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ALMEIDA, Thábata Clezar de. O COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO EM PORTAIS DE E-PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA. Dissertação, 2017.

Esta dissertação compara o compartilhamento do conhecimento de portais de e-participação governamentais e não governamentais, partindo-se da hipótese de que é possível, desde que com base em um checklist de critérios, modelados com base nas etapas do processo do conhecimento. A justificativa para um estudo comparativo como esse se dá em razão da escassez de pesquisas sobre o tema, malgrado a Cartilha Nacional de Governança Digital ressalte a importância de seu estudo, inclusive sugerindo métricas. Assim, observar como se dá o compartilhamento do conhecimento pode apontar no que é possível aprimorar os modelos de eparticipação governamentais e estreitar a relação entre Estado e cidadão. Para alcançar os objetivos traçados, a metodologia dividiu-se em sete etapas. Como principais resultados encontrados, pode-se mencionar, de início, que a aprovação de projetos de lei sobre a e-participação, em tramitação na Câmara dos Deputados, pode influenciar significativamente no aumento de participações em modelos governamentais, ao permitir projetos de lei de iniciativa popular pela internet, reconhecendo a eparticipação como um serviço público e aumentando os investimentos na democracia eletrônica, na transparência e na disponibilidade. Ademais, a ausência de glossários em todos os portais também foi constatada, asseverando a exclusão digital e prejudicando a qualidade do debate. Por fim, observou-se que todos os modelos precisam adaptar a sua interatividade e publicidade em redes sociais mais usadas por Young Millennials, se quiserem sustentar e até mesmo ampliar as participações.

 

Link para download: Thabata Clezar de Almeida

SILVA, Edson Rosa Gomes. Arquitetura de Conhecimento para Eparticipação: Superando o Problema da Agência com a Engenharia do Conhecimento. tese, 2016.

A Teoria da Agência estuda a relação entre o administrador e o
proprietário do meio de produção. Pela teoria, o comportamento do
administrador pode não estar totalmente alinhado aos interesses da
organização. A teoria aponta para necessidade do monitoramento das
ações desenvolvidas pelo administrador (Agente) para não prejudicar os
interesses do proprietário (Principal). O estudo partiu da governança
corporativa na esfera privada, mas a teoria foi gradativamente
incorporada na análise das instituições públicas. A resolução dos
problemas evidenciados pela teoria refere-se ao alinhamento de
interesses, à transparência das ações e à Accountability, para aprimorar o
controle social. O governo eletrônico, empregando TICs, pode vencer as
barreiras encontradas pela sociedade no processo de participação
eletrônica, criando canais de interação entre cidadãos e governo.
Entretanto, apenas formalização de canais não possibilita participar
efetivamente das ações propostas pelos gestores públicos. Este trabalho
estruturou uma arquitetura de conhecimento que guia a efetivação da eparticipação
nos órgãos públicos. Essa foi amparada pela engenharia do
conhecimento (EC), pois a metodologia adequada e as técnicas ajudarão
no recebimento, tratamento e conversão da informação em
conhecimento para auxiliar a tomada de decisão do gestor público. A
arquitetura de conhecimento para e-participação procurou mitigar os
problemas da agência na esfera pública, possibilitando aos cidadãos
monitorar as ações desenvolvidas, por meio das TICs e amparada pela
EC. Sua verificação foi por aplicação na segurança pública, nos
Conselhos Comunitários de Segurança. Os estágios para aplicação são
apresentados desde o encaminhamento das demandas, passando por
explicitação das necessidades da comunidade até resolutibilidade pelas
ações do gestor público, possibilitando acompanhar a resolução dos
problemas levantados na localidade. Foi empregado o método sistêmico,
para estruturar a argumentação e auxiliar na identificação das interrelações
nos processos de aquisição e explicitação do conhecimento. A
estruturação da arquitetura foi organizada para identificar os atores, os
processos, os conhecimentos e as interações, visando à transparência nas
demandas e ao acompanhamento de resoluções dos problemas pelos eparticipantes
nas comunidades.

 

Link para download: Edson Rosa Gomes da Silva

MEZZAROBA, Mariana Pessini. Requisitos para a Avaliação de Portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário a partir das Resoluções de Metas do CNJ. Dissertação, 2015.

A informação e o conhecimento têm se tornado fatores importantes dentro da sociedade que está cada dia mais complexa. Dessa forma, tanto governo, como cidadãos buscam se atualizar utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) como um instrumento para o acesso à informação, à justiça e a outros bens tangíveis e intangíveis. Neste contexto surge o Governo Eletrônico que é uma forma de desburocratizar os serviços públicos realizados pelas instituições e órgãos governamentais utilizando a tecnologia. Porém, ainda há muitas lacunas na oferta de informações e serviços no que diz respeito à sua disponibilização em meio eletrônico, como em portais na Internet. A presente pesquisa tem por objetivo levantar requisitos para avaliação de portais de Governo Eletrônico no Poder Judiciário, baseando-se no fato de que muitas pesquisas nessa área estão voltadas somente aos Poderes Executivo e Legislativo. A definição de requisitos para o Poder Judiciário vem ao encontro de uma lacuna encontrada através de uma revisão sistemática da literatura. A modelagem dos requisitos se dá através da elaboração de Mapas Conceituais para a representação do conhecimento das Metas e Resoluções do Conselho Nacional Justiça (CNJ) condizentes como o foco desta pesquisa. Após o levantamento dos requisitos, que são interligados com os Estágios evolutivos de Governo Eletrônico, foi desenvolvido um instrumento de avaliação e a aplicação foi realizada nos portais dos Tribunais de Justiça Estaduais, que soma 26 estados mais o Distrito Federal. A modelagem dos requisitos e a posterior transformação em instrumento para avaliação se mostrou satisfatória perante o objetivo da pesquisa podendo-se concluir que mais de 30% dos portais analisados apresentava lacunas no estágio evolutivo Informacional de Governo Eletrônico, o mais primordial dos estágios.

Link para download: Mariana Pessini Mezzaroba

COSTA, Luciano Antonio. Sistema de Conhecimento para Apoio e Gestão de Recursos de Programas de Governo em Municípios. Dissertação, 2013.

Os investimentos previstos em programas do Governo Federal são fontes importantes de recursos para o município realizar novas obras e melhorias, porém para que o benefício ao cidadão se materialize são necessárias várias etapas desde a formulação e envio da proposta, passando pela seleção, análise, homologação, autorização, execução, medição, até o pagamento e a prestação de contas. Há dificuldades durante todo o processo, como o desconhecimento do programa, a falta de capacitação e a alternância de gestores e técnicos durante a execução. Esta dissertação busca, através da abordagem da Teoria Geral de Sistemas, propor uma plataforma de governo eletrônico que apoie o município na obtenção e aplicação dos recursos provenientes de um programa do Governo Federal. A discussão apresenta uma visão sistêmica da plataforma, buscando o entendimento das relações que permeiam o ambiente e suas contribuições para a construção da democracia. Após a análise sistêmica, um protótipo da plataforma foi construído e verificado para demonstrar a aplicação. Os resultados obtidos indicaram que a proposta pode permitir a manutenção e disseminação do conhecimento necessário para o município.

Link para Download: Luciano Antonio Costa

FERREIRA, Marcus Vinicius A. da Silva. Framework com as Contribuições da Convergência Digital Possibilitada pela Utilização das Tecnologias Interativas da TV Digital, Associadas ao Uso dos Dispositivos Móveis Digitais, para a Evolução do Modelo Brasileiro de Governo Eletrônico. Tese, 2013.

Esta pesquisa tem como foco a concepção de um framework com as contribuições da convergência digital possibilitada pelas tecnologias interativas da TV Digital, associadas ao uso dos dispositivos móveis digitais, para a evolução do modelo de governo eletrônico no Brasil. A pesquisa utiliza como referência a validação do pressuposto do papel viabilizador desta convergência digital funcionando como canal adicional de prestação de serviços eletrônicos através da internet e da inclusão digital, como também do pressuposto do papel transformador do uso dessas tecnologias nos processos de interação e participação cidadã com os governos. A tese foi baseada em uma pesquisa bibliográfica cujo levantamento está descrito na fundamentação teórica, complementada por pesquisa de campo do modelo do governo eletrônico da Espanha, que já contempla a inclusão das tecnologias de interatividade presentes na TV Digital e nos dispositivos móveis digitais em seus modelos e aplicações de e-Gov. O framework evolutivo proposto nesta tese, com os seus respectivos artefatos relacionados, busca enfrentar os desafios colocados aos modelos mundiais de e-Gov, notadamente ao caso brasileiro. Entre os principais desafios identificados na tese e considerados no framework proposto estão: o incremento do uso das novas tecnologias, o incentivo ao aumento da demanda do uso do e-Gov por parte dos usuários, a reusabilidade de dados e informações, o incremento do uso do registro único eletrônico e da assinatura digital pelos cidadãos, a ampliação da participação cidadã e democrática pelos cidadãos, a redução dos custos da administração pública, a integração das ações pelos órgãos públicos e a expansão do governo aberto.

Link para Download: Marcus Vinícius A. da Silva Ferreira

CARVALHO, Marisa Araújo. Framework Conceitual para Ambiente Virtual Colaborativo das Comunidades Virtuais de Prática nas Universidades no Contexto de e-Gov. Tese, 2013.

A evolução da mídia Internet tem favorecido a reunião de pessoas com interesses comuns na aprendizagem situada e coletiva, facilitando a formação, comunicação e colaboração entre as Comunidades Virtuais de Prática (VCoPs) por meio da interface digital interativa. As VCoPs tornam-se mais visíveis a partir do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), tais recursos disponibilizados pela mídia Internet ampliam a condição da Rede no contexto das aplicações de Governo Eletrônico (e-Gov), especificamente as Universidades. Ressalta-se que a Rede promovem as tecnologias colaborativas e, por conseguinte formas de comunicação adequadas ao perfil e conhecimento específico das VCoPs. O Ambiente Virtual Colaborativo é chamado de espaço Ba onde se estabelece as interações e a criação, organização, aquisição, disseminação, acesso, compartilhamento do conhecimento novo, por conseguinte, as melhores práticas colaborativas das VCoPs. Entretanto, pouco se investiga como formalizar e representar os processos estruturantes- formação, comunicação e colaboração- das VCoPs nas Universidades e sua contribuição efetiva na interação com o Governo. Esta Tese tem como objetivo propor um framework conceitual do Ambiente Virtual Colaborativo para formalizar  e representar os processos estruturantes das VCoPs, e assim especificar uma metodologia projetual da interface digital interativa, na promoção do acesso e compartilhamento do conhecimento entre as VCoPs as Universidades. As abordagens utilizadas nesta pesquisa são Interação Humano-Computador (IHC) e Design Centrado no Usuário (DCU) e apóia-se na convergência interdisciplinar de vários modelos teóricos das VCoPs, Colaboração 2.0, Comunicação em Rede e Criação do Conhecimento, expandindo assim a Teoria da Cognição Situada. Respondendo questões referentes aos aspectos comunidade, ambiente e conhecimento como conceitos-chave gerados a partir da inter-relação e integração conceitual destes modelos. O entendimento destes aspectos contribuiu para elaborar e verificar os requisitos-orientações que dão suporte à metodologia projetual na concepção da interface digital interativa. Para isso apresenta-se as telas da interface digital do Ambiente Virtual Colaborativo.

Link para Download: Marisa Araújo Carvalho

MESQUITA, D. S. C. T. UM ESTUDO TEÓRICO SOBRE A GESTÃO DO CONHECIMENTO E A INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL: apresentação dos casos Rede Piá e Navegapará como exemplos de aplicação. Dissertação, 2011.

O presente trabalho objetiva analisar como os programas de inclusão digital Rede Piá e Navegapará contribuem para que a socialização da informação seja uma realidade nas práticas e tecnologias da gestão do conhecimento, proporcionando uma análise teórica acerca dos benefícios gerados por esses programas e estabelecendo uma relação sistêmica com a gestão do conhecimento a partir da socialização de informação. A metodologia utilizada no estudo se caracterizou como uma pesquisa de caráter descritiva exploratória do tipo bibliográfica, com o levantamento de teorias que servem de base para responder à problemática do estudo. Os programas Rede Piá e Navegapará possuem a mesma finalidade, porém com dimensões distintas, pois enquanto um é voltado apenas para a inclusão digital em escolas públicas, o outro facilita o acesso à informação no denominado governo eletrônico. Assim, percebe-se a contribuição de ambos nas regiões onde estão sendo executados.

Link para Download: Denise do Socorro Costa Tavares Mesquita

SANTOS, Paloma Maria. Modelagem de processos para disseminação de conhecimento em governo eletrônico via TV Digital. Dissertação, 2011.

As atuais aplicações de governo eletrônico limitam-se à internet. Com o advento da TV Digital, surge a oportunidade de ampliar este cenário por meio da utilização dos recursos proporcionados por essa nova tecnologia. O estudo da modelagem de processos para a disseminação de conhecimento em governo eletrônico via TV Digital decorre principalmente do caráter inovador proposto por essa tecnologia e da carência de conteúdos e serviços interativos oferecidos para o cidadão no contexto atual. A presente pesquisa, de caráter aplicado e exploratório, parte de uma revisão bibliográfica e busca determinar como disseminar o conhecimento em governo eletrônico, intrínseco aos processos de disponibilização de conteúdos e serviços, tendo em vista o sistema brasileiro de TV Digital. A partir do levantamento e classificação das aplicações de governo eletrônico disponíveis nos modelos norte-americano, europeu e japonês, propõe-se como contribuição a modelagem de quatro macroprocessos de negócios, considerando serviços informativos, interativos, transacionais e colaborativos, visando a elicitar o conhecimento e contribuir para o futuro desenvolvimento de aplicações para a TV Digital.

Link para download: Paloma Maria Santos

OLIVEIRA, Thiago P. S. de. Sistemas Baseados em Conhecimento e Ferramentas Colaborativas para a Gestão Pública: Uma Proposta ao Planejamento Público Local. Dissertação, 2009.

Esta dissertação remete à área das ciências econômicas, por abordar conceitos relacionados ao planejamento público local e à área de engenharia, por abordar conceitos relacionados a sistemas inteligentes, com foco na representação do conhecimento do cidadão. Em primeira instância, aborda-se o conceito de planejamento público local, os instrumentos de planejamento público previstos pela Constituição Brasileira e as metodologias identificadas na literatura. Posteriormente são apresentadas as vantagens e limitações deste instrumento de planejamento. Em segunda instância, faz-se um panorama geral sobre o governo eletrônico, abordando conceitos e objetivos, além de apresentar informações sobre o uso de computadores e internet pelos cidadãos brasileiros, com base em pesquisa realizada no ano de 2007. Também aborda-se conceitos relacionados à democracia eletrônica, que é vista como futuro do governo eletrônico, além de descrever os projetos já realizados, identificando as principais vantagens e limitações referentes à participação da população através da internet. Embora o planejamento público local permita maior participação do cidadão na tomada de decisão, em razão da sua proximidade com o gestor público local, evidencia-se a baixa participação nesses processos em razão da necessidade de presença física, com local e hora pré-determinados. Da mesma forma, a literatura evidencia que o uso de tecnologias permite ao cidadão colaborar através de sistemas online em processos de participação popular. Porém, a participação através desses sistemas também possui alguns limitantes, tal como a falta de organização e estrutura das informações. Por essa razão, esta dissertação buscou identificar sistemas e ferramentas online capazes de auxiliar na interação entre o gestor público e o cidadão, além de permitir a organização e o tratamento do conhecimento do cidadão, fornecendo relatórios e gráficos capazes de auxiliar o gestor a identificar as principais demandas da população e, com isso, permitindo a elaboração de planos mais eficazes. A pesquisa identificou serviços WEB 2.0, portais colaborativos e um sistema baseado em conhecimento que possuem os requisitos necessários a uma plataforma de apoio a elaboração do planejamento público local. Por envolver sistemas baseados em conhecimento, também propõe-se o uso de nove domínios de conhecimento, além do monitoramento de quarenta e oito fontes de informação relevantes aos domínios propostos. Este trabalho também buscou propor estratégias para divulgação da plataforma, bem como os resultados e riscos esperados, haja vista que não basta propor uma tecnologia capaz de auxiliar na interação entre o gestor público e o cidadão, pois ela precisa ser utilizada por esses dois atores para apresentar os resultados esperados.

Link para download: Thiago Oliveira

SILVA, Edson R. G. Governo Eletrônico na Segurança Pública: Construção de um Sistema Nacional de Conhecimento. Dissertação, 2009.

Esta dissertação se preocupa em propor ao gestor público um modelo tecnológico de gestão do conhecimento com adoção de tecnologias da informação e comunicação para subsidiar a tomada de decisão frente ao problema da criminalidade. Para sustentar este modelo, se apresenta uma construção que perpassa por várias teorias relacionadas a algumas áreas do conhecimento desenvolvidas ao longo dos séculos. Verifica-se, ao longo do estudo, como as pessoas processam suas intenções e as transformam em ações, de forma a tomar a decisão mais acertada frente a determinado problema. O intuito aqui destacado é baseado nas premissas da sociedade do conhecimento, que presa pela gestão eficiente do conhecimento nas organizações, podendo estas organizações serem públicas ou privadas. Procura-se, aqui, traçar as diretivas para incorporação dos conceitos da engenharia do conhecimento (EG) na esfera pública. Isto, absorvendo da EG seus métodos e técnicas para formulação de sistemas baseados em conhecimento. Esta formulação deve, contudo, ter suporte de engenheiros do conhecimento, das metodologias de extração e explicitação do conhecimento e da observação dos processos intensivos em conhecimento para mitigar possíveis erros, tendo como plano de fundo o governo eletrônico, que é a fonte para estruturação consciente dos sistemas de conhecimento para a esfera pública federal, estadual e municipal. Esta dissertação ressalta a importância de sistemas de conhecimento como forma de assistir as autoridades na formulação de políticas públicas. O foco de aplicação deste trabalho é a segurança pública, e a solução proposta é a estruturação do Sistema Nacional de onhecimento para Segurança Pública (SNCSP). O SNCSP utilizará as Bases de Conhecimento com as funcionalidades retiradas das técnicas de engenharia do conhecimento com o propósito de subsidiar os agentes públicos na tomada de decisão, dentro de uma gestão compartimentada e autônoma do conhecimento organizacional. Tendo como atributo a interoperabilidade dos sistemas dos órgãos públicos e a integração das informações em várias escalas de governo, as bases de conhecimento desenvolvidas nos níveis federal, estadual, setorial e municipal vão produzir conhecimento para os níveis estratégico, tático e operacional das instituições. Isto visando gerar prognósticos, diagnósticos e projeção de cenários para auxiliar na prevenção, no controle e no combate da criminalidade. Dispondo, assim, dos meios necessários para construção de uma sociedade mais justa, dentro de um estado democrático de direito.

Link para download: Edson Rosa Gomes