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MANHÃES, Mauricio Cordeiro. Innovativeness and Prejudice: Designing a Landscape of Diversity for Knowledge Creation. Tese, 2015.

O interesse organizacional contemporâneo a respeito da inovação levou a várias tentativas de domá-la por meio de amplas chamadas para as práticas de criatividade e design. Na maioria das vezes, essas chamadas fogem do confronto entre o processo de renovação contínua do efêmero de um lado; e a tradição e o preconceito, por outro. O objetivo deste estudo é fazer sentido de um discurso para aumentar o potencial de criação de conhecimento de grupos, de modo a atuarem na direção do futuro, para um melhor desempenho e longevidade. Baseado no conceito de Necessidade de Enquadramento (Need for Closure), a partir de uma perspectiva hermenêutica e inspirado por uma abordagem metodológica reflexiva, o presente estudo lança luz sobre os impactos do preconceito nos esforços inovadores de grupos. Os dados e resultados apresentados respondem positivamente à pergunta de pesquisa da tese, indicando que existe uma relação entre a tendência de motivação cognitiva de indivíduos em um grupo (NFC Mean) e o potencial desse grupo de criar produtos percebidos como inovativos (OUP Mean). Esses resultados habilitam a descrever o NFC Mean como uma variável preditora (ou explicativa) positiva e significativa do OUP Mean.Apoiado por um estudo empírico e análise quantitativa de dados. Assim, este estudo propõe uma heurística baseada em determinantes de inovatividade relacionados a preconceito (denominada Prejudice Related Innovativeness Determinants Heuristic – PRIDHe), para aumentar efetivamente o potencial inovativo de grupos sociais. A heurística sugere formas de alocar pessoas em e define uma política de governança para grupos, a fim de proporcionar um ambiente criativo onde o preconceito não somente limita as ações como sugere novas oportunidades de atuar em direção ao futuro. A principal contribuição teórica deste trabalho reside nas reflexões sobre os impactos positivos do preconceito nos esforços inovativos. Em seu núcleo, o discurso proposto neste texto pode ser resumido como: organizações cientes de seus preconceitos possuem maior probabilidade de apresentar um melhor desempenho.

 

Link para download: Mauricio Cordeiro Manhães

SILVA, Giorgio Gilwan da. Diretrizes De Acessibilidade Para Deficientes Visuais A Programação Da TV Digital Interativa: Contribuições. Dissertação. 2011.

O presente trabalho tem por intuito propor a aplicação de diretrizes de acessibilidade na programação da TV Digital Interativa (TVDI), voltadas para os deficientes visuais, utilizando critérios de usabilidade, ergonomia e acessibilidade. Um dos maiores benefícios que a implantação da TV Digital no Brasil pode proporcionar está associado à interatividade, como consta no decreto de sua criação, com a qual o governo objetiva proporcionar a inclusão social por meio da inclusão digital. Deste modo, abordam-se as áreas do conhecimento interligadas ao design de interfaces, a ergonomia e a usabilidade, relacionando-as as diretrizes de acessibilidade, na concepção de interfaces interativas do sistema televisivo. Utilizou-se a pesquisa qualitativa e exploratória, nos procedimentos de pesquisa de campo, aplicada com a técnica grupo focal, tendo como amostra da coleta de dados, deficientes visuais. Para a análise dos resultados foi aplicado o método do discurso do sujeito coletivo. Os resultados da pesquisa evidenciaram que a forma como são transmitidos os conteúdos e as informações, pela televisão, priva os deficientes visuais do direito ao acesso e entendimento da programação. O contato com os deficientes visuais trouxe contribuições, quanto aos seus anseios pela acessibilidade a TVDI, por meio dos equipamentos de acesso, de navegação e pela audiodescrição do conteúdo. As propostas das diretrizes de acessibilidade envolvem: uso da televisão; acesso a programação; uso do controle remoto; audiodescrição do conteúdo e um modelo de controle remoto, com dispositivos para acessibilidade à TVDI.

Link para Download: Giorgio Gilwan da Silva

SUZUKI, Vanessa. Características para Colaboração, Elaboração e Edição em Ambientes Virtuais de Aprendizagem em Arquitetura e Design. Dissertação, 2010

A utilização da tecnologia da informação e comunicação, tendo por foco os ambientes virtuais de aprendizagem colaborativos tem levado a encurtar distâncias no desenvolvimento de atividades que necessitam do contato síncrono com outras pessoas para a sua realização. Diante disso, mecanismos passaram a ser utilizados para interagir entre as diversas mídias a fim de proporcionar a integração com o ensino e aprendizagem através destes ambientes. Esta pesquisa tem o objetivo de identificar formas de colaboração, elaboração e edição em Ambientes Virtuais de Aprendizagem para Arquitetura e Design (AVA-AD). Foram analisados referenciais teóricos sobre o processo de ensino de projeto arquitetônico, tecnologias da informação e comunicação na aprendizagem, ferramentas de colaboração e ambientes virtuais colaborativos 3D que possam ser integrados ao processo de ensino e aprendizagem. Esta pesquisa caracteriza-se como exploratória e para se alcançar os objetivos são realizados levantamentos bibliográficos e a aplicação de um questionário específico para trabalhar o processo de arquitetura e design no AVA-AD. Ao fim é efetuada uma síntese das características desejáveis a um ambiente para aprendizagem colaborativa de arquitetura e design, onde são apontados aspectos que podem ser adicionados neste tipo de ambiente para auxiliar no ensino de disciplinas de projeto arquitetônico.

Arquivo para download: Vanessa Suzuki

FAUST, Richard. Exploração do espaço de design das interações humano-computador: uma abordagem da gestão do conhecimento ergonômico. Tese, 2009.

O projeto da interação humano-computador é uma atividade em alta demanda, complexa e intensiva em conhecimento. O objetivo geral deste trabalho de tese é estabelecer uma abordagem de representação, integração, reuso e evolução de conhecimento ergonômico para a exploração do espaço de design de interações humano-computador. Para tal o conceito de design rationale é explorado em três dimensões: como parte do entendimento corrente da atividade de design, como caracterização das atividades de design como intensivas de conhecimento e passíveis de suporte específico e como possível unificador dos diversos tipos de conhecimento envolvidos no design de IHC. Destas compreensões uma proposta de abordagem para suportar a gestão do conhecimento ergonômico para exploração do espaço de design de IHC é proposta e aplicada em um estudo de campo. O estudo de campo foi parte do  esforço para definição de um padrão de referência em usabilidade para o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). A abordagem metodológica resultante inclui uma taxonomia de argumentos ergonômicos para design de IHC, um processo de gestão de conhecimento ergonômico, um processo mínimo de design de IHC e uma extensão da notação QOC apropriada à gestão de conhecimento de design de IHC.

Link para download: Richard Faust

BATISTA, Claudia Regina. Modelo e diretrizes para o processo de design de interface web adaptativa. Tese, 2008.

RESUMO
Esta tese propõe um modelo e diretrizes para o Processo de Design de Interface Web Adaptativa (PDIWA), visando orientar e auxiliar o designer de interface web na tomada de decisões durante o processo de design. O modelo descreve esquematicamente cinco etapas de um processo iterativo: análise, conceito, desenvolvimento, protótipo e teste. Para dar suporte ao modelo, foram desenvolvidas oito diretrizes que versam sobre os requisitos e a configuração das técnicas de adaptação. Uma amostra composta por designers aplicou o modelo e diretrizes para o PDIWA durante o desenvolvimento da interface para o web site adaptativo “Diferente todo mundo é” (projeto de pesquisa apoiado pelo CNPq – Edital no 61/2005). Observou-se que o modelo e as diretrizes para o PDIWA propostos nessa tese cumprem o seu papel, pois designers que desconheciam a área de Sistemas Adaptativos foram capazes de desenvolver a interface para uma web adaptativa.

Link para download: Claudia Regina Batista