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BRESOLIN, Graziela Grando. Modelo Andradógico de Plano de Aula à Luz das Teorias de Aprendizagem Experiencial e Expansiva. Dissertação, 2020.

A difusão de novas tecnologias digitais disruptivas está transformando modelos e processos de negócios. Como consequência da transformação digital, a sociedade do conhecimento encontra-se em constante mudança e uma destas mudanças está relacionada a forma na qual as novas gerações de aprendentes concebem a aprendizagem e o preparo para o trabalho. Diante destas mudanças, torna-se necessário o desenvolvimento de novas competências do corpo da tríade educacional aprendente-ensinante-instituição. A nova geração de aprendentes digitais têm características que precisam ser consideradas no momento de planejamento das aulas. O que impele ao ensinante repensar as práticas e recursos utilizados em sala frente à nova realidade. As instituições de ensino profissionais também precisam readequar o modelo de ensino, pois a geração que encontra-se atualmente em sala de aula impele a criação de novos programas, currículos, processos de ensino e aprendizagem, modelos e ferramentas que estejam alinhados às suas características e desenvolvimento, de forma a considerar suas motivações, necessidades, estilo e preferências de aprendizagem. Portanto, se faz necessário um modelo de plano de aula que considere as características dos jovens adultos profissionais representantes da geração de aprendentes digitais, ao mesmo tempo que apoie o planejamento do ensinante. O objetivo geral desta pesquisa é propor um modelo andragógico de plano de aula à luz das teorias da aprendizagem experiencial e expansiva para atender as características do aprendente digital. Os objetivos específicos são: identificar as características do jovem adulto profissional; relacionar os princípios e diretrizes experienciais e expansivas para um plano de aula; analisar os elementos constitutivos de um plano de aula para o jovem adulto profissional à luz das teorias experienciais e expansivas; e, validar o modelo andragógico de plano de aula. Esta pesquisa é considerada de abordagem qualitativa, com objetivos descritivo, propositivo e validação, por meio de uma pesquisa teórica-empírica. A validação do modelo proposto se deu por meio de seis aulas com seis ensinantes de diferentes áreas de atuação para a formação de cinquenta jovens adultos profissionais. Quanto às contribuições teóricas, este trabalho analisa o desenvolvimento do período jovem adulto, identifica as características do jovem adulto profissional representante da geração de aprendentes digitais, relaciona os princípios e diretrizes referentes às teorias andragógicas para a aprendizagem experiencial e expansiva que precisam ser consideradas na aplicação do plano de aula e identifica elementos constitutivos de um plano de aula para atender as características do jovem adulto profissional. Quanto às contribuições teóricas e práticas, considera-se as duas configurações validadas do modelo andragógico de plano de aula à luz das teorias da aprendizagem experiencial e expansiva. A primeira configuração para atender à necessidade dos ensinantes com experiência em sala de aula, e a segunda configuração para ensinates que estão iniciando suas atividades didáticas, ou que tenham pouca experiência com os elementos de um plano de aula. Desta forma, os ensinates podem escolher qual se adapta melhor a sua prática. Para trabalhos futuros, sugere-se a aplicação do modelo proposto tanto em universidades acadêmicas quanto em universidades corporativas, em diferentes áreas do conhecimento.

Palavras-chave: Jovem adulto profissional. Plano de aula experiencial e expansivo. Ensinante. Aprendente digital. Andragogia.

Link para download: Graziela Grando Bresolin.

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