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CONSONI, Deizi Paula Giusti. COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS: Estudo de Caso em Uma Organização de Ensino Intensiva em Conhecimento. Tese, 2016.

Muito se tem falado sobre empreendedorismo ao longo dos últimos anos. Seu conceito vem conquistando o olhar de outras ciências, passando, assim, a figurar em espaços para além da organização. As competências empreendedoras passam a ser mais exigidas na formação profissional e valorizadas não somente no mundo do trabalho, mas na sociedade, no setor público, na iniciativa privada e na própria vida do indivíduo. Nessa conjuntura, entendendo que a escola pode ser um eventual ponto de partida do empreendedor para “o mundo” é possível que as competências empreendedoras dos professores dos cursos técnicos possam despertar nos alunos a “vocação empreendedora” ou as competências empreendedoras tão necessárias atualmente. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar as competências empreendedoras presentes nos professores dos Cursos Técnicos Subsequentes do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC. Para isso, a pesquisa foi conduzida por uma abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritivo. No que tange aos procedimentos foi bibliográfica, documental, com estudo de campo e com estudo de caso. Para análise e interpretação dos dados coletados, utilizou-se a análise de conteúdo. A revisão sistemática integrativa permitiu verificar a inexistência de estudos que analisassem competências empreendedoras em professores, bem como que afirmassem a presença de tais competências nos docentes, tornando essa pesquisa relevante. A pesquisa empírica revelou que os professores pesquisados são empreendedores e que juntos possuem todas as características empreendedoras citadas no modelo de Cooley (1990), quais sejam: estabelecimento de metas, planejamento e monitoramento sistemático, persistência, comprometimento, busca de informações, busca de oportunidades e iniciativa, exigência de qualidade e eficiência, correr riscos calculados, persuasão e rede de contatos, independência e autoconfiança. Por fim, observou-se que as competências planejamento e monitoramento sistemático, comprometimento e exigência de qualidade e eficiência apresentaram-se
com maior frequência que as demais. E a competência busca de oportunidades e iniciativa apresentou-se com menor frequência.

Link para dowload: Deizi Paula Giusti Consoni

CONSONI, Deizi Paula Giusti. Competências Empreendedoras: Estudo de Caso em uma Organização de Ensino Intensiva em Conhecimento

Muito se tem falado sobre empreendedorismo ao longo dos últimos anos. Seu conceito vem conquistando o olhar de outras ciências, passando, assim, a figurar em espaços para além da organização. As competências empreendedoras passam a ser mais exigidas na formação profissional e valorizadas não somente no mundo do trabalho, mas na sociedade, no setor público, na iniciativa privada e na própria vida do indivíduo. Nessa conjuntura, entendendo que a escola pode ser um eventual ponto de partida do empreendedor para “o mundo” é possível que as competências empreendedoras dos professores dos cursos técnicos possam despertar nos alunos a “vocação empreendedora” ou as competências empreendedoras tão necessárias atualmente. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar as competências empreendedoras presentes nos professores dos Cursos Técnicos Subsequentes do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC. Para isso, a pesquisa foi conduzida por uma abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritivo. No que tange aos procedimentos foi bibliográfica, documental, com estudo de campo e com estudo de caso. Para análise e interpretação dos dados coletados, utilizou-se a análise de conteúdo. A revisão sistemática integrativa permitiu verificar a inexistência de estudos que analisassem competências empreendedoras em professores, bem como que afirmassem a presença de tais competências nos docentes, tornando essa pesquisa relevante. A pesquisa empírica revelou que os professores pesquisados são empreendedores e que juntos possuem todas as características empreendedoras citadas no modelo de Cooley (1990), quais sejam: estabelecimento de metas, planejamento e monitoramento sistemático, persistência, comprometimento, busca de informações, busca de oportunidades e iniciativa, exigência de qualidade e eficiência, correr riscos calculados, persuasão e rede de contatos, independência e autoconfiança. Por fim, observou-se que as competências planejamento e monitoramento sistemático, comprometimento e exigência de qualidade e eficiência apresentaram-se com maior frequência que as demais. E a competência busca de oportunidades e iniciativa apresentou-se com menor frequência.

Lins para Download: Deizi Paula Giusti Consoni

MELO, Michelle Bianchini de. Cultura Empreendedora na Universidade Federal de Santa Catarina: o Centro Técnológico Como Espaço de Práticas Empreendedoras. Dissertação, 2014.

Esta dissertação, construída em torno da percepção de gestores do Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina, sobre os espaços da universidade propícios ao desenvolvimento de práticas empreendedoras, tem como pano de fundo uma sociedade em plena turbulência, com características empreendedoras e inovadoras baseada em tecnologia e no conhecimento. Trata-se da sociedade do conhecimento, que tem como fundamento principal a criação e o compartilhamento de conhecimento e a necessidade de novos trabalhadores que promovam o desenvolvimento da sociedade de forma abrangente, sob mudanças de paradigmas e da estrutura produtiva. Assim, considerando o empreendedor aquele que possui o perfil mais adequado a esta sociedade e a universidade como um espaço de formação destes profissionais, está dissertação tem como objetivo analisar a percepção dos gestores do CTC sobre os espaços de práticas empreendedoras no Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina. Como específicos tem-se: conhecer espaços para o desenvolvimento de práticas empreendedoras no CTC; mapear as principais práticas empreendedoras existentes nos respectivos departamentos ligados ao CTC; identificar os fatores determinantes e restritivos para o desenvolvimento de espaços para a prática de empreendedorismo no Centro Tecnológico. A pesquisa é do tipo exploratória e com o tratamento de dados qualitativos e interpretativos. A população do estudo é formada por gestores, representados pelas chefias dos departamentos do Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina e o Diretor do Centro, em razão de os mesmos exercerem funções de gestão, ou estarem em contato direto com as questões relacionadas as práticas empreendedoras. Os dados foram obtidos por meio de pesquisa bibliográfica e documental, bem como, por entrevistas semiestruturadas, sendo que para a análise dos dados utilizou-se análise de conteúdo. Os resultados da pesquisa apontam que as práticas empreendedoras estão presentes nos departamentos, mas um pouco fragmentadas e ganham pouca visibilidade. Os gestores percebem que seus departamentos são empreendedores, na medida que possuem pessoas empreendedoras e práticas que remetem a necessidade de um perfil empreendedor. O estudo evidencia, ainda, que todos os envolvidos beneficiam-se com o desenvolvimento dessas práticas. Os alunos que tem a oportunidade do aprendizado e aquisição de novas competências na relação com empresas ou pesquisas inovadoras, como também, os professores que compartilham o conhecimento, inovam e desenvolvem parcerias para realizar pesquisa de ponta. Fica evidente que as práticas tornam os departamentos mais dinâmicos e inovadores, proporcionando parceria com o setor produtivo, produzindo conhecimentos importantes e preparando profissionais para esta nova sociedade.

 

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WOLF, Sérgio Machado. Influência da Competência Empreendedora dos Coordenadores nos Indicadores de Desempenho dos Polos Ead. Tese, 2014.

Este trabalho objetiva analisar a influência da competência empreendedora dos coordenadores de polos nos indicadores de desempenho dos polos de educação a distância do sistema Universidade Aberta do Brasil no Estado de Santa Catarina. Para tanto, identifica-se a competência empreendedora requerida aos coordenadores de polo; desenvolve-se uma metodologia para determinar o índice de competência empreendedora por meio da avaliação dos seguintes indicadores: conhecimentos, habilidades, atitudes e nível de entrega; relacionam-se os indicadores de Competência Empreendedora dos coordenadores com os indicadores de desempenho dos polos, tendo por referência a avaliação realizada pela CAPES. Sua base teórica se fundamenta na gestão do conhecimento e na sua utilização pelas organizações, nas competências e no empreendedorismo. Descreve o histórico, a legislação, o funcionamento e os objetivos do Programa Universidade Aberta do Brasil, além do seu contexto na educação na modalidade a distância. Também discorre sobre suas peculiaridades, bem como sobre a aplicação dessa modalidade ao ensino superior brasileiro, apontando a importância das atividades desenvolvidas pelos coordenadores de polo. Seguiu-se uma abordagem metodológica descritiva e documental, predominantemente qualitativa. Por meio deste trabalho, obtiveram-se relevantes associações entre o nível de competência empreendedora do coordenador do polo e a avaliação efetuada pela CAPES. Verificou-se que o grupo de coordenadores de polo avaliado totalizou 79,85% de índice de competência empreendedora, associado a um índice de 85,71% de sucesso (conceito AA) na avaliação. Por meio dos contributos das práticas e dos métodos da gestão do conhecimento, a metodologia desenvolvida pode ser aplicada em outras áreas em que a competência empreendedora também seja a força motriz do processo.

 Link para download: Sérgio Machado Wolf

SOUZA, Vitória Augusta Braga de. Competências Empreendedoras no Processo de Formação do Extensionista Rural. Tese, 2013.

As mudanças no mercado provocaram uma nova visão de competição, com variáveis sociais e mercadológicas que o agronegócio ainda não estava preparado para enfrentar. Com essas mudanças, vieram exigências de uma nova forma de administrar as propriedades rurais e de se relacionar com o produtor. A extensão rural, que durante anos trabalhou em um sistema linear de disseminação de informação, tem agora de rever seus métodos e a forma de capacitar os extensionistas. O momento exige um profissional generalista, que saiba trabalhar em equipe, que perceba os desafios e seja capaz de responder satisfatoriamente aos anseios do produtor rurais de forma eficiente e rápida, empreendendo novas oportunidades. Porém, para que isso aconteça, é necessário que esse profissional desenvolva as competências necessárias para atuar como o novo profissional que o setor de agronegócio requer. A presente tese teve como objetivo analisar o processo de formação de extensionistas rurais com base nas competências empreendedoras requeridas por eles. Para atender o objetivo, realizaram-se duas etapas de pesquisa. A primeira, por meio de uma enquete, enviada aos escritórios estaduais e regionais das três instituições de assistência e extensão rural pública da Região Sul, por meio de email, com vistas a identificar os extensionistas que se destacam pelo comportamento empreendedor. Na segunda etapa, foi realizada uma entrevista semiestruturada focada em incidentes críticos, contendo dez questões, com os profissionais da extensão rural anteriormente selecionados, sendo as respostas analisadas por meio da técnica  do Discurso do Sujeito Coletivo. Estabeleceram-se as competências empreendedoras requeridas para a formação do extensionista rural e análise das grades curriculares dos cursos de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária, Engenharia Agrícola e Engenharia Florestal. Identificaram-se as competências empreendedoras requeridas do extensionista rural e verificou-se como ocorre o processo de formação dos mesmos. Analisou-s as grades curriculares, bem como as ementas das disciplinas de empreendedorismo oferecidas nos cursos da área de Ciências Agrárias pelas Instituições de Ensino Superior da Região Sul. Concluiu-se que existe uma lacuna entre o profissional exigido pelo mercado e o egresso desses cursos, que as grades curriculares analisadas possuem um número muito reduzido de disciplina de empreendedorismo, que as ementas das disciplinas ofertadas apenas uma contempla o estudo do comportamento empreendedor,bem como, a necessidade de uma reestruturação da grade curricular dos cursos pesquisados.

Link para Download: Vitória Augusta Braga de Souza

MACHADO, Elizandra. PLANO DE NEGÓCIOS: UMA ABORDAGEM BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO. Dissertação, 2012.

As organizações estão passando por constantes transformações e gradualmente incorporando elementos da sociedade do conhecimento. Tem-se observado que a mudança entre o contexto baseado na era industrial e o da sociedade do conhecimento não é muito simples. Considerando-se que a criação de um novo empreendimento é precedida por um Plano de Negócio e que neste momento a organização ainda está menos sujeita a padrões e a uma cultura arraigada, é oportuno incorporar elementos da Gestão do Conhecimento (GC) já nesta fase. Dessa forma, esta pesquisa tem como objetivo geral evidenciar a importância da incorporação da GC na elaboração de Planos de Negócios. A pesquisa classifica-se como aplicada, qualitativa, bibliográfica e exploratória. Para o alcance dos objetivos propostos, o procedimento metodológico contempla as seguintes etapas: referencial teórico, no qual são abordados conceitos de Gestão do Conhecimento, Empreendedorismo e Planos de Negócios e são extraídos os aspectos que evidenciam a importância da GC em Planos de Negócios; comprovação, feita com especialistas (gestores de empresas, consultores organizacionais e professores universitários) para buscar a concordância, ou não, com os aspectos encontrados; e análise dos dados da pesquisa. A partir da literatura, foram identificados 15 aspectos que evidenciam a importância da GC em Planos de Negócios, os quais foram submetidos para comprovação dos especialistas. Houve a concordância da maioria dos especialistas evidenciando a importância da inclusão da GC na elaboração de Planos de Negócios. Nesse contexto, a presente dissertação contribui com uma nova visão de Planos de Negócios na sociedade do conhecimento, em que o empreendedor terá a oportunidade de adotar novas formas de gerir o conhecimento em seu futuro empreendimento.

Link para Download: Elizandra Machado

SCHMITZ, Ana Lúcia Ferraresi. Competências Empreendedoras: Os Desafios dos Gestores de Instituições de Ensino Superior como Agentes de Mudança. Tese, 2012.

O objetivo desta pesquisa foi identificar as competências empreendedoras requeridas pelos empreendedores das Instituições de Ensino Superior, que contribuíram para o êxito e continuidade destas organizações. Justifica-se a importância deste estudo por ser a competência empreendedora, mola propulsora para a continuidade  e desenvolvimento das IES  e consequentemente, resposta para os anseios da sociedade. Na era do conhecimento o fator humano é tido como principal combustível para a inovação organizacional, já que a inovação é um processo intensivo em conhecimento. O empreendedorismo possibilita a sobrevivência da instituição por meio da inovação dos processos, uma vez que desenvolve competências e habilidades criativas e inovadoras não só individuais como organizacionais. Foi realizada em três Instituições de Ensino Superior, no Brasil e uma em Portugal. Foi dividida em duas partes, na primeira, uma revisão sistemática integrativa na base de dados do Portal Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior na base de dados Scopus. Posteriormente realizou-se uma enquete com os gestores das IES investigadas, utilizando-se princípios do método Delphi com o objetivo de selecionar os intraempreendedores da instituição responsáveis pelo seu êxito. Na segunda parte, realizaram-se entrevistas focadas em incidente crítico e semi-estruturadas, com a amostra composta a partir da enquete, que constituiu-se de 134 entrevistados. Analisaram-se os resultados da pesquisa sob a ótica qualitativa, na análise de conteúdo das entrevistas e discussão do assunto com base na bibliografia pesquisada. Os resultados da pesquisa identificaram a independência e a autoconfiança como as competências empreendedora mais apontadas pelos entrevistados, embora todas as competências comportamentais analisadas, em maior ou menor frequência, sejam importantes para o exercício dos cargos ocupados e para o êxito na implantação dos projetos descritos. Esta pesquisa sugere atitudes e competências empreendedoras que auxiliam na obtenção de resultados satisfatórios nas atividades inerentes aos cargos ocupados pelos gestores das instituições, uma vez que quando há um alinhamento entre  necessidades e expectativas dos indivíduos e das organizações é possível desenvolver as competências necessárias para tal finalidade.

Link para Download: Ana Lúcia Ferraresi Scmitz

QUEVEDO, Mariana. Gestão do Conhecimento em Portais Virtuais de Turismo: Uma Abordagem Empreendedora. Dissertação, 2009.

Esta pesquisa objetiva identificar as estratégias desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo visando uma perspectiva empreendedora. Para tanto, primeiro busca-se caracterizar o setor de turismo, priorizando os aspectos organizacionais do processo de trabalho e a gestão do conhecimento em portais virtuais de turismo. Para após, analisar as atividades desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo em duas situações diferentes, em portal público e em portal privado. E por fim, verificar as atitudes empreendedoras dos gestores dos portais analisados. Do ponto de vista da abordagem do problema a pesquisa é considerada qualitativa, já do ponto de vista de seus objetivos, a pesquisa é classificada com exploratória, bibliográfica e um estudo de caso. A escolha do portal virtual de turismo como objeto de estudo, justifica-se pelas inúmeras informações que eles possuem em seu banco de dados e que são disponibilizadas aos usuários como um conhecimento explicitado, de forma rápida e precisa, através da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação. Após um levantamento dos portais virtuais de turismo existentes em Florianópolis, selecionou-se uma amostra intencional no intuito de identificar as estratégias de gerenciamento utilizadas por essas empresas. O portal virtual de turismo público escolhido foi o da secretaria de turismo de Florianópolis – SETUR, já o portal virtual de turismo privado selecionado foi o Visite Floripa, por possuir um diferencial estratégico dos demais portais existentes na cidade. Para apresentar os portais pesquisados e verificar suas perspectivas empreendedoras, além das informações obtidas através dos documentos já existentes sobre cada um dos portais, também foram elaborados um questionário e uma entrevista semi-estruturada, os quais, posteriormente, foram aplicados aos responsáveis por cada portal. Por meio da pesquisa foi possível identificar a existência de poucas ações empreendedoras por parte da SETUR em detrimento ao Visite Floripa, o que é preocupante para Florianópolis, já que o órgão oficial de turismo da cidade deve acompanhar as mudanças mercadológicas e sociais que vem ocorrendo nos mais variados âmbitos, para que o incremento do turismo caminhe em direção a um desenvolvimento sustentável.

Link para download: Mariana Quevedo

FELICIANO, Antonio M. Contribuição da Gestão do Conhecimento para Ações Empreendedoras de Inclusão Digital. Dissertação, 2008.

O presente trabalho tem por objetivo analisar as contribuições das práticas de gestão do conhecimento no desenvolvimento de projetos de inclusão digital. Para sua construção, a fundamentação teórica procurou abordar a inclusão digital na perspectiva de um ambiente favorável à produção, registro e compartilhamento do conhecimento, além de se constituir num eficiente canal de comunicação entre organizações e disseminador de ações de políticas públicas. Um projeto de inclusão digital deve ser encarado como algo mais amplo e complexo do que simplesmente se disponibilizar recursos de hardware e software para usuários pouco familiarizados com esse tipo de tecnologia. Incluir pessoas comuns num mundo onde a dinâmica das informações atinge velocidades humanamente difíceis de acompanhar exige a implementação de processos de gestão do conhecimento, visão e atitudes empreendedoras. No caso catarinense, a atuação se dá em locais comuns, o meio rural, onde as carências sociais são semelhantes, o distanciamento geográfico implica necessariamente na atuação em rede, além de os usuários fazerem parte de origens culturais diferentes. Sob o ponto de vista da administração do conteúdo diariamente produzido nas unidades de inclusão digital, à luz da perfeita interação entre, tecnologias da informação e comunicação (TICs), conteúdos e usuários, se pretendeu analisar em que medida as práticas de gestão do conhecimento podem contribuir e permitem, eficazmente, o desenvolvimento de diferentes ações, de variadas organizações num único espaço. Dentre as ações de inclusão digital levantadas, e também o Programa de Inclusão Digital Beija-Flor apresentou características suficientes para ser selecionado como objeto de pesquisa de campo. Entre outras, as unidades de inclusão digital ou telecentros estão instalados no meio rural catarinense. Observou-se uma significativa capilaridade, apoio interinstitucional, e também da disponibilidade de informações necessárias ao estudo. Nesse contexto procurou-se destacar também as características empreendedoras dessa iniciativa, além de apresentar elementos da gestão do conhecimento que contribuem para com o desenvolvimento de suas atividades.

Link para download: Antonio Marcos Feliciano