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RAMOS JÚNIOR, Hélio Santiago. Uma ontologia para representação do conhecimento jurídico-penal no contexto dos delitos informáticos. Dissertação, 2008.

O objetivo primordial desta dissertação é propor uma ontologia para representar o conhecimento jurídico-penal sobre delitos informáticos com o intuito de esclarecer ao cidadão acerca da tipicidade destes crimes. O conhecimento compartilhado deste domínio no tocante à aplicabilidade da lei penal brasileira aos crimes informáticos será extraído a partir de uma pesquisa sobre o entendimento jurisprudencial dos tribunais pátrios e de um estudo da doutrina dos principais especialistas sobre a legislação penal vigente aplicável aos delitos informáticos realizado pelo autor da dissertação. Embora o cidadão leigo seja o principal destinatário da ontologia, ela também será útil aos estudantes de Direito, advogados, promotores de justiça e juízes que necessitem obter auxílio na indicação de obras científicas que contenham um determinado assunto dentro do domínio dos crimes informáticos e ainda permitir a consulta acerca do entendimento de um tribunal pátrio acerca de um delito específico cometido através da informática. Além disso, ela pretende explicitar os conceitos utilizados neste domínio quanto à natureza jurídica dos crimes informáticos e identificar as condutas criminosas que podem ser cometidas contra ou através dos sistemas informáticos com a indicação de um verbo que conste no tipo penal de diversas leis penais que sejam potencialmente aplicáveis em se tratando de um delito informático. O procedimento metodológico adotado para construir a ontologia está baseado na metodologia Ontology Development 101, proposta por Noy & McGuiness (2000), definindo-se as classes, propriedades, instâncias e, ao final, são formuladas questões de competência as quais a ontologia deverá ser capaz de responder. Destaca-se que esta ontologia apenas considera a legislação penal atualmente vigente no Brasil e que a validação da ontologia foi realizada através de questionário e entrevista com dois especialistas da área. Ao final, conclui-se sobre a importância do uso da ontologia desenvolvida, principalmente por facilitar o acesso do cidadão leigo a conceitos e conhecimento jurídico sobre crimes informáticos.


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Helio Ramos

SUZUKI, Erika. Uma abordagem de engenharia do conhecimento à gestão estratégica da inovação. Dissertação, 2008.

A constante busca das organizações pela vantagem competitiva, consolidação no mercado e pela própria sobrevivência ocasiona mudanças, adoção de métodos, ferramentas e conceitos que auxiliam  na conquista dos objetivos almejados. Entretanto, a simples adoção não garante a diferenciação da empresa. Atualmente, é preciso inovar, entender as necessidades e oportunidades do mercado, empregando e alinhando o conhecimento para oferecer novos produtos e serviços com alto valor agregado. O presente trabalho tem como objetivo apresentar uma modelagem de um sistema de conhecimento para a gestão estratégica da inovação. Tal demanda surge a partir da dificuldade das empresas em aplicar na prática os conceitos de inovação estratégica, gestão e engenharia do  conhecimento, gerenciamento de portfólio e desenvolvimento de sistemas de conhecimento; decorrente muitas vezes pela falta de uma sistematização, integração e uso do conhecimento. A modelagem proposta utiliza como base conceitual a etapa de planejamento estratégico da inovação apresentada no modelo NUGIN de gestão da inovação, onde foram analisadas as entradas, atividades, ferramentas e saídas do processo, os pontos fortes, e os pontos de melhorias necessárias. Os três primeiros modelos da metodologia CommonKADS foram utilizados neste estudo para  auxiliar na identificação de processos, tarefas e agentes envolvidos, facilitando desta forma, o levantamento dos conhecimentos necessários para o sistema. A modelagem tem como principal saída a definição do portfólio de projetos através da priorização baseada no planejamento estratégico da inovação, análise de cenários e envolvimento da alta direção, comitê inovativo e stakeholders. Como resultado, o presente trabalho apresenta um comparativo entre o modelo NUGIN de gestão da inovação e a modelagem proposta, além disto, o desenvolvimento da modelagem proposta proporciona um melhor entendimento sobre as dificuldades que as empresas enfrentam com a adoção de metodologias e conceitos de inovação, pois definir em detalhes as tarefas, dependências e pessoas envolvidas são algo que não é facilmente alcançado por empresas que não possuem maturidade sobre os conceitos a serem trabalhados.

Link para download: Erika Suzuki