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ELEUTHERIOU, Vanessa Cardoso Santos. Identidade e Pertencimento em Cidades Humanas Inteligentes: o caso de Santa Maria/RS. Dissertação, 2017.

Uma das maiores críticas ao modelo tradicional de smart cities é a aparente falta de conexão com o elemento humano e a “homogeneização” e “robotização” de cidades que um desenvolvimento focado em tecnologia pode trazer. Nesse sentido, surge a visão das cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis (CHIS), que percebe a importância do investimento em capital humano e social e de processos participativos de governança para o estabelecimento de uma smart city. Uma das maiores dificuldades no tema das cidades inteligentes é, ainda, como promover de fato esse envolvimento dos cidadãos no processo. Sugere-se, então, o fortalecimento da imagem da cidade em conexão com a identidade local para fazê-lo funcionar e ser sustentável a longo prazo, principalmente através das mídias do conhecimento. Os temas se conectam através da relação entre o sentimento de pertencimento com o lugar e o comprometimento da população em trabalhar por sua melhoria, além da atração de investimentos e turismo e retenção de talentos. A pesquisa revelou que ainda não há muitos estudos relacionando os conceitos de identidade e imagem da cidade com o de humane smart cities; destaca-se, porém, o projeto europeu My Neighbourhood, que considera o senso de pertencimento na criação de uma plataforma de colaboração para CHIS. Assim, o objetivo deste estudo é trazer para o debate, principalmente para o gestor público, a importância deste fator na melhoria do bem-estar e da qualidade de vida de uma cidade, tornando-a mais humana. Utilizado o método qualitativo com entrevistas semiestruturadas, realizou-se o estudo de caso em Santa Maria/RS, com o propósito de investigar como atores locais enxergam a identificação com a cidade e quais potencialidades podem ser trabalhadas para o fortalecimento de sua imagem. A cidade foi selecionada por possuir um interesse no tema das CHIS e ter passado por uma tragédia que não só afetou sua imagem externamente, mas como ainda é uma memória vívida e dolorosa na mente de seus moradores e no próprio território, já que o prédio da boate se mantém em escombros tal como foi deixado após o incêndio em 2013. Através da comparação das falas dos entrevistados com os conceitos relacionados à identidade, percebeu-se que ainda falta um cuidado da administração pública com relação ao tema, especialmente na ausência de compensação pela tragédia – tanto de indenização para as famílias das vítimas, quanto na definição do que fazer com o prédio destruído -, mas também a falta de visão que considere os conceitos de identidade como fatores para o desenvolvimento. Por fim, a autora sugere o uso de workshops para o entendimento e captura da imagem da cidade por participação direta de seus cidadãos, através de ferramentas de design thinking.

Palavras-chave: Cidades humanas inteligentes. Identidade. Senso de pertencimento.

Link para Download: Vanessa Cardoso Santos Eleutheriou

Posted in Dissertação, Gestão do Conhecimento