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OLIVERIA, Aline Cristina Antoneli de. INOVAÇÃO SOCIAL DIGITAL: MAPAS CONCEITUAIS BASEADOS EM UMA ABORDAGEM INTEGRATIVA. Dissertação, 2018.

Há, atualmente, um grande movimento de empreendedores e inovadores da sociedade civil que está desenvolvendo soluções digitais inspiradoras para os desafios sociais. Convencionou-se denominar de inovações sociais digitais a estas novas soluções habilitadas para as TIC’s, que atendem simultaneamente a uma necessidade social mais efetivamente do que a solução existente, aumentando a capacidade dos cidadãos de agir. Ao perceber o estabelecimento de conceitos referentes à Inovação Social Digital (ISD) e ao realizar buscas iniciais sobre fundamentos que estabelecessem uma relação teórica entre a Inovação Social e a cultura digital, surgiu a necessidade de buscar um referencial que dê suporte teórico à emergente área da ISD. Inserida na área de concentração Mídia e Conhecimento do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC), na linha de Pesquisa Mídia e Disseminação do Conhecimento, a presente pesquisa objetiva, portanto, identificar referenciais teóricos que possibilitem fundamentar pesquisas em ISD, buscando compreender quais são os temas trabalhados nas publicações científicas selecionadas que tratam do assunto. Em uma abordagem integrativa de conceitos, utilizando métodos e ferramentas como revisão integrativa, análise temática e mapa conceitual, a pesquisa apresenta a convergência de temáticas referentes à Inovação Social, Inovação Digital, aspectos e comportamentos da cultura digital, que podem fundamentar teoricamente a Inovação Social Digital. Como resultados, foram estruturados mapas conceituais, que localizaram teoricamente a Inovação Social e as definições sobre Inovação Digital, como sendo termos definidores da Inovação Social Digital. Os referenciais teóricos levantados apresentaram também os aspectos da inteligência coletiva, com os comportamentos da era digital como colaboração, engajamento, cooperação e cocriação, juntamente com a infraestrutura do ciberespaço como local híbrido onde as inovações sociais digitais ocorrem. Por abordar aspectos teóricos referentes à ISD, esta pesquisa poderá contribuir com pesquisas empíricas que tratem de iniciativas sociais digitais no Brasil e no mundo.

 

Link para download: Aline Cristina

LIRA, Cristiane da Silva Coimbra. A TECNOLOGIA DIGITAL COMO FERRAMENTA PARA INOVAÇÃO SOCIAL, NO CONTEXTO DE UMA ORGANIZAÇÃO PARA IMPACTO SOCIAL. Dissertação, 2018.

Os temas relacionados a inovação social e tecnologia digital têm despertado, nas últimas décadas, a atenção de pesquisadores nas mais diversas áreas de conhecimento no Brasil e no mundo. Tais inovações têm como objetivo a busca por alternativas e soluções para questões sociais e ambientais. Esta pesquisa analisa a tecnologia digital como ferramenta para inovação social, no contexto da Social Good Brasil, uma organização localizada na cidade de Florianópolis. Esta é uma organização com iniciativas que apoiam e conectam indivíduos e organizações para o uso da tecnologia contribuir com a solução de problemas da sociedade. Trata-se de um programa atuante no apoio a empreendedores para desenhar e validar ideias que usam tecnologias para impacto social. Para tanto, esta pesquisa caracteriza-se como qualitativa, adotando-se como método o estudo de caso, com coletas dados, documentos e seleção. Na fundamentação teórica buscou-se os pressupostos referentes à inovação social e ao uso da tecnologia digital, como o uso das TIC, redes online e outras ferramentas digitais para apoiar e/ou habilitar a inovação social, cujos objetivos são a promoção da mudança social. Identificou-se as tecnologias utilizadas nas práticas de inovação social na literatura, com uma revisão em bases de dados, para em seguida descrever o uso das tecnologias digitais e verificar as relações de redes de inovação na organização em estudo. Verificou-se uma intensa utilização da tecnologia digital utilizadas para solucionar problemas urgentes da sociedade, como novas mídias e redes de colaboração e disseminação desse conhecimento. Pode-se verificar, ainda, as tecnologias atuais que estão sendo implementadas na SGB para resolução de problemas sociais como: utilização de redes sociais e aplicativos para smartphone (WhatsApp, Facebook. por exemplo), desenvolvimento de hardware e software, realidade virtual, inteligência artificial, big data, criando redes online de pessoas e conhecimento.

Link para download: Cristiane da Silva Coimbra Lira

MASSAD, Daniela de Oliveira. A INFLUÊNCIA DAS COMPETÊNCIAS DO EMPREENDEDOR SOCIAL EM PROJETOS DE INOVAÇÃO SOCIAL. Dissertação, 2017.

A importância das inovações para o aumento da vantagem competitiva de organizações e nações vem sendo destacada por diversos estudiosos e profissionais. Quanto ao aspecto econômico, as inovações podem aumentar os níveis de emprego e renda da população. No entanto, em meio à concepção de inovações exclusivamente para criação de valor econômico surgem as inovações sociais, cujo objetivo principal é resolver problemas sociais. Com a característica principal de alcançar uma missão social, essas inovações podem produzir mudanças significativas nas comunidades em que estão inseridas, compensando as faltas cometidas pelo mercado e as necessidades não atendidas pelas organizações governamentais. As ideias inovadoras partem muitas vezes de empreendedores ou se valem de suas características intrínsecas para implementá-las e alcançar o sucesso. As competências empreendedoras e o papel do empreendedor social são considerados como aspectos importantes no processo de inovação social. Com o objetivo de avaliar a influência das competências do empreendedor social em projetos de inovação social, foi realizada uma pesquisa quantitativa, exploratória e descritiva com empreendedores sociais responsáveis por negócios de impacto social. Os dados foram coletados por meio de um questionário para avaliar a competência empreendedora, elaborado por Colley (1990), validado em diversos outros estudos. Para avaliar a percepção sobre a positividade do impacto dos projetos de inovação social, os empreendedores sociais responderam a uma pergunta específica sobre a inovação social, validada com especialistas da área. Como resultado, evidenciou-se que os empreendedores percebem o impacto positivo dos projetos de inovação social. As competências empreendedoras que se apresentaram mais fortes nos empreendedores que participaram da pesquisa foram o comprometimento, a persistência e a busca de oportunidade e iniciativa. O planejamento e monitoramento sistemático e o estabelecimento de metas exibiram índices baixos entre os entrevistados. A busca de informações, a persuasão e rede de contatos, a característica de correr risco calculados e a exigência de qualidade e eficiência também exibiram resultados satisfatórios em mais da metade dos empreendedores sociais. O modelo estrutural elaborado demonstrou pouca relação das competências empreendedoras com a percepção do impacto positivo dos projetos de inovação social e a regressão linear revelou baixo poder preditivo para relacionar as competências empreendedoras com a inovação social. Entretanto, esta pesquisa empírica contribui para o avanço de estudos na área, pois apresenta um
quadro sobre as competências existentes em um grupo de empreendedores sociais, bem como uma análise da relação das competências com os projetos de inovação social e colabora para a ampliação do conhecimento da inovação social no âmbito acadêmico e no meio social.

Link para download: Daniela de Oliveira Massad

BORGES, Michele Andreia. Dinâmica das Parcerias Intersetoriais em Iniciativas de Inovação Social: da descrição à proposição de diretrizes. Tese, 2017.

A inovação social tem evoluído como um importante mecanismo para responder aos desafios sociais globais e as demandas sociais dos territórios. Uma característica relevante do processo de inovação social é a colaboração entre os múltiplos atores, por intermédio da formação de parcerias intersetoriais, que contempla em sua definição, o Estado, o setor empresarial, o terceiro setor e os indivíduos e comunidades. As parcerias intersetoriais tem propiciado uma forma inovadora de se inter-relacionar e tem proporcionado o desenvolvimento e sustentabilidades das iniciativas de inovação social. A complexidade que envolve essas relações demanda um acompanhamento holístico da dinâmica dessas parcerias. Deste modo, o objetivo desta pesquisa foi descrever a dinâmica das parcerias intersetoriais das iniciativas de inovação social em Portugal. A análise descritiva da dinâmica das parcerias intersetoriais foi conduzida por meio de um estudo com vinte iniciativas caracterizadas como inovação social pelo Mapa de Empreendedorismo e Inovação Social de Portugal e pelo Centro de Inovação Social do Porto/Portugal. Por meio de uma abordagem qualitativa e da estratégia de triangulação das múltiplas fontes de dados (entrevista, documentos e questionário) foi realizada a descrição do ecossistema das parcerias intersetoriais, o envolvimento dos parceiros no processo de inovação social, o processo de identificação e aquisição dos parceiros, o processo de governança e os resultados da relação de parceria. O resultado dessa análise permitiu, entre outras conclusões, inferir que a dinâmica das parcerias é determinada pelos objetivos sociais da iniciativa e pelos objetivos específicos com os parceiros. Apesar das particularidades dos objetivos, inerente a cada iniciativa, a dinâmica das parcerias nos indica que a complementaridade de recursos tangíveis e intangíveis entre as partes envolvidas é um fator crítico de sucesso à iniciativa, que gera benefícios para ambas as partes, evitando sobreposição de papéis. Além disso, a dinâmica das parcerias é regulada pela governança; embora, pode-se constatar que na maioria das iniciativas não há um modelo de governança formalmente institucionalizado na rede. Por fim, a análise da dinâmica junto as iniciativas estudadas, torna evidente a relevância das parcerias
intersetoriais nos impactos sociais das iniciativas. Com base nos resultados da análise empírica e dos fundamentos teóricos, as diretrizes propostas foram determinadas por três macro componentes metafóricos: eixo, hélice e grade. Isto é, o processo de inovação social é o eixo que suporta e faz rodar as “hélices”, que por sua vez, movimentam a dinâmica das parcerias intersetoriais. A compilação da teoria com os resultados empíricos determinou três hélices: I) planejar as parcerias; II) mapear, adquirir e nutrir as parcerias; e III) avaliar os resultados das parcerias e as implicações nos impactos sociais. A governança é a “grade” que projeto o eixo e as hélices, isto é, estabelece as regras e os limites da gestão da rede de parceiros. Para cada um desses componentes foi elaborado e sugerido uma série de diretrizes para apoiar o desenvolvimento das parcerias intersetoriais para iniciativas de inovação social, gerando ao todo, oitenta diretrizes.

Link para download: Michele Andreia Borges

SARTORI, Viviane. InHab-Read – IHR Metodologia de Leitura de Entorno para Habitats de Inovação. Tese, 2017.

Os habitats de inovação são empreendimentos organizados sistematicamente para promover a inovação, propiciando a interação e a integração de diferentes atores. São fenômenos contemporâneos de grande relevância para o desenvolvimento de uma região ou de um país, pois operam com ativos de conhecimento. A implantação de um habitat de inovação implica, diretamente, no desenvolvimento socioeconômico e cultural da comunidade de seu entorno. Estes oferecem condições diferenciadas para desenvolver produtos e processos inovadores, com o propósito de fomentar as dinâmicas econômicas e sociais, locais e regionais, uma vez que tem a capacidade de reunir pessoas, tecnologias, recursos financeiros e conhecimento. A problemática levantada para esta pesquisa trata de como analisar as comunidades do entorno dos habitats de inovação em relação às suas necessidades, potencialidades e expectativas. O lastro teórico para esta tese está construído na intersecção entre os conceitos de habitats de inovação, parques tecnológicos, inovação, inovação social, tríplice e quádrupla hélice. O objetivo é elaborar uma metodologia para leitura e análise identificando, necessidades, potencialidades e expectativas das comunidades do entorno dos habitats de inovação. Esta pesquisa caracteriza-se como exploratória descritiva. Desenvolve-se a partir de uma revisão sistemática para levantar os conceitos básicos e um benchmarking para identificar práticas de leitura de entorno. Com estes elementos propõe-se uma metodologia de leitura de entorno desenvolvida em três fases: elaboração, prototipagem e aplicação. A elaboração constituiu-se em um instrumento online, que foi prototipada no entorno do Orion Parque, na cidade de Lages. A aplicação da metodologia para sua conformação foi feita no entorno do Sapiens Parque, em Florianópolis. Os atores envolvidos nesse processo foram gestores de 8 parques tecnológicos visitados, 10 gestores de organizações internas do Sapiens Parque, 201 gestores de organizações externas e 622 famílias situadas no entorno do Sapiens Parque. O resultado alcançado com este estudo foi a conformação de uma proposta metodológica adaptável para diferentes tipos de habitats de inovação, que possibilita realizar a leitura e a análise do entorno desses empreendimentos, gerando informações que caracterizam o perfil da população local em relação às suas necessidades, potencialidades e expectativas. Com a aplicação da InHab-Read – IHR – Metodologia de leitura de entorno para habitats de inovação é possível orientar políticas e ações conjuntas entre a população do entorno e as organizações internas dos habitats, potencializando a interação entre todos os atores, e ampliando as dimensões dos processos de inovação tecnológica e econômica para a inovação social.

 

Link para download: Viviane Sartori

PRIM, Marcia Aparecida. ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DAS REDES DE COLABORAÇÃO PARA INOVAÇÃO SOCIAL NO CONTEXTO DE INCUBADORAS SOCIAIS. Dissertação, 2017.

A inovação social busca soluções para os problemas sociais de forma a promover mudanças benéficas a um coletivo. Ela é expandida por meio de processos colaborativos, envolvendo atores de diversas áreas que se conectam em redes, na busca de melhores soluções para satisfazer as necessidades da sociedade. O objetivo da presente pesquisa é identificar os elementos constitutivos das redes de colaboração para inovação social, no contexto das incubadoras sociais. Para isso foi realizada uma pesquisa qualitativa e descritiva, do tipo estudo de caso, em uma incubadora social. Os dados foram coletados através da análise documental e entrevistas semiestruturadas. Como resultado, ao se comparar os elementos que constituem as redes de colaboração encontrada na literatura e no estudo de caso, observou-se que os mesmos apresentam grandes semelhanças. Os elementos constitutivos das redes de colaboração são: os parceiros, a colaboração, a autogestão, os recursos, a aprendizagem e a sustentabilidade. Esta pesquisa evidencia o papel do empoderamento como um resultado da formação da rede de colaboração e apresenta também os facilitadores e as barreiras a essa formação, com destaque a forma de gestão e a liderança compartilhada. Esta dissertação contribui para a academia, a partir do momento que aproxima o saber acadêmico do saber popular, por meio de uma pesquisa empírica. Contribui com a prática da gestão do conhecimento em organizações, visto que apresenta os elementos constitutivos das redes de colaboração, para construção coletiva do conhecimento.

 

Link do Download: Marcia A. Prim

PEPULIM, Maria Elizabeth Horn. DIRETRIZES PARA O GERENCIAMENTO DAS BARREIRAS CULTURAIS À EFETIVAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS. Tese, 2017

A proposta do presente estudo foi contribuir com o gerenciamento das barreiras culturais à efetivação da gestão do conhecimento nas organizações públicas. Partindo do pressuposto que definir diretrizes de gerenciamento destinadas a essas barreiras, em conjunto com os seus usuários, pode ajudar a dirimi-las e, por conseguinte, auxiliar a efetivação da gestão do conhecimento neste tipo de organização, a ideia foi compor um conjunto de diretrizes de gerenciamento para esse fim, dessa maneira. A premissa que induziu a essa temática foi que a diversidade cultural, oriunda da singularidade de cada um dos atores das organizações, em convívio, pode originar barreiras culturais a vários processos, entre eles à efetivação da gestão do conhecimento. Para verificar a relevância e a juventude dessa proposição foram realizadas: uma revisão de literatura, pesquisas bibliográficas e uma pesquisa de campo, usando o método Observador Participante apoiado por entrevistas, reuniões informais, que abrangeram cento e oito servidores da organização pública eleita para essa pesquisa, e por uma ferramenta informática que foi constituída em conjunto com o corpo técnico da organização. No processo de definição das diretrizes do conjunto inicial, à efetivação da GC, foram usadas algumas técnicas inclusivas, colaborativas e centradas no usuário, conjunto de características identificadas como recurso para torná-las mais permeáveis à organização. Constatada essa permeabilidade foram definidas as diretrizes do conjunto final, da mesma maneira mas, desta vez, destinadas especificamente ao gerenciamento das barreiras culturais à efetivação da GC nas organizações públicas. Para validá-las foi utilizado o método Delphi com a participação de sete especialistas. Entre os resultados obtidos, no presente estudo, encontram-se: um conjunto com doze diretrizes destinadas ao gerenciamento das barreiras culturais à efetivação da GC nas organizações públicas, que representam uma inovação social no contexto organizacional deste tipo de organização; a assertiva que problemas relacionados com a compreensão de proposições, com o acolhimento delas, com a capacidade de entender e de se adaptar a mudanças, problemas de comunicação, de relacionamento etc., provenientes da diversidade cultural dos integrantes de uma organização, que impedem ou possam vir a impedir, em alguma instância, qualquer tipo de integração e de colaboração esperada “em”, “por” e “de” uma equipe, são considerados e podem ser nomeados como barreiras culturais; a constatação de que para transpor as barreiras supracitadas e para que os servidores públicos trabalhem em grupo, independente das suas diferenças culturais, a abordagem deve ser top-down no que tange ao princípio organizacional que determina um ambiente para que isso aconteça, inclusiva no que diz respeito à equipe, humana no que diz respeito à comunidade que compõe a organização e colaborativa no que diz respeito ao trabalho a ser realizado.

 

Download do link: Maria Elizabeth Horn Pepulim

JULIANI, Douglas Paulesky. Framework da Cultura Organizacional nas Universidades para a Inovação Social. Tese, 2015.

A ideia de inovação voltada exclusivamente para atender à competitividade do mercado tem perdido importância frente a uma outra que visa e gera mudança social: a inovação social. Esta inovação busca a resolução de problemas sociais e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. O levantamento do estado da arte realizado revela a atualidade, o amplo interesse em âmbito internacional e a carência de pesquisas sobre o tema no Brasil. Ademais, evidencia-se o fundamental papel da universidade na promoção de inovações sociais, bem como a fragilidade de estudos que investiguem a sua atuação em prol de tais inovações, em especial, que examinem aspectos da cultura organizacional destas complexas instituições que contribuem para o fenômeno. O objetivo deste trabalho é, portanto, desenvolver um framework conceitual para potencializar a inovação social nas universidades sob o enfoque da cultura organizacional. A fim de se atingir este objetivo, realizaram-se três grupos focais. As interações e a diversidade dos participantes geraram novas concepções e ideias que serviram como insumos para a elaboração do framework conceitual. De modo iterativo e evolutivo, confrontando a teoria em cada grupo focal realizado, elucidaram-se o conceito, os elementos determinantes da cultura organizacional para a inovação social e como ela pode ser trabalhada para favorecer o desenvolvimento de inovações sociais nas universidades.

 

Link para download: Douglas Paulesky Juliani