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VEIGA, Carla. A Influência das Práticas da Gestão do Conhecimento na Fase do Pré-Desenvolvimento de Produto: Estudo de Caso em uma Empresa “Classe Mundial” do Setor Odontomédico. Dissertação, 2008.

As organizações inseridas nesse cenário extremamente globalizado necessitam para se manterem competitivas, aprimorar permanentemente suas estratégias de gestão visando o lançamento de produtos inovadores em um menor tempo, com menor custo e que atendam as necessidades do cliente. Pesquisas apontam que uma das formas de se obter destaque nesse ambiente, pode ocorrer através do Processo de Desenvolvimento de Produto – PDP. Considerando a relevância do PDP para as organizações, este trabalho tem por objetivo principal identificar as práticas de Gestão do Conhecimento – GC, e sua influência na fase do pré-desenvolvimento de produto. Estudos destacam que o sucesso do PDP relaciona-se diretamente a gestão eficaz do conhecimento, criado ao longo desse processo, principalmente devido ao grande número de pessoas envolvidas. Desta forma, para que o conhecimento gerado no PDP não se perca e possa ser aplicado em futuros projetos de desenvolvimento, se faz necessário a implementação de práticas voltadas a captura, armazenamento e compartilhamento desse conhecimento. No intuito de perceber a influência das práticas de GC, no âmbito do PDP, mais especificamente na fase do projeto de desenvolvimento, aplicouse um estudo de caso a partir da metodologia quali-quantitativa, exploratória e descritiva, embasada na revisão da literatura. A análise dos dados foi realizada sob o método da triangulação. O estudo foi conduzido a partir de entrevistas e questionários realizados junto às pessoas diretamente envolvidas com o PDP. Os resultados do trabalho apontaram, que a ausência de práticas voltadas a capturar, armazenar, documentar e compartilhar o conhecimento gerado no PDP está impactando nos custos de produção, dificultando a retenção do conhecimento, bem como no seu compartilhamento. Para finalizar, os resultados da análise demonstraram que embora a empresa apresente problemas no gerenciamento do conhecimento inerente ao PDP, a mesma vem empenhando-se para incorporar um novo raciocínio e foco gerencial para seu processo de desenvolvimento.

Link para download: Carla Veiga

MACEDO, Marcelo. TV Digital Interativa e Gestão do Conhecimento Organizacional. Tese, 2008.

Esta tese aborda a TV Digital Interativa como uma das tecnologias da Era do Conhecimento que podem auxiliar no processo de Gestão do Conhecimento organizacional. As aplicações e serviços de TVDI podem ser utilizados para fazer uma ponte estratégica entre essa nova tecnologia e o processo de Gestão de Conhecimento nas organizações. Nesse sentido, o objetivo principal desta pesquisa é propor um modelo para analisar a adequação do uso de recursos da TV Digital Interativa à Gestão do Conhecimento organizacional. Se as aplicações e serviços de TVDI forem usadas de maneira adequada, podem tornar-se um poderoso instrumento de criação, compartilhamento e disseminação de conhecimento nas organizações. O ineditismo, além da relação entre a Gestão do Conhecimento Organizacional e a TV Digital Interativa, também aparece na metodologia, pois não foi ainda desenvolvida uma relação entre o Modelo de Criação de Conhecimento de Nonaka e Takeuchi e as aplicações e serviços da TVDI. O modelo desenvolvido trata da relação entre as características e as cinco fases de criação de conhecimento do modelo de Nonaka e Takeuchi, e outra relação entre as aplicações e serviços de TVDI e as características do modelo de Nonaka e Takeuchi. A validação do modelo, com a definição dos conceitos de suporte, contexto e confiança, foi realizada a partir da relação entre a teoria sobre GCO e TVDI, a percepção do autor na aplicação do modelo, e entrevistas com especialistas em TVDI e GC sobre a análise realizada, o método desenvolvido e a necessidade de possíveis mudanças. O modelo foi considerado útil e pertinente por todos os especialistas e alguns pontos positivos foram destacados, tais como: utilidade para fixar o conteúdo; permite a utilização por qualquer tipo de organização; possibilita a paremetrização de cenário, permitindo a análise objetiva de novos negócios que podem surgir; e permite que sejam inseridas outras variáveis.

Link para download: Marcelo Macedo

OLIVEIRA, Angela M. Fleury. O papel da liderança na implementação do processo de responsabilidade social empresarial. Tese, 2008.

Para este trabalho foi feita uma pesquisa qualitativa, descritiva e longitudinal, envolvendo nove casos em três empresas brasileiras integrantes do Índice Dow Jones de Sustentabilidade. A pesquisa buscou compreender o papel da liderança na implementação do processo de Responsabilidade Social Empresarial, por meio de entrevistas e análise documental. A liderança, descrita como um processo de influência que ocorre no contexto de um grupo, ganha mais abrangência na implementação desse processo, em função das demandas, muitas vezes conflitantes, dos vários públicos interessados nos seus resultados. A complexidade das relações com diferentes atores aumenta os desafios da liderança para equilibrar resultados econômicos, sociais e ambientais, na perspectiva de longo prazo, e para colaborar com a sociedade na construção de uma nova ética planetária. Este estudo contribuiu para o entendimento do papel da liderança em contextos empresariais, nos quais têm sido implementados processos, conceitos e princípios da Responsabilidade Social Empresarial. A análise do papel da liderança foi realizada para compreender: a) os fundamentos da ação da liderança; b) as etapas de implementação do processo; c) os papéis exercidos e identificados no processo; d) as aprendizagens daí decorrentes e o referencial teórico que as suporta; e) a proposta de criação de valor sustentável à empresa. Os achados dizem respeito mais à importância dos fundamentos internos do que às padronizações legais na implementação do processo de Responsabilidade Social Empresarial. Verificou-se que esse processo demonstra aprendizagens de ciclo duplo e formas de perceber situações emergentes, de agir em consonância com elas, reduzindo preconceitos e formas históricas de emprestar sentido à realidade. Os papéis de liderança extrapolam aqueles tradicionais encontrados na literatura, e outros novos emergem ou se tornam ampliados com novos conteúdos. As teorias de liderança compartilhada, distribuída no grupo e complexa, permitiram melhor compreensão desse processo. A pesquisa pretendeu um entendimento inicial sobre como a liderança criou valor sustentável por meio de processos evolucionários e revolucionários paraos públicos interessados nos resultados da empresa.

Link para download: Angela Fleury

KRAMMES, Alexandre G. Aplicação de Workflow em Processos Judiciais Eletrônicos. Dissertação, 2008.

O objetivo desta dissertação é analisar a possibilidade de aplicação sistemas de workflow para a automatização de processos judiciais que tramitam em meio eletrônico. As duas primeiras etapas do estudo pretendem esclarecer de forma geral os dois principais assuntos abordados: o processo judicial e os fluxos de trabalho. Esta etapa é feita por meio de uma revisão bibliográfica sobre os dois assuntos, e visa trabalhar de forma conceitual os temas tratados. Depois, a análise volta-se para a integração entre a área jurídica e a tecnológica. Nesta etapa é ressaltado o aspecto multidisciplinar da proposta, demonstrando como surgiu e como se desenvolve tal integração. Ainda nesta fase será abordado o conceito e a atual situação do processo judicial eletrônico no Brasil, demonstrando o potencial que tal ferramenta possui para melhorar a tramitação dos processos. O último capítulo tem por objetivo demonstrar que processos judiciais são uma espécie de processos de negócio, consequentemente entidades passíveis de automação por um sistema de workflow. Por fim, demonstra-se através de três exemplos como é possível a automatização de determinadas fases processuais com a utilização de workflow.

Link para download: Alexandre Golin Krammes

SANTOS, Adélcio M. Didática ideal para o programa de pós-graduação em engenharia e gestão do conhecimento: especificidades e características andragógicas em análise. Tese, 2008.

O conhecimento constitui-se, hodiernamente, como um fator de sucesso para as organizações. Na sociedade do conhecimento e da informação, o conhecimento se transforma no fator-chave da economia pós-industrial e o principal determinante da mudança ocupacional. Os trabalhadores necessitam se adaptar as novas exigências em termos de educação e, por serem o capital humano da organização, também adquirem relevância uma vez que são responsáveis por todo o capital intelectual que a empresa possui, além de produzirem, compartilharem e transformarem o conhecimento em ação e resultados. Nesse contexto, a Gestão do Conhecimento se configura importante metodologia à disposição das organizações que contribui para criar, compartilhar e disseminar o conhecimento no intento de auxiliar a organização enfrentar da melhor forma possível às forças que o ambiente exerce sobre a organização. Em virtude da importância do conhecimento, a Gestão do Conhecimento tem adquirido espaço em meio à educação superior enquanto disciplina. A didática voltada para a Gestão do Conhecimento deve focar o ensino interdisciplinar e reflexivo. A didática auxilia o professor no planejamento, na orientação e no acompanhamento da aprendizagem do aluno, disponibilizando ao docente diferentes métodos e técnicas que o ajudam a criar situações de aprendizado. No ensino da Gestão do Conhecimento a relação entre aluno e professor não se deve configurar de forma unidirecional, mas sim permitir a participação do aluno, constituindo-se o professor como um facilitador do processo de aprendizado. Ademais, é essencial que o professor faça uso de atividades por meio das quais os alunos possam verificar o funcionamento dos ensinamentos na práxis.

Link para download: Adelcio M. dos Santos

FELICIANO, Antonio M. Contribuição da Gestão do Conhecimento para Ações Empreendedoras de Inclusão Digital. Dissertação, 2008.

O presente trabalho tem por objetivo analisar as contribuições das práticas de gestão do conhecimento no desenvolvimento de projetos de inclusão digital. Para sua construção, a fundamentação teórica procurou abordar a inclusão digital na perspectiva de um ambiente favorável à produção, registro e compartilhamento do conhecimento, além de se constituir num eficiente canal de comunicação entre organizações e disseminador de ações de políticas públicas. Um projeto de inclusão digital deve ser encarado como algo mais amplo e complexo do que simplesmente se disponibilizar recursos de hardware e software para usuários pouco familiarizados com esse tipo de tecnologia. Incluir pessoas comuns num mundo onde a dinâmica das informações atinge velocidades humanamente difíceis de acompanhar exige a implementação de processos de gestão do conhecimento, visão e atitudes empreendedoras. No caso catarinense, a atuação se dá em locais comuns, o meio rural, onde as carências sociais são semelhantes, o distanciamento geográfico implica necessariamente na atuação em rede, além de os usuários fazerem parte de origens culturais diferentes. Sob o ponto de vista da administração do conteúdo diariamente produzido nas unidades de inclusão digital, à luz da perfeita interação entre, tecnologias da informação e comunicação (TICs), conteúdos e usuários, se pretendeu analisar em que medida as práticas de gestão do conhecimento podem contribuir e permitem, eficazmente, o desenvolvimento de diferentes ações, de variadas organizações num único espaço. Dentre as ações de inclusão digital levantadas, e também o Programa de Inclusão Digital Beija-Flor apresentou características suficientes para ser selecionado como objeto de pesquisa de campo. Entre outras, as unidades de inclusão digital ou telecentros estão instalados no meio rural catarinense. Observou-se uma significativa capilaridade, apoio interinstitucional, e também da disponibilidade de informações necessárias ao estudo. Nesse contexto procurou-se destacar também as características empreendedoras dessa iniciativa, além de apresentar elementos da gestão do conhecimento que contribuem para com o desenvolvimento de suas atividades.

Link para download: Antonio Marcos Feliciano

REICHERT, Fernando. Modelo de criação de espaços de colaboração em parcerias público-privadas – PPP por meio de Comunidades de Prática – CoP. Tese, 2008.

O objetivo da presente tese é a concepção de um modelo de criação de espaços de colaboração em PPP por meio de Comunidades de Prática – CoP. O modelo consiste no cultivo de uma CoP entre os atores sociais da inter-organização da parceria, com base num planejamento sistêmico e participativo que utiliza a Metodologia de Sistema Soft – SSM. Os laços sociais das CoP formam padrões de interação entre os parceiros e uma cultura inter-organizacional para a colaboração, e a participação na SSM favorece a criação de valores comuns, o que permite a formação de contextos adequados para o compartilhamento de conhecimentos tanto na dimensão da cultura como na dimensão da abstração. Como o modelo se aplica a qualquer tipo de parceria, independentemente de ser disciplinada por leis de PPP, o mesmo teve a sua aplicabilidade e consistência testadas em uma parceria, formalizada por um convênio entre empresas graneleiras, públicas e privadas, que utilizam um mesmo corredor de exportação de grãos, no porto de São Francisco do Sul, no estado de Santa Catarina. Nesta pesquisa de campo foram utilizados os métodos da História Oral temática, para verificar a existência de evidências de construtos da colaboração, e do Discurso do Sujeito Coletivo – DSC, para identificar os pontos de convergência e divergência entre os conhecimentos dos parceiros. Os resultados obtidos, a partir de entrevistas semi-estruturadas com os atores sociais da gerência média e que tinham um nível similar de tempo de convivência e aprendizagem, mostrou que esse modelo da gestão de conhecimentos é aplicável e consistente para proporcionar melhores desempenhos sócio-econômicos em parcerias público-privadas, pelas sinergias produzidas dos adequados compartilhamentos de conhecimentos gerenciais.

Link para download: Fernando Reichert

SANTOS, Leomar. Modelo de Avaliação de Capital Intangível – Baseado em Medidas Não Financeiras de Mensuração. Tese, 2008.

Com as mudanças ocorridas no cenário organizacional nas últimas décadas, de ordem geográfica, demográfica e de capital, as organizações passaram a defrontar-se com um novo modelo de gestão de seus recursos. A economia baseada no conhecimento e as implicações do uso deste têm forçado alterações significativas nas organizações em seus meios de produção, sua lógica de inovação de produtos e serviços e acima de tudo, na valorização dos indivíduos detentores do conhecimento. Entende-se que o grande desafio para as organizações atuantes na economia baseada no conhecimento é gerenciar o capital intelectual – encontrar e estimular, armazenar e compartilhar – tornou-se a tarefa econômica mais importante dos indivíduos, das empresas e dos países. Com evidência na necessidade de se desenvolver modelos que auxiliem as organizações a melhor identificar e gerenciar seu capital intelectual, o objetivo geral deste trabalho foi de elaborar um modelo de avaliação do capital intangível, baseado em medidas não financeiras, e os objetivos específicos: analisar alguns dos modelos existentes para avaliar ativos intangíveis nas organizações; definir os critérios para avaliar o capital intangível, que serviram de base para a construção do modelo, nos níveis estratégico, tático e operacional; efetuar uma aplicação do modelo, com vistas a avaliar sua efetividade e aplicabilidade; avaliar os elementos do modelo proposto com a prática organizacional. A metodologia constitui-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa e a parte prática da pesquisa utilizou o método de estudo de caso que tem por premissa, que um caso estudado com profundidade, pode ser considerado representativo de muitos outros, sendo utilizados como instrumentos de coleta de dados questionários e entrevistas. Conclui-se que o objetivo principal do estudo, elaborar um modelo de avaliação do capital intangível baseado em medidas não financeiras foi atingido, e que a maioria dos modelos de avaliação visam essencialmente definir um padrão ou um valor ecônomico ao capital intangível, sem preocupar-se efetivamente com sua validade e aplicabilidade para o negócios, e em muitos casos não permitindo que a organização defina ações e políticas de obtenção, desenvolvimento e retenção do conhecimento, com vistas a sua adequação aos desafio organizacionais. O aprofundamento dos estudos voltados às teorias de construção do conhecimento organizacional permitiu a identificação das tipologias de conhecimento demandadas em cada nível organizacional, elementos fundamentais na concepção do modelo. Verificou-se na aplicação do modelo como estudo de caso da empresa Gestão Consultoria em Processos Administrativos, que o mesmo serviu ao que se propôs, ou seja, permitiu mensurar e avaliar os ativos intangíveis da organização, sem
tomar como base a valoração financeira.

Link para download: Leomar dos Santos

WERUTSKY, Viviane D’ Barsoles Gonçalves. Modelo de planejamento de comunicação organizacional na implantação de projetos estratégicos de TI: estudo de Caso na WEG. Dissertação, 2008.

A Comunicação Organizacional pode ser vista como o substrato onde as atividades organizacionais ocorrem, sendo imprescindível às organizações da Sociedade da Informação e do Conhecimento. A promoção da Tecnologia da Informação – TI a um lugar estratégico para os negócios causou um aumento da criticidade e complexidade do seu ambiente incluindo a necessidade de estruturação de sua gestão para melhor aproveitá-la e considerando o seu alinhamento às estratégias organizacionais e a governança corporativa. Contudo, embora acadêmicos e gestores enfatizem a importância do processo de comunicação organizacional, sobretudo na implantação de projetos estratégicos de TI, pesquisas neste contexto são escassas. O objetivo deste trabalho, portanto, é propor um modelo de planejamento da comunicação organizacional para a implantação de projetos estratégicos de TI. O modelo proposto foi elaborado a partir do identificado na pesquisa bibliográfica, documental, e no estudo de caso exploratório realizado na empresa Weg S.A, dado que a empresa está vivenciando a implantação do Projeto WIS – WEG Integrated System. Os resultados indicam que: (1) determinadas características conceituais e processuais da comunicação atuam como fatores limitadores e/ou estimuladores da mesma; (2) para se atingir as metas de transformação organizacional e a efetiva implantação do projeto estratégico de TI os projetistas necessitam compreender e inserir a comunicação informativa e a comunicação constitutiva no sistema de planejamento e de gerenciamento da implantação do projeto estratégico, levando em conta as características conceituais e de processo da comunicação organizacional; e (3) os projetistas necessitam compreender e inserir processos de comunicação não mecanicistas no sistema de planejamento e de gerenciamento da implantação do projeto estratégico. Espera-se, como resultado, que o modelo proposto possa facilitar a implantação de projetos estratégicos de TI, servindo de ferramenta para a gestão da mudança.

Link para download: Viviane Werutsky

GARCIA, Marcos Antônio. Modelo de ação sobre as dimensões do clima organizacional impactantes à implantação da gestão do conhecimento nas organizações. Dissertação,

A literatura sobre Gestão do Conhecimento apresenta o homem como elemento fundamental nos processos de criação, conversão e compartilhamento do conhecimento, reportando como causa freqüente de resultados insatisfatórios o não engajamento deste nos seus projetos de implantação. São pressupostos deste trabalho que o conhecimento é gerado pelo homem, que sua transmissão depende essencialmente da sua pré-disposição em compartilhar de alguma forma aquilo que sabe, e de que o clima organizacional exerce influência sobre os indivíduos que compõem a organização. Neste sentido, propõe-se um modelo para identificação e ação sobre as dimensões do clima organizacional impactantes à implantação da Gestão do Conhecimento. A construção do modelo se inicia com uma pesquisa bibliográfica onde são caracterizados os fatores críticos para projetos de implantação da Gestão do Conhecimento, identificados os modelos de pesquisa de clima organizacional disponíveis na literatura, como também as ferramentas e métodos que lhe darão suporte, constituindo-se na base teórica para este trabalho. A Teoria Geral de Sistemas e a bibliografia sobre pesquisa social fornecem sustentação à construção das relações de influência que apóiam as construções dos mapas causais utilizados no modelo. Identificadas as relações de influência entre as dimensões do clima organizacional e os fatores críticos para a implantação da Gestão do Conhecimento, e destes com os objetivos estratégicos para a Gestão do Conhecimento, um plano de ação sobre as mesmas é elaborado. O modelo foi aplicado em uma organização prestadora de serviços na área da educação profissionalizante em níveis que vão da formação continuada a programas de pós-graduação, e que expressa, em suas declarações de missão e visão, o anseio pela implantação da Gestão do Conhecimento. Em consonância com o embasamento teórico construído, optou-se por uma aplicação piloto na Divisão de Relações com o Mercado da referida organização, observando-se, além dos referenciais bibliográficos, aspectos complexos situados no seu contexto. Os objetivos específicos deste trabalho foram atingidos através da pesquisa bibliográfica e confirmados durante a aplicação. Construiu-se, assim, o caminho para que seu objetivo geral fosse alcançado, o da construção de um modelo de ação sobre as dimensões do clima organizacional impactantes à implantação da Gestão do Conhecimento. A aplicação do modelo possibilitou revelar as dimensões do clima organizacional que maior influência exercem sobre os fatores críticos de sucesso para a implantação da Gestão do Conhecimento, como também a extensão desta influência aos seus objetivos, criando e mantendo condições favoráveis à sua implantação e continuidade. Conclui-se, portanto que é possível identificar a agir sobre tais dimensões, potencializando-se as chances de sucesso em iniciativas de implantação da Gestão do Conhecimento nas organizações.

Link para Download: Marcos Garcia