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IATA, Cristiane Mitsuê. Liderança Feminina: a experiência de mulheres que se tornaram líderes em empresas de base tecnológica. Tese, 2020.

Esta tese teve como objetivo compreender as trajetórias profissionais de mulheres que se tornaram líderes em empresas de base tecnológica (EBTs). Em ambientes predominantemente masculinos, como a área de tecnologia, é geralmente difícil encontrar mulheres ocupando altas posições de liderança. Embora algumas tenham conseguido ultrapassar as barreiras nesse sentido, elas ainda continuam sub-representadas nas posições mais altas de liderança nas organizações. Dessa forma, definiu-se o contexto dessas empresas para identificar as experiências de mulheres no processo de se tornarem líderes, os facilitadores e as barreiras que enfrentaram e como as superaram. Para este trabalho, foi utilizado o método da pesquisa qualitativa, com abordagem narrativa e alinhada ao paradigma interpretativo. A técnica de coleta de dados foi a entrevista semiestruturada realizada com sete mulheres líderes em empresas de base tecnológica. A análise dos dados foi conduzida com base na análise temática. Os resultados da pesquisa mostram que, apesar de a área de tecnologia representar o futuro, as entrevistadas ingressaram nela por motivos diversos: por influência de terceiros; por ser um rumo natural, devido à sua formação profissional; devido ao entendimento do potencial futuro da área de tecnologia; pela necessidade da tecnologia para escalar o negócio. Essas mulheres reconhecerem que tinham o perfil para liderar, porém, nem todas tinham o interesse em exercer a liderança. Elas se tornaram líderes devido ao desejo de fazer as coisas acontecerem; desejo de contribuir com o crescimento da empresa; por entenderem o jogo corporativo; por crescerem profissionalmente à medida que a empresa também crescia; ou como um processo natural, resultante do desenvolvimento de habilidades necessárias para liderar. Tanto os fatores sociais quanto os fatores individuais influenciaram em suas trajetórias. Os fatores sociais que surgiram como barreiras são relacionados às influências negativas da família; à idade; à necessidade de provar sua competência; ao machismo; ao ser demandada para exercer uma figura materna, ao invés de atuar como líder; ao preconceito de outras mulheres. Os fatores sociais como facilitadores são relacionados às influências positivas da família. Os fatores individuais que surgiram como barreiras foram o sentimento de fraude; o receio de não ser aceita; e a dificuldade em equilibrar família e trabalho. Tais fatores provocaram impactos negativos ao longo da trajetória dessas mulheres, como a dificuldade em pleitear ou assumir um novo cargo e para negociar o próprio salário. Os fatores individuais que surgiram como facilitadores foram: resiliência; contornar as barreiras; não se vitimizar; abrir mão de ser aceita; ser humilde e criar empatia; autoconhecimento; e foco na solução. Para ultrapassar as barreiras, as líderes entrevistadas utilizaram as seguintes estratégias: investir em formação e aquisição de conhecimento; ter um coach ou um mentor; formar um time de profissionais competentes; participar de redes de relacionamento. Por fim, a falta de barreiras em algumas situações nas trajetórias dessas mulheres foi atribuída ao seu estilo de liderança; ao seu crescimento junto com a empresa; à sua formação e seu conhecimento.

Palavras-chave: Liderança feminina. Empresas de base tecnológica. Barreiras. Facilitadores. Estratégias para superação de barreiras.

Link para download: Cristiane Mitsuê Iata.

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