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ZISSOU, Alex de Jesus. Modelo Cooperativo para Sistema de Gestão do Conhecimento. Dissertação, 2007.

Este trabalho apresenta um modelo de portal do conhecimento que tem como objetivo principal gerar conhecimento ao incentivar a colaboração e cooperação entre profissionais de diversas áreas. Descrevem-se estratégias para transformar em novo conhecimento o que antes eram conhecimentos tácitos dos colaboradores especialistas em dado assunto e assim solucionar dificuldades encontradas pelos demais usuários colaboradores cadastrados no portal. O exemplo de aplicação apresentado foi realizado com profissionais da área de informática; entretanto o modelo apresentado pode ser aplicado a qualquer área do conhecimento. Por se tratar de modelo cooperativo que suporta a explicitação, combinação, socialização e internalização do conhecimento, será possível aos usuários a troca de experiências e soluções para problemas recorrentes auxiliando assim, a tomada de decisão.

Link para Download: Alex de Jesus Zissou

AMBROSI, Sergio Francisco. A gestão do conhecimento nas audiências públicas regionais no Estado de Santa Catarina como processo de planejamento participativo na elaboração do plano plurianual 2004-2007. Dissertação, 2007.

O presente trabalho de Dissertação de Mestrado sistematiza o processo de planejamento participativo na realização de 29 Audiências Públicas Regionais no Estado de Santa Catarina, levantando as prioridades elencadas pela sociedade, por área de investimento, para inclusão no PPA 2004-2007 e LOA 2004, bem como a execução orçamentária dessas ações no período de 01 de janeiro/2005 a 30 de junho/2007, divulgando no site da Coordenadoria do Orçamento Estadual da Assembléia Legislativa. O delineamento metodológico utilizado nesta pesquisa é baseado na observação participante natural, uma vez que o autor pertence ao grupo de trabalho estudado. Utiliza-se a abordagem qualitativa para sistematizar, evidenciar, compreender e descrever o processo e a pesquisa documental da legislação federal e estadual pertinente, como também o referencial bibliográfico para fundamentar o planejamento orçamentário no Brasil e em Santa Catarina, apresentando conceitos e práticas de gestão do conhecimento na administração pública. Como resultado desta pesquisa interpreta-se a relevância da sistematização e divulgação desse processo para democratização do planejamento orçamentário e para a gestão do conhecimento entre os atores envolvidos, os agentes públicos e a sociedade organizada. As Audiências Públicas Regionais com o objetivo de priorizar propostas da sociedade para subsidiar a elaboração do Plano Plurianual (PPA) e da Lei Orçamentária Anual (LOA), no Estado de Santa Catarina, estão previstas nos artigos 47 e 120 da Constituição Estadual de 1989 e na Lei Complementar n° 157/97. Com base nessas prerrogativas constitucionais, a Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina, através da Comissão de Finanças e Tributação, em conjunto com o Governo do Estado, realizou 29 Audiências Públicas Regionais no período de 21/07 a 08/08/2003, envolvendo Prefeitos, Presidentes de Câmaras, Vereadores, e demais segmentos representativos da sociedade, abrangendo 293 municípios, para debater com a sociedade catarinense quais as demandas prioritárias de cada região para serem inseridas no planejamento orçamentário do Estado de Santa Catarina, correspondente ao PPA 2004-2007 e a LOA 2004. Os orçamentos públicos e os métodos que visam o seu planejamento, são instrumentos de muita complexidade de entendimento pela maioria da sociedade. Mesmo os Parlamentares e suas assessorias têm dificuldade de compreender o seu conteúdo, a metodologia de apresentação de emendas ao orçamento e o processo de planejamento para a realização das Audiências Públicas Regionais (APR’s) visando subsidiar a elaboração da peça orçamentária referente ao PPA e a LOA. A cada quatro anos, período em que são realizadas as Audiências Públicas para o PPA, ocorre alteração nos Poderes  Legislativos Federal, Estadual e Municipal, quando novos parlamentares são eleitos, e a falta de uma metodologia que sistematize e divulgue as várias etapas desse processo, dá menos dinamicidade, agilidade, eficiência e transparência aos trabalhos dos atores envolvidos, dificultando o entendimento e aprendizado desses novos políticos e suas assessorias, uma vez que muitos deles terão pela primeira vez um contato mais próximo com a legislação e com o processo pertinente ao planejamento orçamentário.

Link para download: Sérgio Francisco Ambrosi

DALFOVO, Oscar. Modelo de Integração de um Sistema de Inteligência Competitiva com um Sistema de Gestão da Informação e de Conhecimento. Tese, 2007.

A Inteligência Competitiva e os Sistemas de Informação isoladamente tornaram-se uma atividade fundamental para a sobrevivência das organizações neste mercado competitivo. A integração destas atividades possibilita uma mudança de mentalidade nas organizações que passam tratar como fator de vantagem competitiva, tanto as informações estruturadas quanto as não estruturadas. O presente trabalho apresenta a concepção de um modelo em Gestão da Inteligência Competitiva integrada com Sistemas de Informação (GICSI). A concepção do modelo GICSI fundamentou-se em revisão bibliográfica, como estado-da-arte, acrescido de um estudo de campo estatístico descritivo e dedutivo, que apontou os requisitos básicos do modelo. O modelo proposto apresenta as fases e etapas que deve ser seguido, apresentando os resultados na integração entre inteligência competitiva com sistemas de informação, com isso, visando auxiliar a organização na tomada de decisão. A importância de um planejamento que incluam todos os componentes dos Sistemas de Informação integrando-se com Inteligência Competitiva é fundamental neste enfoque, pois trata de uma visão sistêmica desde as bases mais operacionais até chegar a um ambiente mais estratégico, o que possibilita uma estrutura suficiente para assumir o desafio de realizar a gestão do conhecimento dentro de uma organização. Adicionalmente, para validação e viabilização deste modelo, se fez necessário, especificar, implementar e aplicá-lo em uma área experimental, para isso escolheram-se algumas áreas e empresas na Regional do Vale do Itajaí-SC. A escolha destas áreas foi por serem conceituadas nesta região e estarem dentro do Arranjo Produtivo Local (APL). Como resultado, na concepção deste modelo, demonstrou-se a viabilidade na integração entre inteligência competitiva e sistemas de informação, com o objetivo de auxiliar as organizações na tomada de decisão. Através da aplicação deste modelo, conseguiu-se também alcançar outros resultados, mais voltados na integração dos sistemas de informação utilizando-se de Tecnologia da Informação e Comunicação, Business Intelligence, Raciocínio Baseado em Casos, Data Warehouse, Enterprise Resource Planning e outros, como inteligência competitiva nas organizações.

Link para download: Oscar Dalfovo

LASPISA, David Frederick. A Influência do Conhecimento Individual na Memória Organizacional: Estudo de Caso em um Call Center. Dissertação, 2007.

Com o advento de uma economia baseada em conhecimento, os trabalhadores passam a ter maior liberdade e mobilidade tornando-se os próprios donos do novo capital. Nessa nova realidade, o tempo médio que um trabalhador do conhecimento fica em um emprego está diminuindo e, consequentemente, a taxa de rotatividade em vários setores está se elevando. Desse modo, o desafio para as organizações é maximizar o tempo que esses trabalhadores do conhecimento permanecem em suas organizações, sendo este, um dos desígnios da gestão do conhecimento. A gestão do conhecimento busca aproveitar o conhecimento dos funcionários e da própria organização enquanto ela realiza negócios, produz produtos, utiliza e cria seus processos e inova novos produtos e serviços. Um aspecto relevante da gestão do conhecimento é que a mesma amplia as possibilidades da organização, uma vez que se pode utilizar a memória da mesma, a qual tem por finalidade melhorar o desempenho organizacional através do gerenciamento eficaz do conhecimento, não sendo somente um arquivo de informações, mas principalmente uma ferramenta para gerenciar seus ativos intelectuais. Assim, a memória organizacional deve ser utilizada para compartilhar o conhecimento dos membros e da organização, a fim de executar as tarefas no tempo certo e com base nas experiências dos seus trabalhadores e da organização. Nesse contexto, a presente pesquisa tem como objetivo verificar a influência dos conhecimentos individuais na memória organizacional do call center da Celesc, a partir da percepção de seus operadores. Para tanto foram aplicados questionários com foco nas oportunidades individuais que os funcionários possuem para efetuar mudanças nos componentes da memória organizacional. A análise dos resultados permitiu afirmar que os entrevistados acreditam que os seus conhecimentos são compartilhados com os colegas; que suas experiências são capturadas ou registradas de alguma forma pela empresa; que possuem oportunidades de alterar, atualizar ou melhorar os componentes da memória organizacional; bem como, na respectiva empresa existe uma cultura que incentiva o compartilhamento do conhecimento. Finalmente, pode-se afirmar que a pesquisa mostrou que uma alta taxa de rotatividade pode ter influências nos componentes da memória organizacional.

Link para Download: David Laspisa

COSTA, Filipe Corrêa da. Centro Nacional de Gestão de Bionegócios – CENABIO: uma estrutura de fomento para biocombutíveis. Dissertação, 2006.

O presente trabalho pretende descrever o modelo de desenvolvimento do Centro Nacional de Gestão de Bionegócios – CENABIO voltado para o fomento da cadeia de biocombustíveis. Essa estrutura é alimentada por um software, um Portal na Internet e um escritório físico. O software é o Sistema Inteligente para Organização e Recuperação do Conhecimento em Bionegócios – SISBIO. Desenvolvido com técnicas de Inteligência Artificial e Engenharia do Conhecimento e Ontologias, o sistema é um software capaz de recuperar, processar e armazenar informações para identificar oportunidades para realização de potenciais bionegócios na área de biocombustíveis. No sentido de fomentá-los, propõe-se ainda a concepção de um portal na Internet como forma de disponibilização dessas informações. Para assegurar a viabilidade dos bionegócios, criar-se-á uma estrutura com especialistas de caráter multidisciplinar, capaz de garantir a segurança ambiental, jurídica, econômica e social. A aplicação da gestão do conhecimento apoiada no uso da tecnologia da informação e comunicação (TIC) e voltada para o desenvolvimento sócio-econômico aliado à conservação do meio ambiente é a área de atuação do presente estudo.

Link para download: Filipe Costa

URIARTE, Flavia Maia da Nova. Portal Corporativo como canal para Gestão do Conhecimento. Dissertação, 2006.

A Era da Informação traz um novo contexto ao mundo empresarial, no qual o conhecimento passa a ser visto como fonte de riqueza. A partir daí, a Gestão do Conhecimento torna-se um dos recursos utilizados por empresas que buscam potencializar seu capital intelectual via integração interna e colaboração de seus funcionários e, principalmente, compartilhamento e disseminação de informação e conhecimento. Para tanto, são necessários canais de comunicação e de  informação para esta gestão e o portal virtual, com suas ferramentas tecnológicas, é uma das opções utilizadas por empresas que visam à Gestão do Conhecimento. Este trabalho apresenta os elementos e características que um portal deve ter para ser um eficiente canal de comunicação e de informação da Gestão do Conhecimento. Para tanto, é realizado um levantamento bibliográfico acerca do tema e assuntos afins, além de entrevista semi-estruturada com uma empresa renomada em desenvolvimento de softwares corporativos. São também citados alguns exemplos de portais brasileiros. As informações, extraídas tanto da literatura quanto do mercado, são cruzadas e geram duas listas finais, com elementos e características que um portal deve ter para ser um canal da Gestão do Conhecimento.

Link para download: Flavia Maia da Nova Uriarte