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AIRES, Regina Wundrack do Amaral. Desenvolvimento de Competências Gerais para a Sociedade em Transformação Digital: uma Trilha de Aprendizagem para profissionais do setor industrial

A Sociedade em Transformação Digital é a sétima revolução vivida pela humanidade e está exigindo profissionais com um novo conjunto de competências, o que evidencia a necessidade de desenvolvimento constante, a fim de superar eventuais lacunas. Neste contexto, o desenvolvimento constante dos profissionais se torna estratégico e passa a estar presente na pauta das organizações de todos os segmentos econômicos, sejam públicos ou privados. Neste estudo, identificou-se que há Competências Gerais exigidas de todos os profissionais, independente de cargo ou hierarquia, sendo que como desenvolver tais competências foi a lacuna de conhecimento explorada nesta pesquisa. Assim, buscando alcançar o objetivo geral: Propor uma Trilha de Aprendizagem para desenvolvimento das Competências Gerais exigidas aos profissionais do setor industrial para a Sociedade em Transformação Digital, este estudo utilizou-se da pesquisa tecnológica e do método qualitativo, que foi desenvolvido com etapas teórica e verificação de consistência em campo com representantes de indústrias e especialistas em educação de uma renomada instituição de ensino, tendo como entregas: uma Matriz de Competências Gerais, uma relação de Diretrizes para construção da Trilhas de Aprendizagem, três Canvas para desenvolvimento ágil de Trilhas de Aprendizagem e uma Trilha de Aprendizagem proposta para desenvolvimento de Competências Gerais em profissionais do setor industrial. Esse trabalho resultou na criação de uma metodologia de desenvolvimento de Trilhas de Aprendizagem, que foi constituída para ser flexível e adaptável a diferentes necessidades organizacionais e atender à agilidade requerida pela Sociedade em Transformação Digital.

Palavras-chave: Transformação Digital. Indústria 4.0. Quarta Revolução Industrial. Competências Gerais. Desenvolvimento de Competências. Universidade Corporativa. Educação Corporativa.

Link para download: Regina Wundrack do Amaral Aires

MARTINS, Marina Monguilhott. Políticas Públicas e Destinos Turísticos Inteligentes: proposta de uma ferramenta de análise da situação de municípios brasileiros

O turismo está em constante evolução. Este fenômeno social caracteriza-se por ser complexo, multissetorial e competitivo. Emerge, neste contexto, o conceito de Destino Turístico Inteligente, uma visão inovadora que busca eficiência, competitividade e qualidade das experiências turística. Assim, o objetivo da presente dissertação é propor uma ferramenta para analisar a situação turística atual dos municípios brasileiros, tendo em vista as Políticas Públicas Federais Brasileiras de Turismo e a visão de Destinos Turísticos Inteligentes. O foco nas políticas públicas de turismo é justificado pela capacidade dessas políticas em serem políticas de desenvolvimento. Além da revisão integrativa realizada, levantou-se seis políticas públicas federais brasileiras de turismo e uma norma internacional relativa ao desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes. A partir deste arcabouço teórico e normativo, identificou-se diretrizes (inovação, tecnologia, acessibilidade, sustentabilidade, regionalização e governança pública) e estratégias (criação de um Ente Gestor, plano diretor, plano de operação e monitoramento) que possuem papel relevante tanto da visão dos Destinos Turísticos Inteligentes, quanto das políticas públicas federais brasileiras de turismo. Essas diretrizes e estratégias fundamentam a ferramenta proposta por este trabalho, construída com base no método Design Science Research. A fim de verificar a ferramenta, foi realizada a sua aplicação no município de Florianópolis. Os resultados mostraram que a ferramenta proposta é capaz de fornecer um diagnóstico do turismo municipal, tendo em vista as políticas públicas federais brasileiras de turismo e a visão dos Destinos Turísticos Inteligentes. A dissertação contribui com a academia ao promover a discussão, ainda recente e pouco explorada, entorno das políticas públicas de turismo e dos Destinos Turísticos Inteligentes. Da mesma forma, o trabalho fornece uma contribuição prática, ao propor uma ferramenta que gera insumos que poderão auxiliar os gestores brasileiros na condução e na transformação dos destinos turísticos.

Palavras-chave: Destinos Turísticos Inteligentes. Políticas Públicas. Turismo.

Link para download: Marina Monguilhott Martins

FARACO, Fernando Melo. Modelo de conhecimento baseado em tópicos de acórdãos para suporte à análise de petições iniciais.

O direito é um domínio complexo, com papel determinante na pacificação de conflitos. O Estado possui o monopólio da jurisdição, o que traz a necessidade de que toda demanda deva ser apresentada ao Poder Judiciário para sua resolução. No Brasil, o resultado disso é um conjunto de 106 milhões de processos em tramitação, para os quais o Judiciário não tem fôlego e nem recursos humanos para dar solução em um tempo razoável. Nesse cenário, a Engenharia do Conhecimento é capaz de fornecer o ferramental necessário para apoiar o papel dos operadores de direito em suas tarefas intensivas em conhecimento, a partir de ativos de conhecimento já disponíveis no judiciário, combinados com os avanços recentes no campo da Inteligência Artificial. Nesta pesquisa, somaram-se a Engenharia do Conhecimento, o Processamento Linguístico Computacional, modelos probabilísticos baseados em tópicos obtidos através de aprendizagem de máquina não supervisionada e conceitos do direito. A reunião destes elementos resultou em um modelo de conhecimento estruturado a partir do processamento de um corpus de acórdãos obtidos no TRF4, através da Análise Latente de Dirichlet (LDA), com o objetivo de apoiar o analista processual na análise das petições iniciais. A pesquisa foi guiada pela metodologia da Design Science Research (DSR) e compreendeu o projeto, desenvolvimento e a aplicação de um modelo de conhecimento baseado em tópicos, que foi avaliado a partir de métricas específicas como a coerência, obtendo-se o valor (Cv) de 0.6299, bastante próximo ao padrão de referência para esta abordagem. O modelo também foi verificado junto aos especialistas de domínio, por meio de aplicação de um questionário, que consideraram que o modelo traz informações relevantes (82%) e pode reduzir o tempo de análise das petições iniciais (82%). Para aplicação do modelo desenvolvido, foram criados três cenários, nos quais os elementos de análise, como petições iniciais em sua íntegra, foram decompostos em um conjunto de tokens e submetidos ao modelo para realização de consultas. No primeiro cenário, foram recuperados tópicos com maior probabilidade de possuírem relação com o elemento de análise, demonstrando que os tópicos gerados representam decomposições semanticamente significativas dos acórdãos utilizados na criação do modelo. Em um segundo cenário, o modelo foi capaz de recuperar os acórdãos com maior probabilidade de similaridade ao documento de entrada, a partir da medida das distâncias vetoriais entre os tópicos do modelo e o resultado da decomposição do documento de entrada. Para isto foi utilizada a divergência de Jensen-Shannon (Djs), uma medida de distâncias entre termos no espaço dos tópicos. No terceiro cenário, foi apresentada uma nuvem de termos, a partir dos tópicos obtidos. O processo de construção do modelo é apresentado em detalhes, assim como a aplicação nos três cenários descritos. O conhecimento obtido a partir da construção do modelo também é descrito. Ao final, são apresentadas as considerações finais e trabalhos futuros dessa área promissora.

Palavras-chave: Modelo de Conhecimento. Modelo Probabilístico de Tópicos. LDA. Processamento de Linguagem Natural. Direito.

Link para Download: Fernando Melo Faraco

MORAES, Leonard Almeida de. O MENTEE enquanto Símbolo na Aprendizagem Organizacional.

Dentre algumas metodologias de aprendizagem presentes nas organizações, o mentoring teve notoriedade a partir dos estudos de Levinson (1978) e Kram (1985). Esses autores desenvolveram pesquisas em que qualificavam relações de atração mútua entre indivíduos para o desenvolvimento da carreira e apoio psicossocial ao mentee como processos de mentoring. Neste contexto, temos o mentoring como uma metodologia que propicia não só a aprendizagem de indivíduos, mas também das organizações. O conceito de aprendizagem organizacional (AO) teve sua gênese na literatura de gestão do conhecimento (DEWAH; MUTULA, 2014). Trata-se de uma ciência multidisciplinar composta pela psicologia, sociologia, antropologia, administração, economia, entre outras, ao passo que novas perspectivas vêm surgindo (DEWI, DWIATMANDJA; SUHARTI, 2018). Dentro da aprendizagem organizacional, o mentoring tem sido compreendido como uma modalidade representativa de abordagem socioprática. Esta abordagem compreende o conhecimento como tácito e explícito e presente nas relações sociais e práticas contextualizadas (ALMEIDA; SOUZA-SILVA, 2015). A partir das provocações propostas por Buzzanell e D’Enbeau (2014), seria possível compreender os aspectos simbólicos da relação do mentoring em busca dos seus aspectos conscientes e inconscientes. Por trás dessa relação, existiriam figuras arquetípicas com predisposições específicas.  Neste sentido, essa dissertação propôs compreender o símbolo do mentee no contexto da aprendizagem organizacional a partir do método do processamento simbólico-arquetípico, advindo do paradigma junguiano. Este paradigma advém da Psicologia Analítica, ciência fundada pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung. Coletamos relatos de experiência e desenhos de mentees participantes de um programa de mentoring em uma cooperativa de crédito no interior de Santa Catarina. Realizamos duas revisões de literatura narrativas com busca sistemática. A primeira buscou das origens simbólicas do mentoring, enquanto a segunda estabeleceu a relação entre mentoring e aprendizagem organizacional. Como resultados da pesquisa, compreendemos que os aspectos do mentee estão ligados ao processo de individuação do mentee e da aprendizagem organizacional. Estes achados possibilitam uma visão de base arquetípica das relações de mentoring e como o mentee é um símbolo de transformação na organização do qual emerge uma potencial aprendizagem organizacional ao mesmo tempo que desenvolve sua personalidade.

Palavras-chave: mentoring. mentee. aprendizagem organizacional. psicologia analítica.

Link para Download: Leonard Almeida de Moraes

FURTADO, Rafael Gattino. ÉVORA: Gestão de Objetos Digitais de Ensino e Aprendizagem

Atualmente encontra-se uma grande quantidade de repositórios web, que disponibilizam recursos educacionais; alguns estão sincronizados com Ambiente Virtual de Ensino-Aprendizagem (AVEA), outros são totalmente independentes. Estes repositórios permitem que usuários realizem o download de Objetos Digitais de Ensino e Aprendizagem (ODEA) e utilizem conforme seu contexto. Porém não se encontra nesses repositórios o espaço de interação entre autores e usuários, que poderia reverter em um processo de reusabilidade conferindo ao processo atualização contínua. Essa é a questão que move este estudo. O planejamento da pesquisa foi dividido em um domínio teórico, o qual foram abordados os conceitos-chave relacionados a temática, como Ensino a Distância (EaD), ODEA, gestão de conhecimento, e interatividade; e um domínio metodológico, no qual foram definidos os métodos de pesquisa e aplicação dos conceitos e modelagem para o sistema. Como resultado, elaborou-se um sistema web sob o formato de repositório de ODEA, que permite o cadastro de objetos com um esquema de metadados estruturado, mantendo registro do histórico de utilização, atualização e reusabilidade dos recursos disponibilizados, permitindo a interação de agentes humanos, agregando valor e promovendo gestão do conhecimento. Os resultados desta experimentação trouxeram novas percepções para a gestão de ODEA, permitindo que a utilização da plataforma desenvolvida possa ser realizada tanto na educação a distância como na presencial. Por fim, evidenciou-se a união das modalidades de ensino promovendo a Educação Online ou Virtual.

Palavras-chave: Repositórios de Objetos de Aprendizagem; Sistemas de Gestão; Metadados; Reusabilidade; Interatividade.

Link para Download: Rafael Gattino Furtado

LEITE, Andre de Oliveira. Atividade de Definção do Conceito de Produto no Front End da Inovação: um Estudo Qualitativo em Organizações de Tecnologias em Florianópolis/SC. Dissertação, 2020.

Inovar faz parte das necessidades organizacionais, sendo considerada uma forma em que os empreendedores exploram oportunidades para o desenvolvimento de novos negócios, processos ou serviços. A inovação é composta por um processo de várias etapas, iniciando pelo Front End da Inovação (FEI), seguindo do Desenvolvimento de Novos Produtos (NPD) e da Comercialização. O FEI é o início deste processo, composto pelas atividades relacionadas à oportunidade, ideias e definição do conceito. A atividade de definição do conceito é a fase final do FEI, nela a atenção deve ser redobrada para evitar falhas nas fases seguintes do processo de inovação. Este trabalho tem como objetivo analisar como ocorre a atividade de definição do conceito em organizações de tecnologia no contexto de Florianópolis/SC. Para tanto, foi realizado uma pesquisa de cunho qualitativo, tendo como instrumento de coleta de dados a realização de entrevistas semiestruturadas com gestores de três organizações do setor de tecnologia. Como resultados foi identificado que nas organizações pesquisadas existem etapas, que se mostraram semelhantes ao abordado na literatura, em relação à situação final na apresentação de uma definição de conceito. Entretanto, existem particularidades referentes à forma de operação relacionada em cada negócio, com diferenças pontuais, em especial na maneira de estruturação de seus processos. Destaca-se que as etapas são compostas por elementos que participam ativamente na atividade de definição do conceito, sendo eles: atores, ferramentas, métodos e técnicas. Observou-se que alguns dos elementos fazem relação com os abordados pela literatura, mas não em sua totalidade, visto que a literatura trata esta atividade de forma genérica, sem considerar o contexto de cada negócio. Recomenda-se para trabalhos futuros o aprofundamento desta pesquisa em outros setores da economia, além da análise com maior número de organizações, para que se possa verificar se os resultados se repetem.


Palavras-chave: Inovação. Front End da Inovação. Atividade de Definição do Conceito.

Link para download: Andre de Oliveira Leite

ELEUTHERIOU, Vanessa Cardoso Santos. Identidade e Pertencimento em Cidades Humanas Inteligentes: o caso de Santa Maria/RS. Dissertação, 2017.

Uma das maiores críticas ao modelo tradicional de smart cities é a aparente falta de conexão com o elemento humano e a “homogeneização” e “robotização” de cidades que um desenvolvimento focado em tecnologia pode trazer. Nesse sentido, surge a visão das cidades mais humanas, inteligentes e sustentáveis (CHIS), que percebe a importância do investimento em capital humano e social e de processos participativos de governança para o estabelecimento de uma smart city. Uma das maiores dificuldades no tema das cidades inteligentes é, ainda, como promover de fato esse envolvimento dos cidadãos no processo. Sugere-se, então, o fortalecimento da imagem da cidade em conexão com a identidade local para fazê-lo funcionar e ser sustentável a longo prazo, principalmente através das mídias do conhecimento. Os temas se conectam através da relação entre o sentimento de pertencimento com o lugar e o comprometimento da população em trabalhar por sua melhoria, além da atração de investimentos e turismo e retenção de talentos. A pesquisa revelou que ainda não há muitos estudos relacionando os conceitos de identidade e imagem da cidade com o de humane smart cities; destaca-se, porém, o projeto europeu My Neighbourhood, que considera o senso de pertencimento na criação de uma plataforma de colaboração para CHIS. Assim, o objetivo deste estudo é trazer para o debate, principalmente para o gestor público, a importância deste fator na melhoria do bem-estar e da qualidade de vida de uma cidade, tornando-a mais humana. Utilizado o método qualitativo com entrevistas semiestruturadas, realizou-se o estudo de caso em Santa Maria/RS, com o propósito de investigar como atores locais enxergam a identificação com a cidade e quais potencialidades podem ser trabalhadas para o fortalecimento de sua imagem. A cidade foi selecionada por possuir um interesse no tema das CHIS e ter passado por uma tragédia que não só afetou sua imagem externamente, mas como ainda é uma memória vívida e dolorosa na mente de seus moradores e no próprio território, já que o prédio da boate se mantém em escombros tal como foi deixado após o incêndio em 2013. Através da comparação das falas dos entrevistados com os conceitos relacionados à identidade, percebeu-se que ainda falta um cuidado da administração pública com relação ao tema, especialmente na ausência de compensação pela tragédia – tanto de indenização para as famílias das vítimas, quanto na definição do que fazer com o prédio destruído -, mas também a falta de visão que considere os conceitos de identidade como fatores para o desenvolvimento. Por fim, a autora sugere o uso de workshops para o entendimento e captura da imagem da cidade por participação direta de seus cidadãos, através de ferramentas de design thinking.

Palavras-chave: Cidades humanas inteligentes. Identidade. Senso de pertencimento.

Link para Download: Vanessa Cardoso Santos Eleutheriou

SCANDOLARA, Daniel Henrique. Ícones em língua de Sinais como Referência na Linguagem Visual em Ambientes Virtuais de Ensino e Aprendizagem (AVEAS). Dissertação, 2020.

Partindo da complexidade que a língua oral impõe às pessoas surdas ao acesso de conteúdos de cursos e a navegação em Ambientes Virtuais de Ensino e Aprendizagem (AVEAs), observou-se, com base em uma revisão integrativa da literatura, que não havia, até o momento, a utilização de ícones em língua de sinais no Moodle com a finalidade de proporcionar acessibilidade e acesso a recursos para uma educação inclusiva. Com isso, o objetivo desse trabalho foi auxiliar na criação de um artefato com ícones em língua brasileira de sinais aliados ao texto escrito para favorecer o acesso de pessoas surdas a cursos e recursos presentes em um ambiente virtual de ensino e aprendizagem. Elegeu-se como metodologia a pesquisa qualitativa de natureza tecnológica. Com os resultados das buscas nas bases e com o acréscimo de trabalhos pertinentes relacionados, foi viável fundamentar a teoria, em que se relacionaram temas e pesquisas das áreas de ambientes virtuais de ensino e aprendizagem acessíveis, práticas de visualidade por meio da língua de sinais e tecnologias assistivas. Com isso, os ícones foram desenhados e criados com o auxílio de profissionais do Instituto Federal de Santa Catarina – Campus Palhoça Bilíngue, sendo, em seguida, incorporados ao artefato e avaliados por professores e alunos surdos voluntários. Para validação do objeto proposto ao público surdo, a coleta de dados deu-se a partir de uma entrevista semiestruturada e com a realização de cinco tarefas durante a apresentação do artefato. Ocorreu nesta etapa a observação do sujeito surdo na utilização do AVEA e foi realizado o registro em vídeo. A conclusão possibilitou a implementação dos ícones em língua de sinais aliados ao português na modalidade escrita em um AVEA, além da validação por alunos e professores surdos, mostrando-se uma ferramenta eficiente e acessível. Utilizar a imagem e o texto em uma única perspectiva constrói-se uma teoria bilíngue que colabora para que os usuários de um AVEA possam entender melhor a estrutura e organização da informação do mesmo. A pesquisa realizada permitiu apontar áreas para trabalhos futuros no que tange outras barreiras comunicacionais que os surdos encontram em AVEAs.

Palavras-chave: Acessibilidade digital. Surdo. Letramento visual. Tecnologia educacional. Ambiente virtual de aprendizagem.

Link para Download: Daniel Henrique Scandolara

AMARAL, Melissa Ribeiro do. Empoderamento da Mulher Empreendedora: Uma Abordagem Visando o Enfrentamento de Barreiras. Dissertação, 2020.

A literatura evidencia que as conquistas obtidas pelas mulheres não são capazes de promover a equidade entre os gêneros. No âmbito do empreendedorismo, a mulher empreendedora enfrenta, além dos obstáculos que fazem parte da vida de um empreendedor, barreiras invisíveis em função do gênero. O objetivo dessa dissertação consiste em compreender o empoderamento da mulher como contribuição ao enfrentamento das barreiras que dificultam o empreendedorismo. Para que o objetivo proposto fosse atingido, a pesquisa foi conduzida por uma abordagem qualitativa, de cunho exploratório e descritiva. Os dados foram coletados por meio de enquete e questionário de competência empreendedora, com duas perguntas descritivas que permitiram a melhor seleção das entrevistadas. Foi feita a análise temática da entrevista semiestruturada com foco em incidentes críticos, aplicada em vinte empreendedoras de cinco cidades de Santa Catarina. Os resultados desta pesquisa identificaram que as barreiras do preconceito, da discriminação, do teto de vidro e da falta de empoderamento, autoconhecimento e autoconfiança permeiam as barreiras da dupla jornada ou conflito trabalho-família, barreiras socioculturais e a obstrução masculina. Também foi possível identificar que as mulheres empreendedoras conquistam o espaço no âmbito do empreendedorismo a custa de mais esforço e dedicação que seus pares masculinos. Para se inserirem nesse ambiente, elas têm atitude e lançam mão de características femininas como a calma, paciência e persistência, marcam posição, mostram competência, adquirem autoconfiança e enfrentam suas barreiras internas. Nesse sentido, o empoderamento da mulher aparece como um caminho a ser trilhado pelas empreendedoras no enfrentamento das barreiras ao empreendedorismo.

Palavras-chave: Empoderamento da mulher. Mulher empreendedora. Barreiras ao empreendedorismo.

Link para download: Melissa Ribeiro do Amaral

BATISTA, Alessandra Duarte. Sistemática para Adoção de Observatórios Tecnológicos de Conhecimento como Práticas de Gestão do Conhecimento Organizacional. Dissertação, 2019.

Observatórios de conhecimento, na forma tecnológica, são instrumentos de apoio ao planejamento e à gestão em diversos domínios de atividade socioeconômica. Este estudo tem como objetivo estabelecer uma sistemática para a adoção de Observatórios Tecnológicos de Conhecimento (OTCs) como prática de Gestão do Conhecimento Organizacional (GCO). A partir da compreensão do contexto organizacional, propõe-se uma sistemática de apoio à definição e implantação de OTCs em ambientes de inovação. Reconhecendo a falta de consenso na literatura para o conceito de “Observatórios”, este trabalho partiu da caracterização desses instrumentos e da identificação e classificação de seus benefícios no apoio em processos de tomada de decisão estratégicos a uma organização, em diferentes áreas de geração de valor. Entre esses, um dos mais relevantes é o apoio à gestão organizacional, principal protagonista na geração de valor baseado em conhecimentos. Neste trabalho, OTCs são compreendidos como instrumentos tecnológicos de apoio à criação e gestão de competências em redes de indivíduos, grupos, organizações ou regiões, em diferentes domínios socioeconômicos. A partir da aplicação da Metodologia CommonKADS, modelo da organização e do método Design Science Research (DSR), foi desenvolvida e aplicada uma sistemática para desenvolvimento de OTCs. A sistemática foi aplicada em um Projeto de Referência no setor de energia. Como resultados, obteve-se o apoio às etapas de concepção, especificação, desenvolvimento e implantação do Observatório, com inclusão de atributos que o potencializam a se transformar em prática de gestão do conhecimento na organização.

Palavras-chave: Conhecimento. Construção do conhecimento. Observatório. Observatórios de conhecimento tecnológicos. Coprodução.

Link para Download: Alessandra Duarte Batista