteligência de segurança pública que atuam nas atividades de prevenção e segurança no trânsito com o emprego de técnicas inovadoras de Engenharia do Conhecimento, especificamente da metodologia Commonkads, voltadas para os processos decisórios.

Link para Download: Giovani de Paula