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BEM, Roberta Moraes. Uma Proposta de Gestão da Informação para a área de Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente de uma Empresa do Setor Elétrico, a partir da Utilização da Metodologia COMMOKADS. Dissertação, 2009.

Na atual economia do conhecimento, a Gestão inadequada de informações, a falta de padronização e o próprio desconhecimento da situação (necessidades, demandas, gestão, ambiente, etc.) configuram-se como itens inibidores à Gestão do Conhecimento (GC) e ao caráter competitivo que ela propõe. A informação é a matéria-prima para a criação do conhecimento, e se ela não está bem estruturada, torna-se difícil o seu compartilhamento e a própria motivação à GC dentro da organização. Neste sentido, pretende-se diagnosticar a “situação informacional” da área de patrimônio imobiliário e meio ambiente de uma empresa do Setor Elétrico. Para tanto, utilizou-se a metodologia CommonKADS, em razão de sua capacidade de contextualização, pois essa metodologia trabalha com seis modelos, a saber: organização, tarefa, agente, conhecimento, comunicação e desenho. Porém, em vez da construção de um SBC (concepção tradicional da metodologia), desenvolve um diagnóstico centrado nas necessidades e condições da organização, de forma sistêmica e dotada de método. Como resultado, são propostas sugestões de melhoria, a fim de contribuir com o processo de Gestão da Informação, para que este possa ser flexível e suficientemente completo para compreender e responder às perguntas dos usuários, sem redundância, retrabalho, e com confiabilidade, gerando um conhecimento capaz de ser entendido/contextualizado e compartilhado, agregando valor à atividade da organização e garantindo-lhe competitividade.

Link para download: Roberta Moraes de Bem

FAUST, Richard. Exploração do espaço de design das interações humano-computador: uma abordagem da gestão do conhecimento ergonômico. Tese, 2009.

O projeto da interação humano-computador é uma atividade em alta demanda, complexa e intensiva em conhecimento. O objetivo geral deste trabalho de tese é estabelecer uma abordagem de representação, integração, reuso e evolução de conhecimento ergonômico para a exploração do espaço de design de interações humano-computador. Para tal o conceito de design rationale é explorado em três dimensões: como parte do entendimento corrente da atividade de design, como caracterização das atividades de design como intensivas de conhecimento e passíveis de suporte específico e como possível unificador dos diversos tipos de conhecimento envolvidos no design de IHC. Destas compreensões uma proposta de abordagem para suportar a gestão do conhecimento ergonômico para exploração do espaço de design de IHC é proposta e aplicada em um estudo de campo. O estudo de campo foi parte do  esforço para definição de um padrão de referência em usabilidade para o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). A abordagem metodológica resultante inclui uma taxonomia de argumentos ergonômicos para design de IHC, um processo de gestão de conhecimento ergonômico, um processo mínimo de design de IHC e uma extensão da notação QOC apropriada à gestão de conhecimento de design de IHC.

Link para download: Richard Faust

BÚRIGO, Roseli. Integração entre Educação Matemática e Educação Ambiental: uma proposição no contexto da Gestão do Conhecimento. Tese, 2009.

A Gestão do Conhecimento ganha, cada vez mais, status de área fundamental para o desenvolvimento da consciência crítica, como uma das ações para a construção de uma vivência equilibrada do ser humano com seu ambiente natural. Noções como complexidade e transdisciplinaridade que concorrem para o melhor entendimento da sociedade atual e que são ferramentas importantes para a Gestão do Conhecimento são apresentadas nesse trabalho. Essas noções ajudam a compreender a necessária confluência, no processo pedagógico, de áreas aparentemente tão distintas como Educação Matemática e Educação Ambiental. Numa perspectiva teórica crítica, procura-se analisar porque, se a Matemática tem relação com o mundo social, este estreitamento não ocorre no momento do seu ensino. Buscam-se, ainda, estratégias que aliem a Matemática à Educação Ambiental, tendo em vista a sustentabilidade do planeta. A análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais fez-se necessário, a fim de averiguar que proposições estes documentos norteadores da atual educação brasileira têm em relação ao processo ensino-aprendizagem da Matemática e quais as direções propostas para a interligação desta disciplina com a Educação Ambiental. Esta análise dá indício de uma abordagem ainda tangencial e dicotômica, distante da mudança de paradigmas no processo ensino-aprendizagem que parece ser a única possibilidade para torná-lo fonte de conhecimento e de criticidade, ética, solidariedade e responsabilidade social e ambiental como se almeja. erificou-se, também, que a aplicação de projetos integradores das disciplinas em questão são viáveis e estimulantes para os alunos, contribuindo para uma nova visão destes em relação à Matemática.

Link para download: Roseli Búrigo

COSTA, Eliete O. Modelo de relação universidade-empresa baseada em comunidades de prática: espaço interativo (EI). Dissertação, 2009.

O presente estudo tem como objetivo geral propor um Modelo de relação entre universidade e empresa baseada em comunidade de prática envolvendo pesquisadores, acadêmicos e profissionais de empresas e instituições inovadoras. A premissa que norteia o estudo é a de que a estruturação de uma comunidade de prática pode estimular a aproximação do conhecimento universitário à prática empresarial, criando condições favoráveis à inovação e rompendo as possíveis distâncias que existe entre esses dois segmentos. O marco teórico foca três temas que se considerou fundamentais para a sustentação da pesquisa: Gestão do conhecimento, gestão da inovação e comunidades de prática. Devido a sua natureza aplicada, trabalharam-se os procedimentos metodológicos da pesquisa, seguindo uma abordagem qualitativa. Desta forma esta pesquisa pode ser classificada como aplicada, qualitativa, exploratória e bibliográfica, sendo que para atender aos objetivos propostos a metodologia adotada para o desenvolvimento do modelo compreendeu 04 fases: decisória, revisão da literatura, análise diagnóstica, desenvolvimento e detalhamento do modelo. Desta forma, espera-se que o modelo apresentado venha contribuir para um estreitamento das relações entre a universidade e a empresa, onde a comunidade interessada passe a atuar como elo, promovendo a disseminação e compartilhamento do conhecimento.

Link para download: Eliete Oliveira Costa

MITIDIERI, Tibério da Costa. Construção de Futuro e Sustentabilidade. Tese, 2009.

Este estudo visa analisar o processo de construção de futuro sustentável a partir da percepção de especialistas sobre o tema. A metodologia integra conceitos de liderança responsável, gestão de valores, sustentabilidade e metáforas utópicas e distópicas. São apresentados questionários de viés qualitativo sob impressões da importância da sustentabilidade no processo de construção do futuro. A metodologia fornece resposta consistente para o planejamento estratégico de organizações permitindo visualizar a construção de cenários e visão de futuro possível, através da construção de utopias; consistindo em uma poderosa ferramenta para a construção de um futuro desejável. Dentre as conclusões obtidas fica evidenciada a importância criação de uma cultura, visão e missão para sustentabilidade dentro das organizações; a liderança responsável e os valores tem papel fundamental para reforçar que a ação deve seguir o discurso; a Utopia Mobilizadora pode ser usada como a “Visão” de futuro sustentável das organizações.

Link para download: Tiberio Mitidieri

SANTOS, Jane L. S. Processo de aprendizagem organizacional durante a implementação do planejamento estratégico na Universidade Federal de Alagoas. Dissertação, 2009.

Embora alguns estudos demonstrem a relação entre planejamento estratégico e aprendizagem organizacional, ainda percebe-se a falta de pesquisas empíricas que investiguem a existência (ou não) de processos de aprendizagem organizacional na fase de implementação do planejamento estratégico, principalmente em organizações públicas. Essa lacuna serve como motivadora para o desenvolvimento deste trabalho, que tem o objetivo de descrever e analisar se e como acontece o processo de aprendizagem organizacional na fase de implementação do planejamento estratégico na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Para realizar este estudo, foi realizada uma pesquisa qualitativa por meio de estudo de caso na UFAL, na qual os dados foram coletados utilizando-se análise de documentos, entrevistas e observação nãoparticipante. A análise dos dados foi guiada pelo framework dos 4I (intuição, interpretação, integração e institucionalização) de aprendizagem organizacional, por meio do qual foi possível estudar tanto aspectos cognitivos como aspectos comportamentais, nos níveis de análise individual, grupal e organizacional. Os principais resultados revelam que ocorreram, durante a implementação do planejamento estratégico na UFAL, processos de assimilação e de utilização da aprendizagem organizacional, por meio dos (sub) processos de intuição, interpretação, integração e institucionalização da aprendizagem. Portanto, a utilização do framework dos 4I desenvolvido por Crossan, Lane e White (1999) foi adequada para investigar o processo de aprendizagem organizacional na fase de implementação do planejamento estratégico na UFAL. Assim, este trabalho contribui para preencher a lacuna da falta de estudos empíricos, além de criar oportunidades para futuras pesquisas sobre esta temática.

Link para download: Jane Lucia S. Santos

JUNGE, Urbano Erich. Dificuldades na implantação do Balanced Scorecard e modelos mentais. Dissertação, 2009.

Esta pesquisa teve como objetivo geral estudar as implicações dos modelos mentais e sua possibilidade de alteração no grupo de trabalho Balanced Scorecard para que os problemas na implantação do método sejam minimizados. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre as dificuldades na aplicação do BSC. Foram visitadas organizações que atuam com o Balanced Scorecard para verificar, na região de Florianópolis, a incidência dessas dificuldades. Para a coleta de dados foram utilizados entrevistas, questionários e pesquisa bibliográfica. Trata-se de um estudo de natureza exploratória, que não busca estabelecer uma regra única, mas caminhos desenhados com a junção de conhecimentos da psicologia e as concretas dificuldades na implantação do Balanced Scorecard. Como base teórica de sustentação foi feito um estudo das metodologias de gestão de conhecimento e o detalhamento do BSC, sua implantação e dinâmica de grupos de trabalho para sua construção. Dentre muitas teorias pesquisadas, tais como Neuróbica, Inventario de Habilidades Sociais, Resiliência, Inteligência Multifocal, Pensamento Lateral, optou-se pelo aprofundamento dos princípios que regem os Modelos Mentais dos integrantes do grupo de trabalho BSC, sua possibilidade de alteração, para, a partir de técnicas e conhecimento do conteúdo, os problemas apontados possam ser minimizados, aumentando a eficácia do BSC. Como resultado deste trabalho apresentam-se propostas de interferências no grupo de pessoas que criará a mecânica do BSC, antes mesmo do inicio dos trabalhos, utilizando instrumentos da psicologia que visam melhorar a comunicação e o sentido das palavras no grupo, alterando os modelos mentais impeditivos ao bom andamento dos trabalhos, a fim de reduzir algumas dificuldades encontradas na pesquisa bibliográfica e verificadas em organizações através da pesquisa de campo.

Link para download: Urbano Erich Junge

BEZERRA, Wesley dos Reis. Compartilhamento do Conhecimento em Processos Produtivos com Terceirização em TI. Dissertação, 2007.

Este documento trata da terceirização sobre o ponto de vista da gestão do conhecimento, envolvendo os aspectos da criação, disseminação e compartilhamento de conhecimento. A pesquisa teve como objetivo conhecer em algumas empresas em Florianópolis, Santa Catarina em empresas que trabalham com tecnologia da informação, para conhecimento dos problemas enfrentados durante a terceirização. Após a entrevista foi proposta um ferramenta na qual é possível captar conhecimento de maneira rastreável, versionada e de fácil acesso. Esta visa permitir um fácil compartilhamento e disseminação do conhecimento entre os envolvidos no processo de terceirização.

Link para download: Wesley dos R. Bezerra

WEINZIERL, Greici. Comissão de Humanização – Dificuldades e Barreiras Quanto a Adequação à Política Nacional de Humanização do SUS. Dissertação, 2009.

Este estudo tem como objetivo principal identificar as dificuldades e barreiras da Comissão de Humanização quanto a adequação à Política Nacional de Humanização do SUS. A pesquisa foi desenvolvida no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago da Universidade Federal de Santa Catarina sob gestão do Governo Federal, situada no Município de Florianópolis-SC. A Comissão de Humanização do HU foi escolhida como amostra para realização da pesquisa por ser a protagonista da PNH estando diretamente envolvida com o tema e, também, ser a representante oficial perante o Ministério da Saúde e Governo Federal para a disseminação da Política Nacional de Humanização – PNH no referido hospital. O grupo tem registrado em portaria oficialmente 8 (oito) membros. De acordo com a Política Nacional de Humanização, entende-se por “humanização” a valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores. Como estratégia de mudanças, a humanização orienta-se por três princípios: a transversalidade; a estreita vinculação entre a atenção e a gestão em saúde; e a autonomia e protagonismo dos sujeitos nos processos de trabalho.A pesquisa foi desenvolvida na forma de estudo de caso, e adotou como técnica para a coleta dos dados a análise documental, observação participante e realização de entrevista aberta com o grupo da Comissão de Humanização. Sendo utilizado o método hermenêutico para a interpretação dos resultados. A análise dos dados revelou a existência de muitas dificuldades e barreiras a serem transpostas para a institucionalização da política. Entre estes, foram apontados pelos entrevistados: a fragilidade da política de humanização e a própria cultura organizacional instituída. As dificuldades e barreiras ainda fazem com que a implementação integral da PNH seja lenta, porém, existe boa vontade da nova gestão da Comissão de Humanização em resgatar valores esquecidos na instituição e também dar continuidade ao processo de disseminação da política a fim de tornar o HU um exemplo de humanização. O SUS ainda está incompleto, falta implantar atividades que melhorem o sistema e dentre elas muitas ações humanizadoras que ainda não estão em execução nos hospitais públicos. O SUS é um sistema que abrange a todos os Estados do Brasil, e existem diferenças culturais e sociais significativas entre um Estado e outro, principalmente em relação aos recursos disponibilizados para cada região, dificultando a integralidade e universalidade deste sistema. Pela complexidade do SUS também é muito difícil conseguir a implantação de todas as diretrizes da PNH. A equipe de referência disseminadora das ações de humanização precisa ser de alto nível e conhecer bem a legislação, como os direitos e deveres do usuários, estrutura do SUS e a PNH. A humanização não deve ser encarada apenas como um diferencial às organizações de saúde, mas sim como uma necessidade de união de todas as pessoas a fim de atingir o bem estar de todos os envolvidos.

Link para download: Greici Weinzierl

REMOR, Lourdes de Costa. Auditoria de conhecimento em saúde. Tese, 2009.

Esta pesquisa apresenta uma proposta de utilização do relatório de auditoria no apoio à gestão. O propósito é que esteja construído para a tomada de decisão o que requer embasamento e critérios. Essas duas sustentações podem ser pensadas como agregação de valor. Os serviços, no setor de saúde, objeto da auditoria, estão estabelecidos imprecisamente no que concerne ao seu conceito e características. É dado destaque ao método da pesquisa, baseado, por um lado na hermenêutica de Habermas e Thompson e, por outro, em alguns princípios da psicanálise, que coincidam com a função de escuta e interpretação do auditor. Descreve a auditoria do Sistema Único de Saúde do Brasil, apresentando resultados generalizáveis para auditorias de serviços em geral. Contextualiza a auditoria na perspectiva da gestão de serviços de saúde e não da assistência. A partir das características, envolvidas pelo conceito de serviço e das peculiaridades da auditoria, conclui-se que a auditoria não pode ser padronizada, considerando que o seu principal objeto (serviço) também não o é.

Link para dowload: Lourdes de Costa Remor