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SIMON, Rangel Machado. ADAPTAÇÃO COMO MÍDIA PARA O CONHECIMENTO: UMA ANÁLISE DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM UTILIZADOS EM DISCIPLINAS DE GRADUAÇÃO. Dissertação, 2017.

O presente trabalho questiona como ambientes virtuais de aprendizagem (AVA)
adaptativos conseguem aperfeiçoar a capacidade de codificação, disseminação e
aplicação do conhecimento pelo usuário, nas diferentes mídias, bem como o que
difere um ambiente adaptativo dos demais. Para isso, foi dividido em: a) pesquisa
exploratória, b) levantamento bibliográfico da literatura, c) observação
sistemática, d) pesquisa-ação quantitativa e qualitativa, e) análise e discussão dos
resultados e f) conclusão e trabalhos futuros. Na pesquisa-ação (quarta e principal
etapa deste trabalho), foi dividida em quatro ciclos, iniciando com a construção do
conhecimento pelos participantes; aplicação dos critérios na amostra por aqueles
e pelo pesquisador; aplicação e fixação do conhecimento adquirido pelos
primeiros e feedback dos participantes por meio de questionário de questões
objetivas e dissertativas. Como principais resultados, constatou-se que os
ambientes virtuais de aprendizagem adaptativos conseguem codificar dados com
mais eficácia em relação aos tradicionais (não-adaptativos), já que possuem
tecnologia voltada para isso. Essa codificação amplia a possibilidade de melhoria
na disseminação e aplicação de conhecimentos de maneira eficiente, já que a
análise de dados faz com que se conheça o estudante e se crie um espaço mais
propenso para a aprendizagem, melhorando o processo de construção de
conhecimento.

 

Link para download: Rangel Machado Simon

ZACARKIM, Valder Lemes. A CAPACIDADE EMPREENDEDORA COMO FATOR CRÍTICO DE SUCESSO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Dissertação, 2017.

O Gerenciamento de Projeto é uma atividade composta por diversas áreas de conhecimento, ferramentas e processos que visam facilitar o planejamento, o controle, a execução e o cumprimento de um objetivo. Contudo, a condução e utilização da metodologia de forma a atingir os objetivos, depende das capacidades do Gerente de Projeto, muitas vezes aquém de todas as necessidades específicas do projeto. Essas capacidades são cada vez mais demandadas pelas organizações por estarem em consonância com o dinamismo tecnológico presente no mercado atual. Portanto, em se tratando de geração de valor, a capacidade do indivíduo em inovar, empreender e, por conseguinte atender satisfatoriamente aos Fatores Críticos de Sucesso de um projeto são fundamentais para a manutenção da competitividade das Empresas de Base Tecnológica. Diante deste contexto, o objetivo desta dissertação consistiu em verificar as relações existentes entre a Capacidade Empreendedora de Gerentes de Projeto e os Fatores Críticos de Sucesso de Gerenciamento de Projetos em uma Empresa de Base Tecnológica. Para atingir o propósito traçado, metodologicamente assumiu-se uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório e descritivo. Os dados foram coletados por meio de uma pesquisa bibliográfica e de um estudo empírico em uma Empresa de Base Tecnológica, mediante pesquisa documental, entrevista semiestruturada e questionário elaborado no projeto Skills para a obtenção da Capacidade Empreendedora. Como resultado desta pesquisa, em linhas gerais, verificou-se que as relações identificadas permitem uma análise diferenciada do Gerente de Projeto no tocante à sua capacidade de atendimento aos FCS de um projeto. Além disso, compreendeu-se que estas relações podem ajudar na definição de qual o perfil necessário do gestor, bem como quais são os pontos que precisam ser evoluídos para o gerenciamento satisfatório de um projeto. Por fim, identificou-se que o maior desafio do Gerente de Projeto é também o maior desafio do Empreendedor, uma vez que ambos precisam das capacidades de gestão bem desenvolvidas para atuar em seu empreendimento ou projeto.

 

Link para download: Valder Lemes

ALMEIDA, Thábata Clezar de. O COMPARTILHAMENTO DO CONHECIMENTO EM PORTAIS DE E-PARTICIPAÇÃO LEGISLATIVA. Dissertação, 2017.

Esta dissertação compara o compartilhamento do conhecimento de portais de e-participação governamentais e não governamentais, partindo-se da hipótese de que é possível, desde que com base em um checklist de critérios, modelados com base nas etapas do processo do conhecimento. A justificativa para um estudo comparativo como esse se dá em razão da escassez de pesquisas sobre o tema, malgrado a Cartilha Nacional de Governança Digital ressalte a importância de seu estudo, inclusive sugerindo métricas. Assim, observar como se dá o compartilhamento do conhecimento pode apontar no que é possível aprimorar os modelos de eparticipação governamentais e estreitar a relação entre Estado e cidadão. Para alcançar os objetivos traçados, a metodologia dividiu-se em sete etapas. Como principais resultados encontrados, pode-se mencionar, de início, que a aprovação de projetos de lei sobre a e-participação, em tramitação na Câmara dos Deputados, pode influenciar significativamente no aumento de participações em modelos governamentais, ao permitir projetos de lei de iniciativa popular pela internet, reconhecendo a eparticipação como um serviço público e aumentando os investimentos na democracia eletrônica, na transparência e na disponibilidade. Ademais, a ausência de glossários em todos os portais também foi constatada, asseverando a exclusão digital e prejudicando a qualidade do debate. Por fim, observou-se que todos os modelos precisam adaptar a sua interatividade e publicidade em redes sociais mais usadas por Young Millennials, se quiserem sustentar e até mesmo ampliar as participações.

 

Link para download: Thabata Clezar de Almeida

VALDATI, Aline de Brittos. PROCESSO DE SELEÇÃO DE IDEIAS EM EMPRESAS INOVADORAS, Dissertação.

A capacidade de inovar é essencial para as empresas no contextual atual, pois é um fator que permite manterem-se competitivas no mercado. A inovação pode ser entendida como um processo, possível de ser gerenciado, que exige a combinação de novos conhecimentos e a transformação de ideias em negócios. Esse processo tem como primeira parte, o Front End, o qual é responsável, dentre outras tarefas, em selecionar ideias que poderão tornar-se possíveis produtos. Essa tarefa é considerada crítica, pois, o resultado desta, influenciará o sucesso final da inovação. A escolha de quais ideias seguirão adiante, é uma tomada de decisão importante que está envolta em incertezas e as empresas devem estar atentas a isso, trabalhando de forma que não torne esse processo subjetivo ou racional. Desse modo o objetivo desta pesquisa é analisar como ocorre o processo de seleção de ideias em organizações inovadoras. Para isso foi conduzida uma pesquisa qualitativa, com pesquisa de campo em três empresas de Santa Catarina, de portes médio e grande. Os dados foram coletados em entrevistas semiestruturadas junto aos membros das empresas envolvidos diretamente no processo de inovação. Como resultado, ao se comparar as etapas do processo de seleção de ideias encontrados na literatura com os da pesquisa de campo, bem como os critérios, conclui-se que o processo de seleção de ideias ocorre de forma definida em duas e não estruturada em outra, porém, as três baseiam a sua seleção em critérios pré-definidos. Esses critérios são correspondentes em alguns aspectos ao que a literatura apresenta e estão divididos entre aspectos técnicos e tecnológicos, econômicos e estratégicos. Entretanto, além de ter esses critérios definidos, as empresas ainda carecem de métodos mais estruturados tanto para tomar a decisão final quanto para tratar o grande volume de ideias. A pesquisa pode contribuir para o campo teórico e prático, primeiro a partir do estudo e compreensão de como acorre o processo de seleção e assim acrescer de novos conhecimentos e o segundo, para as organizações aprimorarem o processo e desenvolverem novas soluções, ainda que o estudo apresente como limitação principal o fato dos resultados não poderem ser generalizados.

Link para download: Aline de Brittos Valdati 

PEREIRA, Larissa Mariany Freiberger. OGDPub: UMA ONTOLOGIA PARA PUBLICAÇÃO DE DADOS ABERTOS GOVERNAMENTAIS. Dissertação, 2017.

Embora um número significante de agências governamentais vem aderindo ao movimento de dados abertos, no Brasil os municípios enfrentam sérias dificuldades para se inserirem neste movimento. A maior parte dos municípios não disponibilizam seus dados brutos, apenas relatórios com informações já processadas. Observa-se ainda uma considerável dificuldade para encontrar estes dados na Web e, quando encontrados, não é tarefa simples compreendê-los. Se os dados não são encontrados ou não são compreendidos, tornam-se subutilizados. Neste sentido, a presente pesquisa propõe uma ontologia de domínio (OGDPub) que apoie a publicação de dados abertos governamentais publicados por municípios brasileiros. A ontologia proposta fornece um arcabouço de metadados para descrição dos datasets, permite que a estrutura organizacional do município seja representada e propõe uma classificação dos datasets em uma linguagem compreensível ao cidadão. Espera-se, com isso, que estes dados sejam encontrados mais facilmente na Web, que sua compreensão seja mais simples e, por fim, que seja dada proveniência aos datasets. A verificação da OGDPub se deu em duas etapas, a saber: (1) instanciação de datasets reais de uma cidade brasileira na ontologia e (2) realização de consultas SPARQL simulando buscas realizadas por usuários. Por fim, acredita-se que a OGDPub colabore para que os dados governamentais oriundos de municípios brasileiros sejam disponibilizados ao público em formato aberto e que seu uso seja facilitado.

Link para Download: Larissa Maryane Freiberger Pereira

MARQUES, Demis. MODELO PARA AUDITORIA DO CONHECIMENTO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO. Dissertação, 2017.

A implantação da gestão do conhecimento (GC) no gerenciamento de projetos tem sua relevância reconhecida pela literatura científica e apresenta desafios distintos da gestão do conhecimento organizacional em especial pelos elementos de temporalidade (projetos tem um período de duração definido) e singularidade (objetivos orientados a um propósito específico). Em especial, destaca-se aqui a etapa da GC que se refere a auditoria do conhecimento. A auditoria do conhecimento (AC) está na primeira fase da implantação da gestão do conhecimento, na fase de diagnóstico. A AC é uma revisão dos ativos de conhecimento da uma organização e sistemas de gestão do conhecimento. Tem como principal resultado a demonstração de onde o valor está sendo criado através de capital humano e estrutural, destacando os pontos onde as ações de gestão do conhecimento podem ser melhor aplicadas. O objetivo deste trabalho é a elaboração de um modelo para auditoria do conhecimento, para o contexto específico de gerenciamento de projetos. O processo de auditoria do conhecimento é constituído por um conjunto de etapas representadas na literatura por modelos de auditoria do conhecimento. Foi realizada uma revisão da literatura buscando encontrar modelos que pudessem contribuir para os resultados desta pesquisa. Nesse processo treze modelos foram encontrados, que atendiam os critérios definidos. Esses modelos foram comparados entre si e seus elementos essenciais foram utilizados para composição de um meta-modelo. Esta proposta de modelo contou ainda com a incorporação de elementos específicos para projetos como dimensões de análise relacionadas a temporalidade (conhecimentos no ciclo de vida do projeto) e singularidade (tipos de conhecimento em projetos). Como forma de verificação do modelo proposto foram realizadas três etapas: verificação prévia, interna e externa, esta última a partir de grupo focal com especialistas em projetos. O resultado é um modelo de auditoria do conhecimento para gerenciamento de projetos que contém seis etapas: planejamento, mobilização, inventário do conhecimento, fluxos do conhecimento, resultados e re-auditoria. O estudo contribui para o avanço de pesquisas sobre o tema, em especial apresentando o estado da arte sobre auditoria do conhecimento, modelos de auditoria do conhecimento e por fim a proposição de um modelo de auditoria do conhecimento para gerenciamento de projetos, que pode contribuir, para que praticantes em projetos lancem mão do modelo a fim de melhorar seus processos de gestão do conhecimento em projetos. Como limitação a esta pesquisa destaca-se que não houve aplicação do modelo ficando esta etapa como sugestão para trabalhos futuros.

Link para download: Demis Marques

MARTÍNEZ, Diego Jessie. Sistema Baseado em Conhecimento (SBC) de Apoio à Capacitação Organizacional. Dissertação, 2017.

Evitar a perda da memória organizacional e a dependência de uma ou poucas pessoas é um desafio da Era do Conhecimento. Conhecimentos chave são aqueles vitais para o cumprimento da missão, permitem alcançar os objetivos estratégicos e estão alinhados com a construção da visão organizacional. Conhecimentos chave, independentes do nível (estratégico, tático ou operacional), criam vantagens competitivas de longo, médio e curto prazo. O objetivo desta pesquisa é propor um Sistema Baseado em Conhecimento (SBC) de apoio à capacitação organizacional. A aplicação foi realizada em uma instituição bancária. É utilizado um método que combina a metodologia de engenharia de ontologias e método incremental de desenvolvimento. Engenharia de ontologias é uma metodologia, da Engenharia do Conhecimento (EC), para o desenvolvimento ordenado e por etapas de SBC. O método incremental permite chegar de forma ágil no primeiro protótipo, para posteriormente, ir incorporando novas funcionalidades em ciclos curtos sucessivos. Como resultado deste trabalho, tem-se a proposta de um SBC, suportado por ontologia, para apoio ao aprendizado e ferramenta de consulta no domínio do curso Autorregulação Bancária – Conhecimentos Gerais. Adicionalmente, foram propostas métricas de avaliação do desempenho da Gestão do Conhecimento (GC) para este e outros cursos de capacitação semelhantes na organização. A aplicação do método permitiu concluir que a metodologia híbrida, aqui proposta, auxilia efetivamente o desenvolvimento de SBC de apoio à capacitação organizacional, pudendo ser replicável em outros cursos, e tendo como critérios fundamentais a agregação de valor, a escalabilidade e a interoperabilidade.

 

Link do Download: Diego Jessie Martínez

CARDOSO, Alexandra Sombrio. A Pedagogia Psicodramática como Forma de Construção do Conhecimento: Uma Experiência na Disciplina Metodologia de Pesquisa no Ensino Superior. Dissertação, 2017.

A educação está mudando. A cada dia exige-se um ensino de qualidade e, sobretudo, transformador e construtor do conhecimento humano. Como consequência desse contexto, as instituições educacionais, nelas incluídas as universidades, estão e precisam cada vez mais de aperfeiçoamento e de expansão, tanto prezando pela qualidade da educação quanto pela manutenção e aumento no número de alunos. Assim, a adoção de métodos inovadores pedagógicos se faz necessário. Uma possibilidade é a Pedagogia Psicodramática, criada pela pedagoga argentina Maria Alicia Romaña. O objetivo desta dissertação analisar a Pedagogia Psicodramática como forma de construção do conhecimento na disciplina de metodologia de pesquisa no ensino superior.  Metodologicamente este estudo é uma pesquisa qualitativa, que buscou dados por meio de uma pesquisa-ação, com uma de amostra de trinta (30) acadêmicos da segunda fase do curso de Psicologia do UNIBAVE. Em relação aos procedimentos, primeiramente aplicou-se um questionário investigativo inicial (dezenove perguntas-informações socioeconômicas acerca da metodologia de pesquisa), ainda foram elaboradas e desenvolvidas três aulas sobre metodologia de pesquisa com a utilização de recursos didáticos característicos da pedagogia psicodramática.  Após a análise, foi possível perceber que recursos como o lúdico, as técnicas teatrais, a espontaneidade, a expressão corporal, a interação social, a criatividade, o jogo dramático e técnicas psicodramática facilitaram o entendimento sobre o conteúdo exposto pelo docente da referida disciplina. A aplicabilidade do método também permitiu uma maior interação entres os integrantes, e o rompimento de algumas conservas culturais, em relação ao ensino tradicional. Como consequência da aula expositiva, mais a aplicabilidade dos recursos da referida pedagogia, pode-se perceber que os acadêmicos se apropriaram dos conteúdos metodologia de pesquisa, principalmente reconhecendo a importância e relevância da mesma para vida acadêmica e profissional.

 

Link do Download: Alexandra Sombrio Cardoso

PRIM, Marcia Aparecida. ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DAS REDES DE COLABORAÇÃO PARA INOVAÇÃO SOCIAL NO CONTEXTO DE INCUBADORAS SOCIAIS. Dissertação, 2017.

A inovação social busca soluções para os problemas sociais de forma a promover mudanças benéficas a um coletivo. Ela é expandida por meio de processos colaborativos, envolvendo atores de diversas áreas que se conectam em redes, na busca de melhores soluções para satisfazer as necessidades da sociedade. O objetivo da presente pesquisa é identificar os elementos constitutivos das redes de colaboração para inovação social, no contexto das incubadoras sociais. Para isso foi realizada uma pesquisa qualitativa e descritiva, do tipo estudo de caso, em uma incubadora social. Os dados foram coletados através da análise documental e entrevistas semiestruturadas. Como resultado, ao se comparar os elementos que constituem as redes de colaboração encontrada na literatura e no estudo de caso, observou-se que os mesmos apresentam grandes semelhanças. Os elementos constitutivos das redes de colaboração são: os parceiros, a colaboração, a autogestão, os recursos, a aprendizagem e a sustentabilidade. Esta pesquisa evidencia o papel do empoderamento como um resultado da formação da rede de colaboração e apresenta também os facilitadores e as barreiras a essa formação, com destaque a forma de gestão e a liderança compartilhada. Esta dissertação contribui para a academia, a partir do momento que aproxima o saber acadêmico do saber popular, por meio de uma pesquisa empírica. Contribui com a prática da gestão do conhecimento em organizações, visto que apresenta os elementos constitutivos das redes de colaboração, para construção coletiva do conhecimento.

 

Link do Download: Marcia A. Prim