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QUEVEDO, Mariana. Gestão do Conhecimento em Portais Virtuais de Turismo: Uma Abordagem Empreendedora. Dissertação, 2009.

Esta pesquisa objetiva identificar as estratégias desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo visando uma perspectiva empreendedora. Para tanto, primeiro busca-se caracterizar o setor de turismo, priorizando os aspectos organizacionais do processo de trabalho e a gestão do conhecimento em portais virtuais de turismo. Para após, analisar as atividades desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo em duas situações diferentes, em portal público e em portal privado. E por fim, verificar as atitudes empreendedoras dos gestores dos portais analisados. Do ponto de vista da abordagem do problema a pesquisa é considerada qualitativa, já do ponto de vista de seus objetivos, a pesquisa é classificada com exploratória, bibliográfica e um estudo de caso. A escolha do portal virtual de turismo como objeto de estudo, justifica-se pelas inúmeras informações que eles possuem em seu banco de dados e que são disponibilizadas aos usuários como um conhecimento explicitado, de forma rápida e precisa, através da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação. Após um levantamento dos portais virtuais de turismo existentes em Florianópolis, selecionou-se uma amostra intencional no intuito de identificar as estratégias de gerenciamento utilizadas por essas empresas. O portal virtual de turismo público escolhido foi o da secretaria de turismo de Florianópolis – SETUR, já o portal virtual de turismo privado selecionado foi o Visite Floripa, por possuir um diferencial estratégico dos demais portais existentes na cidade. Para apresentar os portais pesquisados e verificar suas perspectivas empreendedoras, além das informações obtidas através dos documentos já existentes sobre cada um dos portais, também foram elaborados um questionário e uma entrevista semi-estruturada, os quais, posteriormente, foram aplicados aos responsáveis por cada portal. Por meio da pesquisa foi possível identificar a existência de poucas ações empreendedoras por parte da SETUR em detrimento ao Visite Floripa, o que é preocupante para Florianópolis, já que o órgão oficial de turismo da cidade deve acompanhar as mudanças mercadológicas e sociais que vem ocorrendo nos mais variados âmbitos, para que o incremento do turismo caminhe em direção a um desenvolvimento sustentável.

Link para download: Mariana Quevedo

FELICIANO, Antonio M. Contribuição da Gestão do Conhecimento para Ações Empreendedoras de Inclusão Digital. Dissertação, 2008.

O presente trabalho tem por objetivo analisar as contribuições das práticas de gestão do conhecimento no desenvolvimento de projetos de inclusão digital. Para sua construção, a fundamentação teórica procurou abordar a inclusão digital na perspectiva de um ambiente favorável à produção, registro e compartilhamento do conhecimento, além de se constituir num eficiente canal de comunicação entre organizações e disseminador de ações de políticas públicas. Um projeto de inclusão digital deve ser encarado como algo mais amplo e complexo do que simplesmente se disponibilizar recursos de hardware e software para usuários pouco familiarizados com esse tipo de tecnologia. Incluir pessoas comuns num mundo onde a dinâmica das informações atinge velocidades humanamente difíceis de acompanhar exige a implementação de processos de gestão do conhecimento, visão e atitudes empreendedoras. No caso catarinense, a atuação se dá em locais comuns, o meio rural, onde as carências sociais são semelhantes, o distanciamento geográfico implica necessariamente na atuação em rede, além de os usuários fazerem parte de origens culturais diferentes. Sob o ponto de vista da administração do conteúdo diariamente produzido nas unidades de inclusão digital, à luz da perfeita interação entre, tecnologias da informação e comunicação (TICs), conteúdos e usuários, se pretendeu analisar em que medida as práticas de gestão do conhecimento podem contribuir e permitem, eficazmente, o desenvolvimento de diferentes ações, de variadas organizações num único espaço. Dentre as ações de inclusão digital levantadas, e também o Programa de Inclusão Digital Beija-Flor apresentou características suficientes para ser selecionado como objeto de pesquisa de campo. Entre outras, as unidades de inclusão digital ou telecentros estão instalados no meio rural catarinense. Observou-se uma significativa capilaridade, apoio interinstitucional, e também da disponibilidade de informações necessárias ao estudo. Nesse contexto procurou-se destacar também as características empreendedoras dessa iniciativa, além de apresentar elementos da gestão do conhecimento que contribuem para com o desenvolvimento de suas atividades.

Link para download: Antonio Marcos Feliciano