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FORMANSKI, Francieli Naspolini. Aplicabilidade da Gamificação no Contexto Empresarial. Dissertação, 2016.

O rápido avanço tecnológico transforma padrões, originando novos obstáculos. Nesse contexto, a capacidade das empresas em inovar representa uma vantagem competitiva, onde um dos quesitos para que haja inovação é o engajamento dos colaboradores. Ou seja, a gamificação implica ter pessoas empenhadas na realização de suas atividades. Para isso, é preciso estar constantemente motivado e engajado, através de novos modelos de processos. Nesse contexto, a gamificação (que deriva do termo original em inglês gamification), vem sendo utilizada como uma forma de motivação dos colaboradores, abrangidos por esse conceito. A gamificação é apresentada nesta pesquisa como sendo o uso de elementos, técnicas e design de jogos em contextos não-jogo. A mesma tem se tornado um elemento cada vez mais popular em diversos ambientes, no entanto, a aplicação no contexto empresarial ainda é pouco explorada. Sendo assim, entende-se que existe uma lacuna em como de fato a gamificação é implementada nas organizações. Dessa forma, esta dissertação tem como objetivo verificar qual a aplicabilidade da gamificação, no contexto empresarial. Para alcançar este objetivo realizou-se uma jornada científica exploratória empregando as técnicas de revisão bibliométrica, entrevista com especialistas e análise de conteúdo. Verificou-se que a aplicabilidade da gamificação dá-se a partir de um objetivo bem definido, gerando mudanças positivas no processo. A principal mudança gerada, após a aplicação da gamificação, consiste num maior engajamento dos envolvidos no processo gamificado. Para trabalhos futuros, como continuidade a esta pesquisa, propõem-se a realização de uma pesquisa empírica.

 

Link para download: Francieli Naspolini Formanski

CAMACHO, Jhoana Raquel Cordova. Identidad Organizacional: Diagnóstico de la Identidad Organizacional en una Instituición de Educación Superior. Dissertação, 2015.

O presente trabalho tem como foco contribuir para campo da pesquisa na área organizacional e comunicacional, depreendendo sobre os fundamentos teóricos que existem referentes à identidade e alinhamento organizacional dentro das universidades. Apresenta-se uma conceituação de Identidade Organizacional como construto que se desenvolve, desde a sua aparição como conceito com autores clássicos como Aristóteles, até o momento em que foi incluído dentro do campo organizacional. A posição dos autores é revisada para identificar o conceito genérico em que o estudo se baseia e elementos de Identidade Organizacional e suas dimensões são identificados. Diante do conhecimento identificado, verifica-se a importância de aplicar estes elementos nas instituições de ensino superior. A pesquisa classifica-se quanto aos seus objetivos como exploratória e descritiva. Em relação aos procedimentos metodológicos, a investigação é de abordagem qualitativa utilizando o estudo de caso para a empiria. A população entrevistada foi composta por docentes de uma universidade do Equador que participam de pesquisas, extensão e gestão institucional. Os resultados apurados mostram que as questões ligadas à Identidade Organizacional têm como ponto relevante a ponderar a fragilidade da liderança. Diante deste quadro é importante propor uma estratégia de comunicação embasadas nos pontos a fortalecer a liderança. A aplicação do presente estudo é relevante, tanto nos processos de Gestão do Conhecimento, quanto em Mídia do Conhecimento.

 

Link para download: Jhoana Raquel Cordova Camacho

SOUTO-MAIOR, Telmo José. Grupos Criativos em Organizações: A Seleção Brasileira de Futebol Masculino nas Copas do Mundo de 1966 e 1970. Dissertação, 2014.

Esta pesquisa trata do estudo de grupos criativos em organizações no Brasil e busca elementos sobre sua atuação com vistas a um melhor desempenho e melhores resultados econômicos, que possam ser disseminados não só nas organizações, como também servir de referência para outros grupos que pretendam ser criativos. Considerando que o futebol é o principal esporte no Brasil; sendo uma paixão para os brasileiros, que se referem frequentemente ao país como “país do futebol” ou a “pátria de chuteiras”; escolheu-se como grupo criativo a Seleção Brasileira de Futebol, que representa o Brasil em competições internacionais entre países e jogos amistosos. A Seleção Brasileira de Futebol é, atualmente, a maior vencedora da Copa do Mundo FIFA com cinco títulos. O estudo foca a Seleção Brasileira em duas Copas consecutivas: 1966 e 1970, nas quais os grupos que representaram o Brasil tiveram desempenhos diametralmente opostos. O estudo verifica as ligações existentes entre esses dois grupos criativos e busca saber se a organização, que convoca a Seleção, aprendeu com o insucesso e/ou com o sucesso, com vistas a preservar o que deu certo e a evitar a repetição dos erros cometidos. A Seleção de 1966 é lembrada, até hoje, como a Seleção Brasileira que teve o segundo pior desempenho em todas as Copas do Mundo. Por sua vez, depois de quatro anos, a Seleção de 1970 tem sido citada como uma das melhores Seleções Brasileiras de todos os tempos, senão a melhor. No estudo são abordados diversos conceitos, tais como emoção, pensamento divergente, criatividade, grupos criativos, ambiente/clima de trabalho, “master mind”, liderança, organização, planejamento, esquema de jogo e soberba. São apresentados, igualmente, argumentos que mostram a sua aderência com a área de Gestão do Conhecimento do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – PPGEGC e com a linha de pesquisa Teoria e Prática em Gestão do Conhecimento. Inicialmente foi realizada a compilação de dados. Em seguida, foi efetuada a transformação desses dados em informações através da agregação de valor pela contextualização e categorização, significados pela relevância e propósitos, quando então foram elaboradas listagens de categorias e subcategorias relacionadas tanto ao insucesso na Copa de 1966 como ao sucesso na Copa de 1970. Ao final, são apresentados dois quadros como conhecimento resultante de todo o processo: os “Achados da Investigação (“Findings”)” e “Pontos a considerar na análise de grupos criativos”, ou seja, os possíveis conceitos e/ou indicativos relacionados ao desempenho de grupos criativos, o objetivo deste estudo.

 

Link para download: Telmo Souto Maior