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FURLANI, Thiago Zilinscki.ENGAJAMENTO DE CORPORAÇÕES COM STARTUPS NA QUARTA ERA DA INOVAÇÃO: RECOMENDAÇÕES E SUGESTÕES. Dissertação, 2018.

Novos modelos de iniciativas de inovação para grandes corporações
surgiram nos últimos anos e têm obtido destaque frente à volatilidade,
alta concorrência e disputa por novos conhecimentos e vantagens
competitivas. Vivemos em um momento guiado pela economia do
conhecimento onde a inovação é parte fundamental para o
desenvolvimento econômico e social de nossa sociedade, e no âmbito
empresarial, é fundamental para a sobrevivência das empresas. Estamos
na porta da chamada quarta era da inovação onde a maioria das
inovações será fruto do engajamento entre organizações estabelecidas e
startups, diferentemente das chamadas eras anteriores onde as principais
fontes de inovação eram laboratórios corporativos e empreendedores
investidos apenas por capital de risco. Dentro desse novo ecossistema de
inovação, iniciativas de engajamento ganham cada vez mais atenção das
grandes corporações por significaram oportunidades para inovar,
realizar parcerias e suprir necessidades estratégicas internas. A partir de
uma revisão dos trabalhos mais relevantes sobre o tema e da coleta de
dados através de entrevistas com gestores de diferentes iniciativas
existentes no país, essa dissertação caracteriza os diferentes modelos de
engajamento e analisa como diferentes corporações abordam o tema,
contribuindo ao fim, com orientações para melhorar a gestão de
iniciativas existentes e fornecer conhecimentos para as corporações que
desejam ingressar no movimento. Os modelos de Hackathons, Open
Innovation, Incubadoras, Aceleradoras e de Investimento direto variam
entre si de acordo com os objetivos e resultados esperados. Para
corporações que iniciam seu movimento de engajamento recomenda-se
estratégias de aproximação para evoluir o conhecimento acerca do tema
e preparar a organização para iniciativas futuras de maior risco.
Empresas com processos mais estruturados e experiência em inovação
devem desenvolver iniciativas mais robustas variando o modelo de
acordo com seus recursos, interesses temporais, adesão a risco e
comprometimento interno.

 

Link para download: Thiago Zilinscki Furlani

TEODOROSKI, Rita de Cassia Clark. RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS (REA) NO BRASIL: CONSTRUÇÃO DE UM MODELO ECOSSISTEMA DE REA. 2018.

Para atender as expectativas da nova era e promover o acesso ao
conhecimento de forma igualitária e ampla, o paradigma da educação
aberta tem sido incorporado ao processo educacional, por meio da
utilização de Recursos Educacionais Abertos (REA). Tais recursos são
materiais de ensino, cuja peculiaridade inclui a disseminação e o
compartilhamento do conhecimento, permitindo, assim, que seja
possível atingir um número cada vez maior de pessoas, corroborando,
assim, com o emblema da democratização da educação em nível
mundial. O conceito de REA ficou estabelecido a partir de 2002, mas
sua expansão tem ocorrido de forma progressiva e, as atividades que, em
sua gênese, não atendiam o principal requisito que caracteriza tais
recursos, que é a adaptação da obra por terceiros, aos poucos têm sido
adequadas. No Brasil, o avanço dos REA tem sido alavancado por
esforços individuais e coletivos de profissionais que buscam ampliar o
acesso à educação, especialmente para aqueles indivíduos cujos
obstáculos variam desde os elementos econômicos aos geográficos.
Partindo de uma visão sistêmica, o objetivo deste estudo foi propor a
criação de um modelo para a descrição e explicação das ações
relacionadas aos Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil e dos
diferentes papéis desempenhados pelos atores envolvidos e suas
interrelações, a partir da perspectiva de um ecossistema. Esta pesquisa
teve uma abordagem qualitativa e foi classificada como descritiva. Além
das estratégias de investigação como a pesquisa bibliográfica e a
documental, também foi feita uma averiguação sob a perspectiva dos
participantes, por meio da pesquisa narrativa. A seleção dos
participantes da pesquisa ocorreu em função de os mesmos atuarem nas
iniciativas brasileiras disponibilizadas no projeto MIRA (Mapa de
Iniciativas de Recursos Abertos). Neste projeto estão listadas 17
iniciativas brasileiras, entre as quais foram selecionados e entrevistados
sete participantes de seis projetos. Para analisar os dados das entrevistas,
foi utilizada a análise temática que, neste estudo, possibilitou o
surgimento de três temas, cada qual com subtemas específicos e que
permitiu uma visão mais ampla acerca da aplicação de REA no
cotidiano dos participantes. O primeiro tema diz respeito aos “desafios e
barreiras” para implementação da cultura de abertura. O segundo tema
foi sobre “público alvo” e, por fim, “colaboração e coprodução”. Para
cada um desses temas, emergiram subtemas próprios que refletem a
realidade da implementação dos REA nos processos educacionais.
Concebido em conformidade com o objetivo deste estudo, o modelo
Ecossistema de REA teve seu fundamento não só na literatura, mas
também foi alicerçado com a narrativa dos atores que participaram desta
pesquisa. Na representação do referido modelo estão listadas as
principais ações bem como os principais atores com seus respectivos
papéis. Embora os temas surgidos a partir do relato dos entrevistados
não tenham uma relação direta na estrutura do modelo Ecossistema de
REA, eles fazem parte do processo de construção do mesmo,
considerando a sua complexidade, interdependência e dinamismo. Por
fim, em virtude dos resultados encontrados, fica evidente que tanto os
achados bibliográficos quanto a narrativa dos participantes
corroboraram sobre a necessidade de um maior comprometimento na
aplicação destes recursos educacionais, no sentido de fortalecer o
movimento da educação aberta para promover o acesso do
conhecimento para todos. Para isso, é plausível propor uma reflexão
acerca da perspectiva dos REA no Brasil. Por sua vez, ao pensar em
educação no século XXI, é preciso ver além da inclusão de tecnologias
digitais no processo de ensino e aprendizagem. Mesmo que a
conectividade seja um forte elemento agregador de pessoas,
conhecimentos e ideias, os desafios e barreiras para a implementação da
cultura da abertura ainda é um processo gradativo que demanda um
longo caminho a ser percorrido.

 

Link para download: Rita Teodoroski

JÚNIOR, Emmanuel Bohrer. FATORES FACILITADORES E DIFICULTADORES NA ADOÇÃO DE RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NO ENSINO SUPERIOR. Dissertação, 2018.

Recursos educacionais abertos (REA) são recursos disponibilizados
gratuitamente ao público para fins educativos, com uso de licenças
abertas e respeito à propriedade intelectual, disponibilizados de tal forma
que eles possam ser usados, compartilhados e modificados livremente.
Eles têm um impacto significativo na educação superior e são
potencialmente úteis na democratização e disseminação da informação e
do conhecimento. No entanto, a adoção de REA não tem tido abrangência
mundial, e existem vários obstáculos e barreiras que ainda impedem a sua
expansão. O presente trabalho identifica e analisa quais os fatores
facilitadores e dificultadores na adoção destes REA no ensino superior,
desde a criação até a disseminação e aplicação do conhecimento pelo
usuário, nas diferentes mídias. Para tanto, foi realizada uma pesquisa
qualitativa, exploratória, com levantamento bibliográfico da literatura,
por meio de revisão sistemática, nas bases de dados WOS, Scopus e
SciELO, sendo integralizados outros documentos, constantes em sites,
blogs, filmagem de entrevistas, de autores e instituições de renome
nacional e internacional. Como resultados obtidos na pesquisa foram
levantados requisitos necessários para padronização dos critérios de
qualidade (acessibilidade, usabilidade, reutilização, etc.); iniciativas e
experiências em REA no ensino superior (BIOÉ, MIRA, Portal do
Professor, etc.); o uso de sistemas de gerenciamento de aprendizagem
com código aberto (Moodle, Sakai, LearnPress, etc.); a criação dos
repositórios (IBICT, Portal e-Unicamp, UnisulVirtual, etc.); fatores
intervenientes nos REA, tais como: fatores sociais e de governo
(responsabilidade pela qualidade, bem como para relevância social,
cultural e linguística da educação e pelos padrões de qualificações
fornecidos em seu nome, etc.), tecnológicos (Web 2.0, Web 3.0 – web
semântica, a Web 4.0 – rede móvel e sem fio, Web 5.0 – rede sensorialemotiva,
etc.), econômicos (investimento em programas de formação,
com o intuito de que professores e estudantes possam se apropriar da
função de produtores de materiais educacionais, etc.) e legais (criar
mecanismos para garantir a qualidade e democratizar o acesso com
políticas de inclusão social, etc.). Como fatores dificultadores existentes
na adoção de REA no ensino superior foi evidenciado o próprio
desconhecimento do termo REA e a falta de conhecimento tecnológico
do usuário, entre outros fatores mais específicos, visando o engajamento
público nos processos da pesquisa e nas decisões para a inovação de
forma responsável.

Link para download: Emmanuel Bohrer Junior

BORGES, Michele Andreia. Dinâmica das Parcerias Intersetoriais em Iniciativas de Inovação Social: da descrição à proposição de diretrizes. Tese, 2017.

A inovação social tem evoluído como um importante mecanismo para responder aos desafios sociais globais e as demandas sociais dos territórios. Uma característica relevante do processo de inovação social é a colaboração entre os múltiplos atores, por intermédio da formação de parcerias intersetoriais, que contempla em sua definição, o Estado, o setor empresarial, o terceiro setor e os indivíduos e comunidades. As parcerias intersetoriais tem propiciado uma forma inovadora de se inter-relacionar e tem proporcionado o desenvolvimento e sustentabilidades das iniciativas de inovação social. A complexidade que envolve essas relações demanda um acompanhamento holístico da dinâmica dessas parcerias. Deste modo, o objetivo desta pesquisa foi descrever a dinâmica das parcerias intersetoriais das iniciativas de inovação social em Portugal. A análise descritiva da dinâmica das parcerias intersetoriais foi conduzida por meio de um estudo com vinte iniciativas caracterizadas como inovação social pelo Mapa de Empreendedorismo e Inovação Social de Portugal e pelo Centro de Inovação Social do Porto/Portugal. Por meio de uma abordagem qualitativa e da estratégia de triangulação das múltiplas fontes de dados (entrevista, documentos e questionário) foi realizada a descrição do ecossistema das parcerias intersetoriais, o envolvimento dos parceiros no processo de inovação social, o processo de identificação e aquisição dos parceiros, o processo de governança e os resultados da relação de parceria. O resultado dessa análise permitiu, entre outras conclusões, inferir que a dinâmica das parcerias é determinada pelos objetivos sociais da iniciativa e pelos objetivos específicos com os parceiros. Apesar das particularidades dos objetivos, inerente a cada iniciativa, a dinâmica das parcerias nos indica que a complementaridade de recursos tangíveis e intangíveis entre as partes envolvidas é um fator crítico de sucesso à iniciativa, que gera benefícios para ambas as partes, evitando sobreposição de papéis. Além disso, a dinâmica das parcerias é regulada pela governança; embora, pode-se constatar que na maioria das iniciativas não há um modelo de governança formalmente institucionalizado na rede. Por fim, a análise da dinâmica junto as iniciativas estudadas, torna evidente a relevância das parcerias
intersetoriais nos impactos sociais das iniciativas. Com base nos resultados da análise empírica e dos fundamentos teóricos, as diretrizes propostas foram determinadas por três macro componentes metafóricos: eixo, hélice e grade. Isto é, o processo de inovação social é o eixo que suporta e faz rodar as “hélices”, que por sua vez, movimentam a dinâmica das parcerias intersetoriais. A compilação da teoria com os resultados empíricos determinou três hélices: I) planejar as parcerias; II) mapear, adquirir e nutrir as parcerias; e III) avaliar os resultados das parcerias e as implicações nos impactos sociais. A governança é a “grade” que projeto o eixo e as hélices, isto é, estabelece as regras e os limites da gestão da rede de parceiros. Para cada um desses componentes foi elaborado e sugerido uma série de diretrizes para apoiar o desenvolvimento das parcerias intersetoriais para iniciativas de inovação social, gerando ao todo, oitenta diretrizes.

Link para download: Michele Andreia Borges

ARASAKI, Paula Hidemi Kaneoya. O Uso de Mídia Social Corporativa para Inteligência Colaborativa: Um Estudo de Caso. Dissertação, 2016.

Em um contexto de organizações intensivas em conhecimento, o conhecimento dos colaboradores se torna o ativo de maior importância. As organizações se esforçam para gerir esse conhecimento, de forma a incorporá-los em sua estrutura, a fim de criar o conhecimento organizacional, que contribui com a sua competitividade e capacidade de gerar inovação. Nessa perspectiva, surge a inteligência colaborativa como forma de tornar as organizações mais competitivas, por meio da colaboração. Trata-se de uma forma de agregar contribuições de indivíduos diversos, que colaboram entre si, visando entregar um resultado maior e melhor do que aquele obtido apenas pela soma das contribuições individuais. E para que isso ocorra nas organizações, a mídia social corporativa (MSC) é uma ferramenta que possibilita essa interação entre os indivíduos. Nesse contexto, a pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de analisar qual a utilização de uma mídia social corporativa em uma organização intensiva em conhecimento, a fim de estimular a inteligência colaborativa. A pesquisa realizada é de natureza qualitativa, com objetivo exploratório e envolveu a realização de um estudo de caso. Como resultados, obteve-se que diversos fatores estão associados ao uso de uma mídia social corporativa, como o senso de comunidade de uma organização, a tecnologia da mídia social e o propósito dela na organização.

Link para download: paula-kaneoya-arasaki

PAULINO, Rita de Cássia Romeiro. Uma abordagem para apoio à gestão de Comunidades Virtuais de Prática baseada na prospecção de participantes ativos. Tese, 2011.

As comunidades de prática (CoPs) são instrumentos de apoio aos processos da Gestão de Conhecimento nas organizações. Dessa forma, há participantes que constroem conhecimento dividindo suas experiências, o que torna as comunidades um ambiente atraente para compartilhamento, geração e distribuição de novos conhecimentos. No entanto, um dos maiores problemas referentes a esse instrumento relatados na literatura diz respeito a como manter essas comunidades vivas e ativas ao longo do seu ciclo de vida, assegurando a participação e a motivação por parte de seus membros. Este trabalho identificou requisitos e atributos comuns em participantes ativos de CoPs e mostra que tais requisitos podem servir como unidades de análise na identificação de possíveis perfis com características ativas de participação em uma comunidade. O trabalho aqui exposto propõe que se utilizem os atributos identificados em mecanismos de busca de sistemas de informação para reconhecer perfis ativos em potencial e que sejam adequados à temática de uma CoP. Esses mecanismos podem ser acionados ao longo do ciclo de vida da comunidade ou quando o moderador achar que deve promover uma maior participação entre os membros que a integram. A intervenção do moderador pode favorecer a inclusão de novos membros na comunidade, principalmente de perfis ativos, que é o objetivo maior buscado por uma CoP. Para se construírem esses mecanismos, empregam-se modelos de busca e sistemas de recuperação de informação que possuem em comum o fato de utilizarem “termos” (vetores) para identificar um perfil vinculado a um usuário que esteja em uma base de dados de uma organização.

Link para Download: Rita Paulino

SUZUKI, Vanessa. Características para Colaboração, Elaboração e Edição em Ambientes Virtuais de Aprendizagem em Arquitetura e Design. Dissertação, 2010

A utilização da tecnologia da informação e comunicação, tendo por foco os ambientes virtuais de aprendizagem colaborativos tem levado a encurtar distâncias no desenvolvimento de atividades que necessitam do contato síncrono com outras pessoas para a sua realização. Diante disso, mecanismos passaram a ser utilizados para interagir entre as diversas mídias a fim de proporcionar a integração com o ensino e aprendizagem através destes ambientes. Esta pesquisa tem o objetivo de identificar formas de colaboração, elaboração e edição em Ambientes Virtuais de Aprendizagem para Arquitetura e Design (AVA-AD). Foram analisados referenciais teóricos sobre o processo de ensino de projeto arquitetônico, tecnologias da informação e comunicação na aprendizagem, ferramentas de colaboração e ambientes virtuais colaborativos 3D que possam ser integrados ao processo de ensino e aprendizagem. Esta pesquisa caracteriza-se como exploratória e para se alcançar os objetivos são realizados levantamentos bibliográficos e a aplicação de um questionário específico para trabalhar o processo de arquitetura e design no AVA-AD. Ao fim é efetuada uma síntese das características desejáveis a um ambiente para aprendizagem colaborativa de arquitetura e design, onde são apontados aspectos que podem ser adicionados neste tipo de ambiente para auxiliar no ensino de disciplinas de projeto arquitetônico.

Arquivo para download: Vanessa Suzuki

CARDOSO, Marcelo H. Produção Colaborativa de Conhecimento: O Uso de WIKI no Ambiente Corporativo. Dissertação, 2009.

Dentre as ferramentas disponíveis para implantar produção colaborativa de conhecimento nas organizações, a utilização de wikis vem ganhando destaque e se mostrando uma solução de baixo custo e elevado grau de eficiência. No entanto, algumas dificuldades ainda surgem durante a tentativa de popularização desse tipo de tecnologia. Além das questões culturais intrínsecas às organizações, as próprias limitações tecnológicas acarretam problemas, fazendo com que projetos promissores sejam abandonados sem alcançar a totalidade dos objetivos planejados. Neste trabalho, são estudados os problemas mais comuns que surgem durante o processo de implantação de um wiki nas organizações e propostas soluções para estas dificuldades. Mais que isso, são avaliadas as questões culturais concernentes ao tema e também sugeridas estratégias para uma implantação com sucesso. O principal objetivo é descobrir formas para que o wiki se torne uma ferramenta de uso comum na organização e o projeto não seja abandonado. Solidificar o conceito de produção colaborativa através de wiki é o grande desafio que se apresenta à solução Para buscar as respostas e soluções, foram estudadas instalações anteriores, avaliadas as diversas opções de software disponíveis e realizada a criação de um wiki no Tribunal de Justiça de Santa Catarina – oTJWiki. A partir dessa instalação, o trabalho de campo permitiu que fossem corroboradas – ou por vezes desmentidas – teorias iniciais sobre o assunto, resultando em um compêndio que se propõe a apresentar as melhores práticas para alcançar os objetivos propostos. O trabalho realizado destaca a importância de apoio institucional para o sucesso do projeto, não se limitando, portanto, aos aspectos técnicos da tecnologia empregada. Por fim, a avaliação dos resultados com base nas estatísticas colhidas permite detectar pontos de estrangulamento do trabalho e sugere melhorias no modelo proposto, bem como recomendações para a continuidade do presente trabalho.

Link para download: Marcelo Herondino Cardoso

KOTUJANSKY, Silvio. Um modelo para a elaboração colaborativa de conteúdos didáticos digitais que utilizem a metáfora de histórias em quadrinhos e recursos hipermídia. Dissertação, 2009.

Este trabalho apresenta uma proposta para melhoria do processo de elaboração de conteúdos para cursos digitais presenciais e à distância. A pesquisa é orientada no objetivo de se obter um bom resultado no aprendizado do aluno e no desafio de se obter rapidez e eficiência na elaboração dos conteúdos. A presente pesquisa teve como cenário o projeto de criação da Coleção Educação Digital – Educação num Clique do SESI-SC que faz parte do Projeto Educação do Trabalhador. Através da metáfora das histórias em quadrinhos foram criados onze cursos para alunos jovens e adultos do ensino fundamental e médio. Cada curso com uma carga horária média de 50 horas. Para vencer o desafio de criação dos onze cursos em um período de 18 meses, técnicas de Computer Supported Cooperative Work (CSCW) foram utilizadas para prover a eficiência esperada com as equipes responsáveis pela elaboração dos cursos que na maioria do tempo trabalhou à distância através da Internet. O resultado da pesquisa culminou no desenvolvimento de um ambiente computacional especializado na criação de cursos por equipes multidisciplinares que trabalham à distância.

Link para download: Silvio Kotujansky