Home » Archive by category "Gestão do Conhecimento" (Page 5)

WILLERDING, Inara Antunes Vieira. Arquétipo para o Compartilhamento do Conhecimento à Luz da Estética Organizacional e da Gestão Empreendedora. Tese, 2015.

Em face de um ambiente cada vez mais turbulento, o cenário mercadológico requer dinamismo e tomada de decisão com presteza e eficiência, provocando a necessidade de constantes modificações estratégicas e de gestão. Nessa nova configuração, as empresas precisam de gestores com percepções voltadas para a sensibilidade e flexibilidade alinhadas com os objetivos organizacionais, considerando o valor do colaborador, suas habilidades e capacidades de adaptação perante suas vivências; abrindo, assim, espaço para a criação e o compartilhamento do conhecimento, rumo a novas oportunidades e novos processos de inovação, tornando-as organizações empreendedoras, que as fazem ter no seu alicerce organizacional seus colaboradores e seu capital intelectual, movidos pelo conhecimento cognitivo, apoiados pela percepção sensorial, em conjunto com seu juízo estético, gerando conhecimento e diferencial competitivo para a empresa. O objetivo desta tese consistiu em desenvolver um arquétipo para o compartilhamento do conhecimento à luz da estética organizacional como contribuição para a implantação da gestão do conhecimento em organizações empreendedoras. Para atingir o objetivo proposto, metodologicamente assumiu características de pesquisa exploratória e descritiva, aplicada e bibliográfica, tendo em sua trajetória o uso de instrumentos, como a análise de conteúdo categorial. Os dados foram coletados por meio de estudo empírico em uma organização empreendedora, mediante pesquisa documental e entrevista semiestruturada. Como resultado desta pesquisa, tem-se o desenvolvimento do arquétipo pautado em fatores idiossincráticos e organizacionais sob a lente da estética organizacional, sendo este validado em uma organização empreendedora, refletida nesta tese pelo Grupo SCC, regido por nove unidades de negócio e uma fundação.

Link para download: Inara Antunes Vieira Willerding

ZARELLI, Paula Regina. Framework para Avaliação das Capacidades Dinâmicas Sob a Perspectiva do Capital Intelectual. Tese, 2015.

Os modelos atuais de gestão do capital intelectual evidenciam seu aspecto avaliativo por meio de indicadores. Porém, a literatura aponta lacunas relacionadas à capacidade de resposta desta avaliação ao ambiente, ou avaliação da capacidade dinâmica da organização na rede, locus deste estudo. Diante do quadro descrito e das lacunas de pesquisa sobre as capacidades dinâmicas relacionadas ao capital intelectual, a presente tese objetivou propor um framework para avaliação das capacidades dinâmicas a partir do capital intelectual. Os elementos que compõem o framework foram construídos com base na abordagem teórica que considerou as dimensões do capital intelectual: capital humano, capital relacional e capital estrutural; e na perspectiva que considerou os processos: sentir as oportunidades do mercado, reconfigurar recursos e integrar recursos, das capacidades dinâmicas. O framework foi operacionalizado por meio de pesquisa quantitativa, delineamento não experimental, corte transversal, método dedutivo e tipo exploratória. Os procedimentos metodológicos utilizaram a análise de regressão linear múltipla como técnica de validação do modelo de análise da pesquisa. A área de aplicação do estudo foi representada por organizações na rede, participantes da ACATE – Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia; APL Centro Software (RS) e APL TI Sudoeste (PR). Os resultados sugerem relação entre todas as dimensões do capital intelectual. Além disso, evidenciam possível influência do capital humano e do capital relacional no desempenho financeiro, no contexto das organizações participantes da pesquisa. Adicionalmente, fornecem suporte sobre a importância das capacidades dinâmicas relacionadas ao capital intelectual, como ponto inicial de partida dos estudos. As descobertas sugerem indicadores que contribuem em termos teóricos com um instrumento inédito de pesquisa; e, em termos práticos com o direcionamento de investimentos da organização, no conjunto adequado de recursos de capital intelectual para obtenção de vantagem competitiva.

 

Link para download: Paula Regina Zarelli

VICENTINI, Luiz Carlos. A Liderança Autêntica em Contexto Extremo: As Vivências do BOPE – Batalhão de Operações Policiais Especiais de Santa Catarina. Tese, 2015.

Estudiosos trabalharam fortemente, na primeira década deste século, focados para o desenvolvimento de um modelo genuíno de liderança que permitisse enfrentar os desafios éticos, tecnológicos, de competitividade e de marketing que rondam as organizações ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, verificou-se na literatura a exigência para que se desse maior atenção ao contexto organizacional como fator que poderia afetar e ser afetado pela liderança. A presente pesquisa originou-se da constatação de que há lacunas nos estudos sobre liderança autêntica, principalmente quando associada ao contexto extremo, após realização de uma revisão integrativa sobre o tema. O objetivo foi compreender como se manifesta a liderança em eventos que se caracterizam como contexto extremo, comparando as atividades realizadas em contexto de normalidade e extremo. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, que teve como abordagem metodológica a etnografia. A dificuldade em observar o sujeito no exato momento em que ocorre a ação em contexto extremo levou à complementação do estudo etnográfico com outro, o fenomenológico, com os objetivos de explorar, descrever e analisar experiências vividas individualmente por policiais do BOPE – Batalhão de Operações de Polícia Especial – SC. A pesquisa incluiu a observação direta das interações entre os participantes durante sua rotina de trabalho e a realização de entrevistas a partir de um roteiro semiestruturado. Os dados obtidos foram analisados e interpretados através da análise categorial temática, com o auxílio do software ATLAS.ti. Os resultados mostraram que as características de liderança em situação de normalidade dentro do quartel se mantêm quando os militares são submetidos a condições de contexto extremo, porém há flexibilidade em delegar a liderança neste contexto, baseada nas habilidades e na formação para atingir os objetivos. As relações hierárquicas predominam no BOPE e a patente e a antiguidade é que determinam, a priori, as relações de autoridade e poder. Líder e Comandante exercem funções diferentes, que podem se confundir, a depender das características de liderança do Comando. A liderança se processa em um clima de cooperação, confiança e lealdade que se estabelece naturalmente na convivência e na intimidade, tendo como base a competência para enfrentar a situação dada. Os seguidores são consultados, seja em situação de normalidade ou contexto extremo e veem valorizadas suas opiniões, o que é característica da liderança autêntica. O líder tem características de um líder autêntico, pois acompanha seus seguidores nas missões, é parceiro, troca informações, tem flexibilidade para delegar, atua como um espelho, e, assim consegue
a aderência do grupo. Conclui-se que as relações de liderança no BOPE se caracterizam como liderança autêntica, que se concretiza de forma mais concreta e sólida em contexto extremo. Estes resultados contribuirão para o avanço científico da temática pesquisada, tendo em vista seu ineditismo e as considerações práticas na área de liderança, cujos desdobramentos serão fundamentais para o aprimoramento das relações de liderança autêntica no contexto militar e nas demais organizações.

 

Link para download: Luiz Carlos Vicentini

TRIERVEILER, Heron Jader. Orientações para a Aplicação do Conhecimento Organizacional no Contexto de Iniciativas de Inovação no Modelo de Negócio. Dissertação, 2015.

As discussões acadêmicas publicadas recentemente nos campos da gestão estratégica, da inovação, do empreendedorismo e da teoria econômica incorporaram o conceito de modelo de negócio. Ainda que não tenham chegado a um entendimento comum quanto à sua definição, grande parte dos trabalhos relaciona modelos de negócios à lógica fundamental de uma empresa para criação e captura de valor. Não só a academia, mas também o universo empresarial têm levantado discussões sobre modelo de negócio e esta realidade já foi comprovada por pesquisas recentes que indicaram que 30% dos esforços que as empresas consultadas dispenderão em inovação nos próximos anos serão direcionados à inovação no modelo de negócio. Ainda que pareça evidente a estreita relação entre conhecimento organizacional e inovação no modelo de negócio, poucos autores estabelecerem e trataram explicitamente desta relação. Ao trabalhar na intersecção entre as duas disciplinas, esta pesquisa, de cunho teórico, tem como resultado a proposição de um conjunto de orientações para a aplicação do conhecimento organizacional no contexto de iniciativas de inovação no modelo de negócio das organizações. Por meio de uma revisão integrativa da literatura que combinou temas como conhecimento organizacional, modelo de negócio e disciplinas adjacentes a ambos, identificou-se um conjunto de quatro fatores relacionados ao conhecimento organizacional que, quando considerados, potencializam as chances de sucesso das iniciativas de inovação no modelo de negócio. Este trabalho detalha, ainda, os aspectos teóricos e práticos de cada um dos fatores e organiza-os na forma de orientações que podem ser incorporadas por aqueles que estão envolvidos em iniciativas de inovação no modelo de negócio. Por fim, apresenta a sumarização dos resultados em um esquema que pode ser tomado como referência para pesquisas futuras ou por gestores que desejam se beneficiar pelas oportunidades proporcionadas pela inovação no modelo de negócio.

 

Link para download: Heron Jader Trierveiler

TSCHUMI, Henrique de Sá. Fluxo do Conhecimento sobre Plantas Medicinais em uma Rede de Atores da Grande Florianópolis. Dissertação, 2015.

O conhecimento tradicional sobre plantas medicinais tem um importante papel no tratamento de saúde da população e descoberta de novos compostos ativos para medicamentos. Devido ao acesso ampliado à métodos alopáticos, esse conhecimento corre risco de se perder, uma vez que os jovens não se interessam em aprender os conhecimentos que os mais velhos possuem. O compartilhamento deste conhecimento é peculiar, pois na maioria das vezes limita-se à verbalização ou prática. Já a gestão do conhecimento é uma nova disciplina que, através dos pilares, processos, tecnologia, pessoas e liderança, objetiva criar valor, com a criação e compartilhamento do conhecimento. Assim, o objetivo deste trabalho foi identificar o fluxo de conhecimento sobre plantas medicinais na Grande Florianópolis/SC. A etnografia foi a metodologia utilizada como embasadora para coleta e tratamento dos dados. Observou-se que o compartilhamento e o armazenamento do conhecimento é influenciado pelos: (i) atores (fonte, canal, receptor); (ii) motivação em compartilhar e buscar; (iii) obstáculos e barreiras que reduzem o processo; e (iv) contexto favorável. Os principais fatores envolvendo o compartilhamento são o contexto, existir alguém próximo com problemas de saúde, e a motivação, de querer que essa pessoa melhore. A rede social de conhecimento sobre plantas medicinais na região da Grande Florianópolis necessita de poucos intermediários para se alcançar outros atores dentro da rede, facilitando o fluxo do conhecimento.

 

Link para download: Henrique de Sá Tschumi

TRINDADE, Evelin Priscila. Alternativas para Implantação de Gestão do Conhecimento em Pequenas e Médias Empresas – Pme: Um Estudo de Caso em Empresas Catarinenses. Dissertação, 2015.

Este trabalho tem como objetivo propor alternativas de implantação de gestão do conhecimento em três PME localizadas no estado de Santa Catarina, a partir da análise das atividades principais propostas em um framework de Gestão do Conhecimento. Trata-se de um estudo de casos múltiplos do tipo descritivo e exploratório, cuja escolha do framework partiu de uma revisão sistemática da literatura que resultou na análise final de 23 documentos. Dentre eles foi escolhido o Guia Europeu de Boas Práticas em Gestão do Conhecimento, que apresentou a implantação de um framework em PME. Após a definição do framework, foi realizada uma coleta de dados utilizando um instrumento sugerido pelo próprio framework europeu, que identificou o armazenamento como a atividade crítica do conhecimento nas três PME estudadas. Uma nova coleta de dados foi realizada para se obter mais informações sobre a atividade de GC armazenamento, em cada uma das empresas estudadas. Feito isso, foram pesquisados instrumentos de GC voltados à atividade de armazenamento. Dois instrumentos foram selecionados para elaboração de planos de implantação. Estes instrumentos foram verificados por três especialistas em GC e dois representantes das PME, que também escolheram qual deles deveria constar no plano final de implantação da sua organização. Por último, foram utilizadas as sugestões dos especialistas e dos representantes das empresas para a elaboração dos planos de implantação da GC para cada uma das PME pesquisadas. Conclui-se que para o armazenamento de conhecimento em PME os instrumentos Gerenciamento Eletrônico de Documentos – GED e wiki podem ser importantes para auxiliar no armazenamento da informação e do conhecimento organizacional.

Link para download: Evelin Priscila Trindade

BUCHELE, Gustavo Tomaz, Adoção de Métodos, Técnicas e Ferramentas para Inovação: um levantamento em organizações catarinenses. Dissertação, 2015.

A inovação tem sido considerada como um elemento essencial para criar vantagem competitiva de longo prazo nas organizações. Porém, estimular e apoiar esse processo ainda é um desafio. Por sua vez, o efetivo uso de Métodos, Técnicas e Ferramentas para Inovação (MTF-I) pode ser um fator importante para apoiar o processo da gestão da inovação, aumentando suas chances de sucesso. Dessa forma, o objetivo da presente pesquisa é descrever os Métodos, Técnicas e Ferramentas para Inovação adotados em projetos executados em organizações catarinenses. Para isso, a pesquisa foi conduzida por uma abordagem quantitativa de cunho exploratório e descritivo. Os dados foram coletados através de um levantamento (survey) em organizações catarinenses utilizando questionários fechados na internet. Como principais resultados, verificou-se que são conhecidos muitos MTF-I, porém poucos são utilizados. Além disso, observou-se, assim como na literatura, que eles são mais frequentemente utilizados no front end da inovação, mas que podem ser utilizados nas demais fases do processo, o que demonstra flexibilidade e iteratividade do processo de inovação. Percebeu-se, também, a ênfase para processos de captura e criação de conhecimento, demonstrando o elo existente entre a inovação e a gestão do conhecimento. Foi possível identificar que a utilização de MTF-I é importante para aumentar a competitividade e estes são utilizados principalmente para resolver problemas nas organizações. Nesse sentido, eles apresentaram alta satisfação após seu uso. Diante disso, a presente pesquisa contribui empiricamente com o tema, mesmo quando seus resultados não podem ser generalizados à todas as organizações catarinenses. Entretanto, tais resultados podem servir de ponto de partida para pesquisas futuras acerca do tema.

 

Link para download: Gustavo Tomaz Buchele

SILVA, Maria Emília da. A Relação do Marco Jurídico da Sapiens Parque S/A com o Processo de Inovação. Dissertação, 2015.

Sempre existiu uma busca por soluções que pudessem trazer uma vida melhor para a sociedade. O atual “século do conhecimento” não é diferente, no que diz respeito ao desenvolvimento científico e tecnológico, na busca por conforto e qualidade de vida. O desafio brasileiro, na atualidade, é tornar-se um país cujas atividades sejam intensivas em conhecimento, como instrumento de alavancagem para o desenvolvimento ambiental, econômico e social sustentáveis. O Estado de Santa Catarina conta com a UFFS, IFC, IFSC, EMBRAPA, UDESC, EPAGRI, com as instituições dos sistemas da ACAFE e da FIESC, instituições de ciência e tecnologia de excelência, empresas de tecnologia, incubadoras, institutos, fundações de apoio e educacional, que de forma pioneira vêm aplicando os mais diversos modelos para viabilizar o incentivo à inovação. Contudo, os empreendimentos existentes não possuem a segurança jurídica necessária, levando ao risco de responsabilizações pessoais, devido à ausência de normatização clara para o assunto. Será apresentado, neste estudo, o contexto dos parques tecnológicos em implantação/operação brasileiros, cujo objeto é abrir o leque de possibilidades de conhecimentos, informações, dados científicos e tecnológicos circularem no ambiente de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. A Sapiens Parque está projetado para desenvolver-se com características comerciais, com alta atratividade para implantação de projetos privados, orientado e direcionado com foco no ser humano, no conhecimento e sabedoria. O modelo societário aplicado no parque é a Sociedade de Propósito Específico (SPE), forma de sociedade anônima, que permite captar recursos ainda dentro das suas alternativas próprias de gerar valores mobiliários e atrair investidores. Será exposto, por fim, os desafios relativos a implantação de Parques Científicos e Tecnológicos, políticas públicas brasileiras de incentivos, marco jurídico da Sapiens Parque como facilitador do processo de inovação.

 

Link para download: Maria Emilia da Silva

FRAGA, Bruna Devens. Conhecimento como Ativo Organizacional: Estudo de Caso em Programa de Pós-Graduação. Dissertação, 2015.

No contexto atual das organizações, vistas como entes cognitivos, cujo principal ativo é o conhecimento, torna-se fundamental compreendê-lo como recurso e geri-lo de forma sustentável. Logo, é necessário utilizar métodos e estratégias para identificar e compreender o conhecimento de forma sistemática e orientada aos re-sultados e objetivos organizacionais. Neste cenário, a gestão do conhecimento é vista como uma abordagem integrada por processos de identificação, criação, compartilhamento, armazenamento e aplicação do conhecimento como recurso valioso para as organizações. No que tange a estes aspectos, alguns autores afirmam que para gerenciar é preciso mensurar, da mesma forma que as iniciativas de gestão do conhecimento necessitam ser avaliadas, a fim de certificar quais ações estão em andamento, como são percebidas pelos seus colaboradores e, quando necessário, elaborar redefinições estratégicas relacionadas à gestão do recurso conhecimento. Neste contexto, este trabalho tem por objetivo analisar o recurso conhecimento como ativo organizacional em um Programa de Pós-graduação. Trata-se de uma pesquisa de natureza aplicada, de abordagem quali-quantitativa, que por meio de estudo de caso analisa as dimensões e práticas de GC e a caracterização dos eixos de conhecimento crítico. Para isso, foi proposto um procedimento metodológico adaptado ao estudo de caso, que permitiu analisar de forma transversal o recurso conhecimento e identificar como o mesmo é percebido pelos docentes do Programa. Como resultado da aplicação e análise da correlação dessas dimensões, foi possível inferir sobre o papel da tecnologia da informação como suporte para realizar os processos da gestão do conhecimento. De forma a corroborar esta visão, deve-se potencializar as práticas de GC identificadas de forma a contribuir com os resultados e objetivos do Programa. Neste sentido, faz-se necessária uma liderança voltada para gerir o recurso conhecimento e articular as práticas consideradas informais pela organização, de forma a promover um maior alinhamento transversal entre as diferentes áreas de pesquisa. Quanto à visão estratégica do recurso conhecimento como um processo é suportada pela identificação e caracterização dos eixos críticos de conhecimento, que estão alinhados aos resultados e objetivos do planejamento estratégico do contexto estudado.

 

Link para download: Bruna Devens Fraga