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COMARELLA, Rafaela Lunardi. Gestão de objetos digitais de ensino-aprendizagem: construindo um modelo. Tese, 2015.

Os avanços técnico-científicos provocados pela Gênesis da Tecnologia de Comunicação Digital colocam no cenário a discussão de recursos educacionais tecnológicos. Nesse contexto temático, a questão dos Objetos Digitais de Ensino-aprendizagem vem sendo trabalhada sob os diferentes focos tais como modelos de elaboração, avaliação, desenvolvimento de repositórios. No entanto, constata-se a necessidade de se elaborar um modelo de gestão que congregue de modo congruente todas as etapas do processo e potencialize esse tipo de recurso como um instrumento de gestão do conhecimento. Esta pesquisa elabora um modelo teórico-prático de gestão de ODEA, indicando o seu ciclo de vida e etapas essenciais para sua elaboração, armazenamento, utilização e reutilização em ambientes virtuais. A questão que norteia este estudo é “Como realizar a gestão de ODEA observando os princípios da gestão do conhecimento?”. Teoricamente tem como postulado o paradigma da complexidade, da interdisciplinaridade e da gestão do conhecimento. Metodologicamente é uma pesquisa de natureza teórica de caráter exploratório descritivo e tem por objetivo construir um modelo para a gestão de ODEA observando os princípios da gestão do conhecimento. Utilizou-se o método de análise indutivo considerando a abordagem da complexidade. Os dados extraídos de revisões sistemáticas e espelhados em experimentações, sustentados no referencial teórico, constituíram uma análise triangular operando entre três fontes de informação: reconhecimento dos modelos existentes; as categorias conceituais da gestão do conhecimento e da abordagem da complexidade, e extrato de experimentações. Como resultado organiza-se um modelo de gestão de ODEA operando com três sistemas: o de gestão de projetos, o de ambiente virtual de ensino-aprendizagem e o repositório, tendo como mediador um módulo que promove a interoperabilidade entre eles. O GÊNESIS – modelo de gestão de ODEA é um sistema para promover uma aprendizagem atualizada e significativa e criar ativos de conhecimentos pedagógicos em ambientes virtuais, enriquecendo a memória institucional.

 

Link para download: Rafaela Lunardi Comarella

PRIM, Carlos. Processo Empreendedor e Coevolução em Organizações Intensivas em Conhecimento. Tese, 2009.

Este trabalho tem como objetivo compreender a coevolução entre o em-preendedor, o time empreendedor e a organização em Organizações In-tensivas em Conhecimento (OICs). Esse objetivo surge de duas revisões de literatura. A primeira é uma revisão crítica da teoria do empreendedo-rismo, fundamentada em três abordagens do pensamento científico – a clássica, a sistêmica e a da complexidade. A revisão demonstra que a maioria dos estudos existentes é baseada na abordagem clássica. Eles são unidimensionais e analisam somente uma das três fases do processo empreendedor. A consequência é a fragmentação teórica do empreende-dorismo. Para superar essa falha, este trabalho sugere o estudo da coevo-lução no empreendedorismo. A coevolução, uma noção central da abor-dagem da complexidade, é um fenômeno multidimensional e dinâmico, possibilitando a integração de diferentes dimensões e fases do processo empreendedor. Outro problema que se verifica nos estudos revisados é que a maioria deles assume que as organizações são homogêneas. Po-rém, há trabalhos que demonstram ser o empreendedorismo mais com-plexo e incerto quando inovador. Uma vez que a inovação é um proces-so intensivo em conhecimento, este estudo foca no estudo da coevolução em OICs. A segunda revisão de literatura examina os estudos existentes sobre OICs e coevolução. A partir dessa revisão, são definidas as três dimensões do estudo – o empreendedor, o time empreendedor e a orga-nização. Para se atingir o objetivo proposto, um estudo de caso é reali-zado. Nele, investiga-se uma OIC através da etnosemântica, um método da pesquisa qualitativa, cujo objetivo é descrever uma microcultura. A descrição que resulta da pesquisa é utilizada como fonte para duas análi-ses teóricas. A primeira diz respeito à evolução do empreendedor, do time empreendedor e da organização. Ela auxilia na segunda, referente à coevolução entre o empreendedor, o time empreendedor e a organiza-ção. Essa análise é apoiada na teoria do desenvolvimento da consciên-cia, de Kegan (1982, 1994). Uma das conclusões do estudo é que o em-preendedor, o time empreendedor e a organização tendem a se tornar mais complexos à medida que evoluem. Contudo, o empreendedor pode sofrer, em sua evolução, transformações pessoais que diminuem, mo-mentaneamente, o nível de complexidade do seu comportamento. Veri-fica-se, também, que a evolução de cada uma das dimensões investiga-das influencia na evolução das demais, formando uma relação de causa não linear entre elas. Desde que essa relação caracteriza a coevolução, conclui-se que não é possível prever o processo da coevolução isolando-se variáveis, ou descrevê-lo através da noção sistêmica de adaptação. Cada processo de coevolução deve ser compreendido individualmente. A partir disso, sugere-se que as ideias da coevolução sejam colocadas em prática através do uso de ferramentas de diagnóstico que auxiliem na identificação de barreiras à coevolução e, com isso, de necessidades de mudança, para o sistema em análise. Propõe-se que ferramentas dessa natureza sejam elaboradas com base na visão da coevolução como um processo de ampliação de consciência.

Link para download: Carlos Prim

STADNICK, Kamile Theis. Modelo de adaptação evolucionária da vantagem da complexidade – desenvolvimento de um instrumento de avaliação. Dissertação, 2006.

Percebe-se que os gestores organizacionais têm dificuldade em explicar todos os eventos que ocorrem do cotidiano das rotinas organizacionais. Observa-se que são procuradas ferramentas de correção rápida e técnicas para lidar com os problemas separados ou partes do negócio que mudaram. Muitos destes programas reducionistas são abordagens isoladas ou parciais que ignoraram a complexidade do todo. Neste sentido, o presente trabalho preconiza o estudo do Modelo de Adaptação Evolucionário de Vantagem da Complexidade que envolve a identificação do nível de evolução que uma organização está. Para tanto, tem como objetivo precípuo verificar a aplicabilidade de um instrumento de avaliação do nível evolucionário da complexidade das organizações, sob a ótica do Modelo de Adaptação Evolucionário de Vantagem da Complexidade, proposto por Kelly e Allison (1998). Quanto aos procedimentos metodológicos, a pesquisa se caracteriza como descritiva com abordagem qualitativa, realizada através de uma pesquisa de desenvolvimento. A coleta de dados primários foi realizada em dois cortes transversais com entrevistas estruturadas e semi-estruturadas e observação não participante. Os dados secundários foram coletados via pesquisa bibliográfica. Os dados da pesquisa foram submetidos às técnicas de análise vertical e horizontal e triangulação de dados. Como principais resultados do trabalho, pode-se inferir que o instrumento desenvolvido teve sua validade confirmada. A organização pesquisada foi avaliada com nível 3 de evolução, as evidências do nível 3 foram apresentadas tanto pela aplicação do questionário quanto pelo conteúdo das entrevistas semi-estruturadas e observação. Entretanto, destaca-se que o questionário aplicado precisa passar por alguns refinamentos. Acrescenta-se ainda que o estudo realizado corroborou fatos suficientes para afirmar que analisar uma organização, no intuito de encontrar o seu nível de evolução da complexidade é muito limitado se realizado somente com um instrumento de coleta de dados ou com uma fonte de evidências. A análise das organizações sob a ótica da complexidade necessita do estudo das relações, não somente das explícitas da rede formal, mas também das relações da rede sombra, que com instrumentos rígidos são difíceis de serem detectadas e analisadas e podem acabar sendo reduzidas a sistemas mais simplistas do que de fato são.

Link para Download: Kamile Stadnick