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BERNARDES, José Francisco. Administração patrimonial nas instituições públicas federais no contexto da gestão do conhecimento. Tese, 2009.

As organizações precisam renovar suas estratégias devido às constantes mudanças nos cenários organizacionais e agindo conforme a demanda tecnológica ou de acordo com manifestações culturais, sociais, econômicas e políticas de seus clientes. As Organizações Públicas necessitam de renovações, principalmente no que se refere ao controle de seus bens móveis ou patrimônio/material permanente. As Instituições Públicas Federais brasileiras possuem um setor de controle patrimonial, bens móveis, onde são controlados todos os recursos patrimoniais necessários para que as instituições funcionem, no entanto cada setor define suas próprias regras de gestão. Há uma diversidade de formas de gestão como vários são os sistemas de informações para controlar esses bens e cada qual procedendo de um jeito na sua gestão patrimonial. Essas ilhas de conhecimento podem estar coletivamente homogeneizadas com uma análise da gestão patrimonial nas Instituições Públicas Federais. Esta Tese teve como objetivo analisar a administração patrimonial em Instituições Públicas Federais no contexto da gestão do conhecimento. A pesquisa foi organizada conforme adaptações da metodologia commonkads, e valeu-se de uma pesquisa do tipo qualitativa e com a finalidade exploratória e descritiva. Para validar os resultados foi utilizado o método da triangulação de dados, fazendo uso da observação participativa, de aplicação de uma entrevista semi-estruturada e das pesquisas do estado da arte. Os resultados confirmam as expectativas de que os setores de patrimônio necessitam de melhorias e inovações em seus modelos de gestão. Nesse sentido, concluiu-se nesta pesquisa que para se ter um sistema de patrimônio que atenda as necessidades dos usuários, ele deve proporcionar um trabalho eficiente e eficaz. Para tanto um setor de patrimônio sistematizado deve ser composto por ferramentas adequadas ao seu funcionamento ou alterar as em funcionamento, destacando a interoperabilidade dos sistemas informatizados utilizado pelas instituições públicas federais brasileiras.

Link para download: José Bernardes

VIEIRA, Renata J. Incorporação da Inteligência Competitiva às Atividades de Planejamento Estratégico do Projeto de Produtos Industriais. Tese, 2009.

De acordo com as perspectivas da Gestão do Conhecimento, com a evolução do mercado e com o crescimento do volume das informações disponíveis para a empresa, percebe-se uma necessidade crescente por parte das empresas de coletar as diversas informações disponíveis e definir qual a sua melhor aplicação às atividades da empresa, por meio da geração de inteligência, caracterizando o uso de um sistema desenvolvido para a competitividade. Este trabalho propõe o desenvolvimento de um modelo de incorporação de ações da Inteligência Competitiva (IC) ao Planejamento Estratégico do Projeto de Produtos (PEPP). Uma pesquisa exploratória foi a base metodológica deste trabalho. Dentre as cinco empresas que se dispuseram a participar da pesquisa, uma foi escolhida para aplicação do estudo de caso, outra para aplicação do teste-piloto e outra como referência em melhores práticas de IC ou benchmarking. A pesquisa exploratória serviu para (i) conhecer melhor a realidade das empresas em termos de IC e (ii) fazer da seleção para o estudo de caso uma ação também embasada teórica e metodologicamente. O Modelo de Incorporação da IC ao PEPP possui quatro fases, com duas etapas cada, correspondendo aos objetivos específicos da tese. Os resultados mostram que a seqüência estabelecida para a aplicação do Modelo facilitou esta atividade. A verificação da aplicabilidade do Modelo por meio do software i tink® e com base na Dinâmica de Sistemas mostrou a plausibilidade do mesmo. Os resultados apresentados demonstram que, ao se acrescentar informações de IC relevantes em termos de qualidade, se terá um menor tempo gasto no Planejamento Estratégico do Projeto de Produtos da empresa Beta. Com  acréscimo das informações dos elementos de IC conforme os resultados do modelo, se obteve um tempo de PEPP na empresa Beta de 64 dias, menor do que o da empresa selecionada para benchmarking em IC – 79 dias. Com base nos resultados obtidos, e tendo em vista que a empresa pesquisada trabalha com produtos sob pedido, considera-se, cada produto desenvolvido pela empresa como um produto inovador em relação àqueles desenvolvidos anteriormente. Como a inovação está relacionada diretamente às informações que a empresa coleta e como quem desenvolve um projeto de produto e um produto com mais rapidez  chega antes ao mercado, pode-se dizer que esse tipo de incorporação estimula a criação de produtos inovadores.

Link para download: Renta Vieira

SOUZA, Irineu Manoel. Gestão das Universidades Federais brasileiras: uma abordagem fundamentada na Gestão do Conhecimento. Tese, 2009.

As transformações no âmbito das organizações complexas exigem novas formas de gestão, maior flexibilidade organizativa, com sistemas decisórios mais participativos. Essas transformações requerem a busca da melhoria da qualidade nas estruturas e processos administrativos. As instituições universitárias continuam a enfrentar demandas que as teorias organizacionais tradicionais não conseguem atender. Nesse contexto, questiona-se qual a contribuição da gestão do conhecimento para a gestão das IFES. A partir do cenário evidenciado, sugere-se identificar as efetivas contribuições da gestão do conhecimento para a excelência da gestão das universidades federais. Como metodologia de estudo, além da abordagem quantitativa, foi adotada a abordagem qualitativa. Na pesquisa quantitativa, foi utilizada a modalidade survey, por meio de aplicação de questionário às 53 (cinquenta e três) Universidades Federais Brasileiras, criadas e consolidadas até o ano de 2008, inclusive. Na abordagem qualitativa foram efetuadas entrevistas semi-estruturadas com os reitores, ex-reitores, pró-reitores, diretores de centros/faculdades ou equivalentes, chefes de departamentos, coordenadores de cursos, bem como com os docentes, técnicos e estudantes integrantes do Conselho Universitário das IFES pesquisadas. Os resultados da pesquisa indicam que as práticas de gestão do conhecimento são pouco adotadas nas universidades federais. Constatou-se a ocorrência, ainda de forma parcial, das seguintes práticas: sistemas de informações, novas formas organizacionais, estratégia organizacional, avaliação organizacional, comunicação institucional, avaliação de competência individual, planos de reconhecimento e recompensa, estímulo a criatividade e inovação, relacionamento com a sociedade, relacionamento com outras instituições e responsabilidade social. Em relação a práticas de gestão relevantes, tais como gestão por competência, memória organizacional, educação corporativa, aprendizagem e compartilhamento do conhecimento, relacionamento e aprendizagem com instituições nacionais e internacionais, raramente são adotadas nas IFES. As respostas dos questionários, das entrevistas, e demais dados levantados, cotejados com a fundamentação teórica apresentada, embasam as proposições direcionadoras para o desenvolvimento de uma abordagem de gestão das universidades federais no contexto da gestão do conhecimento.

Link para download: Irineu Souza

VIEGAS, Cláudia Viviane. Atividades de Gestão do Conhecimento na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental. Tese, 2009.

A pesquisa analisa o processo de elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) sob a ótica das atividades de Gestão do Conhecimento (GC) dos consultores que nele atuam. O objetivo principal é propor uma estrutura de análise do EIA relativa ao processo de construção do conhecimento de seus elaboradores, considerando as relações entre conhecimentos implícitos e explícitos. As atividades de GC são investigadas segundo um referencial teórico baseado em três vertentes: revisão da literatura sobre elaboração do EIA; conhecimento epistemológico e crítico sobre esses estudos acumulado ao longo de quase quatro décadas e expresso em 32 pesquisas selecionadas; crítica e realinhamento de referenciais teóricos de GC. Tais referenciais são redesenhados segundo abordagens normativa, interpretativa, crítica e dialógica, numa adaptação da proposta de Burrell e Morgan (1979). As atividades selecionadas – aquisição, validação e inter-relação de conhecimentos – são associadas às abordagens, compondo uma estrutura que serve de partida para três instrumentos de investigação: um survey, um protocolo de análise documental e um protocolo comparativo entre resultados do survey e da análise documental. O survey é aplicado a 33 elaboradores de EIAs no Rio Grande do Sul, os quais integram as consultorias mais representativas nesta área, em nível estadual. O protocolo documental é aplicado a seis EIAs, pertencentes a setores que compõem cerca de 60% os 156 estudos registrados no órgão ambiental estadual entre os anos 1970 e 2007. A avaliação comparativa considera 18 consultores de EIA – que estão entre os 33 participantes do survey e são consultores dos EIAs analisados – três especialistas por EIA. Os resultados do survey mostram que a aquisição de dados e informações sobre legislação do EIA é um trabalho predominantemente individual no qual o coordenador tem um papel relevante (abordagem normativa); a validação do conhecimento do EIA é um processo empírico (abordagem interpretativa); o EIA carece de planejamento, contém excesso de informações desnecessárias e faltam-lhe informações necessárias (abordagem crítica); os elaboradores consideram que o EIA deve ser guiado à sustentabilidade e à tomada de decisão, porém apresentam dificuldade em expressar o significado de sustentabilidade e de relações multi, inter e transdisciplinares no contexto do EIA (abordagem dialógica). Dos seis documentos analisados, dois não cumprem 50% dos requisitos estabelecidos. A comparação entre resultados do survey e da análise documental mostra que apesar do elevado grau de empirismo na validação do conhecimento do EIA, expresso pelos consultores, os documentos por eles elaborados apresentam metodologia clara e/ou bem direcionada, o que leva à conclusão de que o conhecimento “arraigado à mente” (embrainded) dos profissionais é capaz de compensar a falta de metodologias formais de validação. Destaca-se o caráter exploratório e o ineditismo da proposta, a qual considera o EIA um processo de construção do conhecimento que depende da articulação de saberes implícitos e explícitos, o que não tem sido objeto de investigação no campo da pesquisa em EIA no Brasil.

Link para download: Claudia Viviane Viegas

LOHN, Vanderléia Martins. Sistemática para seleção de projetos de Responsabilidade Social com impacto no negócio das Instituições de Ensino Superior. Dissertação, 2009.

A implementação da Responsabilidade Social tem sido uma tarefa de difícil execução para as organizações, reportando como causa freqüente resultados não satisfatórios ao posicionamento estratégico, pois seu sucesso não depende apenas de boas práticas sociais, mas também de fazer com que os projetos sociais tornem-se parte do negócio da organização. As dúvidas geradas nesse sentido ainda confundem muitos gestores sobre a implementação da Responsabilidade Social, questionando o retorno do investimento das práticas de ações sociais baseadas somente em necessidades sociais, sem retorno à sustentabilidade e ao aumento da vantagem competitiva da organização. As organizações têm buscado encontrar meios de medir o impacto de tais projetos sobre os indicadores de desempenho e, neste sentido, propõese desenvolver uma sistemática para selecionar projetos de Responsabilidade Social que tenha impacto nos indicadores de desempenho vinculados ao negócio de uma Instituição de Ensino Superior. Para a construção desta sistemática, considera-se a pesquisa bibliográfica realizada, onde são caracterizados os objetivos estratégicos para a construção dos indicadores de desempenho característicos de Instituições de Ensino Superior, os indicadores de Responsabilidade Social, identificados os modelos de indicadores pesquisados na literatura, além das ferramentas e métodos de sistemas, que proporcionaram identificar as relações de influências dos enlaces construídos entre os indicadores e projetos de extensão universitária.
A aplicação da sistemática possibilitou identificar os projetos que geram impacto nos indicadores de desempenho da IES, possibilitando, desta forma, estabelecer critérios para a seleção de projetos de Responsabilidade Social futuros, neste caso, os projetos de extensão universitária. Além disso, a aplicação da sistemática em uma IES permitiu observar a relação de impacto dos indicadores de Responsabilidade Social sobre os indicadores de desempenho, de forma a identificar a importância da Responsabilidade Social para uma IES, uma vez que foi comprovado o retorno de investimento dos projetos.

Link para download: Vanderleia Martins Lohn

GIRARDI, Dante Marciano. O Compartilhamento dos Processos de Recursos Humanos: uma contribuição para a gestão do conhecimento organizacional. Tese, 2009.

O conhecimento é, cada vez mais, essencial ao desenvolvimento e é ele que torna as organizações mais competitivas. O ambiente organizacional vem aprendendo continuadamente a gerar conhecimento, transformando-o em inovação, novas tecnologias, sistemas, produtos e serviços. Assim, as pessoas (colaboradores) passam a ser cada vez mais importantes para a estratégia das organizações. O valor da Área de Recursos Humanos (RH), atualmente, está na otimização dos processos de gestão de pessoas no sentido de torná-los uma vantagem competitiva, gerando competências críticas. A melhor forma encontrada para a gestão de pessoas é um processo mais participativo, descentralizado, de parceria, de compartilhamento com os demais gestores da empresa. Então, torna-se preponderante verificar o estágio atual desse compartilhamento e sua contribuição para as  organizações, mormente as grandes empresas catarinenses, universo deste estudo. O objetivo da pesquisa foi demonstrar a contribuição da Consultoria Interna de Recursos Humanos para a Gestão do Conhecimento, a partir de práticas de gestão de pessoas, adotadas nas maiores indústrias catarinenses. Para os fins a que se propõe este estudo, os procedimentos metodológicos seguiram a linha da pesquisa qualitativa, por meio das técnicas de pesquisa descritiva e aplicada. A pesquisa de campo, cujo universo foram as empresas catarinenses e a amostra envolveu as sete maiores em número de colaboradores, sendo que as unidades de análise foram os gestores de pessoas (RH) dessas empresas. Para análise dos dados, utilizou-se análise documental e de conteúdo. Quanto aos resultados, empreendendo sob a ótica da criação do conhecimento proposta por Nonaka e Takeuchi (1997), a consultoria interna auxilia principalmente nas etapas de socialização e externalização do conhecimento. Além disso, permite uma maior interação nos três níveis descritos por Sabbag (2007), individual, grupal e organizacional, desde que sejam implementadas em sua totalidade e os consultores possuam autonomia nos processos. Assim, analisando a contribuição da consultoria interna de Recursos Humanos para a Gestão do Conhecimento, pode-se perceber que as empresas que possuem maior grau de autonomia e maior nível de implementação, são aquelas em que os processos são mais compartilhados, socializados e internalizados pelos colaboradores. Dessa forma, pode-se afirmar que nas empresas analisadas o desenvolvimento dos processos de consultoria interna de RH catalisa os resultados da Gestão do Conhecimento nas mesmas.

Link para download: Dante Girardi

PRIM, Carlos. Processo Empreendedor e Coevolução em Organizações Intensivas em Conhecimento. Tese, 2009.

Este trabalho tem como objetivo compreender a coevolução entre o em-preendedor, o time empreendedor e a organização em Organizações In-tensivas em Conhecimento (OICs). Esse objetivo surge de duas revisões de literatura. A primeira é uma revisão crítica da teoria do empreendedo-rismo, fundamentada em três abordagens do pensamento científico – a clássica, a sistêmica e a da complexidade. A revisão demonstra que a maioria dos estudos existentes é baseada na abordagem clássica. Eles são unidimensionais e analisam somente uma das três fases do processo empreendedor. A consequência é a fragmentação teórica do empreende-dorismo. Para superar essa falha, este trabalho sugere o estudo da coevo-lução no empreendedorismo. A coevolução, uma noção central da abor-dagem da complexidade, é um fenômeno multidimensional e dinâmico, possibilitando a integração de diferentes dimensões e fases do processo empreendedor. Outro problema que se verifica nos estudos revisados é que a maioria deles assume que as organizações são homogêneas. Po-rém, há trabalhos que demonstram ser o empreendedorismo mais com-plexo e incerto quando inovador. Uma vez que a inovação é um proces-so intensivo em conhecimento, este estudo foca no estudo da coevolução em OICs. A segunda revisão de literatura examina os estudos existentes sobre OICs e coevolução. A partir dessa revisão, são definidas as três dimensões do estudo – o empreendedor, o time empreendedor e a orga-nização. Para se atingir o objetivo proposto, um estudo de caso é reali-zado. Nele, investiga-se uma OIC através da etnosemântica, um método da pesquisa qualitativa, cujo objetivo é descrever uma microcultura. A descrição que resulta da pesquisa é utilizada como fonte para duas análi-ses teóricas. A primeira diz respeito à evolução do empreendedor, do time empreendedor e da organização. Ela auxilia na segunda, referente à coevolução entre o empreendedor, o time empreendedor e a organiza-ção. Essa análise é apoiada na teoria do desenvolvimento da consciên-cia, de Kegan (1982, 1994). Uma das conclusões do estudo é que o em-preendedor, o time empreendedor e a organização tendem a se tornar mais complexos à medida que evoluem. Contudo, o empreendedor pode sofrer, em sua evolução, transformações pessoais que diminuem, mo-mentaneamente, o nível de complexidade do seu comportamento. Veri-fica-se, também, que a evolução de cada uma das dimensões investiga-das influencia na evolução das demais, formando uma relação de causa não linear entre elas. Desde que essa relação caracteriza a coevolução, conclui-se que não é possível prever o processo da coevolução isolando-se variáveis, ou descrevê-lo através da noção sistêmica de adaptação. Cada processo de coevolução deve ser compreendido individualmente. A partir disso, sugere-se que as ideias da coevolução sejam colocadas em prática através do uso de ferramentas de diagnóstico que auxiliem na identificação de barreiras à coevolução e, com isso, de necessidades de mudança, para o sistema em análise. Propõe-se que ferramentas dessa natureza sejam elaboradas com base na visão da coevolução como um processo de ampliação de consciência.

Link para download: Carlos Prim

ALMEIDA, Vera Luci de. Avaliação do desempenho ambiental de estabelecimentos de saúde, por meio da Teoria da Resposta ao Item, como incremento da criação do conhecimento organizacional. Tese, 2009.

O desafio de propor indicadores que possam medir o desempenho ambiental, de estabelecer uma forma de controle desses indicadores e de criar o conhecimento organizacional é fundamental para a gestão de estabelecimentos de saúde (ES). Para isso, esta pesquisa aborda a avaliação do desempenho ambiental de ES, quanto ao gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde (RSS), com o suporte da Teoria da Resposta ao Item (TRI), como forma de incrementar a criação do conhecimento organizacional. Neste sentido, desenvolve-se um modelo para a avaliação do desempenho ambiental dos ES, nos processos de gestão de resíduos de serviços de saúde (GRSS), criando uma medida padronizada (Medida de Desempenho Ambiental para Estabelecimentos de Saúde – MDAES), com o suporte da TRI. O instrumento de pesquisa (questionário) foi aplicado em uma amostra de 496 ES, contemplando hospitais, laboratórios estaduais de saúde pública, unidades integrantes da rede hemoterápica e postos de saúde. Uma vez criada a escala de medida, esta permite que novos ES, ou os mesmos, venham a ser avaliados ao longo do tempo. Além disso, podem ser acrescentados novos critérios de avaliação de desempenho ambiental, garantindo-se que estes estarão na mesma unidade de medida. Desta forma, depois de estabelecida a escala de medida e interpretada, cria-se um novo conhecimento, tanto para os gestores internos, como para os segmentos que interagem no processo de gerenciamento do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). No trabalho, os estabelecimentos pesquisados foram classificados nos níveis da MDAES e estabeleceu-se uma relação entre o conjunto de itens utilizados na avaliação ambiental e os impactos produzidos na criação do conhecimento organizacional dos mesmos. Estas relações, vinculadas principalmente nos processos de criação do conhecimento, são incrementadas em cada um dos níveis da escala. Portanto, esse novo conhecimento é tanto interno quanto externo e pode facilitar o aprendizado, a disseminação do conhecimento sobre o assunto e contribuir para a evolução do sistema.

Link para download: Vera Luci de Almeida

QUEVEDO, Mariana. Gestão do Conhecimento em Portais Virtuais de Turismo: Uma Abordagem Empreendedora. Dissertação, 2009.

Esta pesquisa objetiva identificar as estratégias desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo visando uma perspectiva empreendedora. Para tanto, primeiro busca-se caracterizar o setor de turismo, priorizando os aspectos organizacionais do processo de trabalho e a gestão do conhecimento em portais virtuais de turismo. Para após, analisar as atividades desenvolvidas no gerenciamento de portais virtuais de turismo em duas situações diferentes, em portal público e em portal privado. E por fim, verificar as atitudes empreendedoras dos gestores dos portais analisados. Do ponto de vista da abordagem do problema a pesquisa é considerada qualitativa, já do ponto de vista de seus objetivos, a pesquisa é classificada com exploratória, bibliográfica e um estudo de caso. A escolha do portal virtual de turismo como objeto de estudo, justifica-se pelas inúmeras informações que eles possuem em seu banco de dados e que são disponibilizadas aos usuários como um conhecimento explicitado, de forma rápida e precisa, através da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação. Após um levantamento dos portais virtuais de turismo existentes em Florianópolis, selecionou-se uma amostra intencional no intuito de identificar as estratégias de gerenciamento utilizadas por essas empresas. O portal virtual de turismo público escolhido foi o da secretaria de turismo de Florianópolis – SETUR, já o portal virtual de turismo privado selecionado foi o Visite Floripa, por possuir um diferencial estratégico dos demais portais existentes na cidade. Para apresentar os portais pesquisados e verificar suas perspectivas empreendedoras, além das informações obtidas através dos documentos já existentes sobre cada um dos portais, também foram elaborados um questionário e uma entrevista semi-estruturada, os quais, posteriormente, foram aplicados aos responsáveis por cada portal. Por meio da pesquisa foi possível identificar a existência de poucas ações empreendedoras por parte da SETUR em detrimento ao Visite Floripa, o que é preocupante para Florianópolis, já que o órgão oficial de turismo da cidade deve acompanhar as mudanças mercadológicas e sociais que vem ocorrendo nos mais variados âmbitos, para que o incremento do turismo caminhe em direção a um desenvolvimento sustentável.

Link para download: Mariana Quevedo

MENDES, Adriane M. M. Método para a Gestão do Conhecimento em Iniciação Científica segundo os pressupostos da Ontopsicologia. Tese, 2009

Sociedades intensivas em conhecimentos necessitam de novos modelos para a formação de recursos humanos, baseadas em metodologias do tipo life long learning. A formação de jovens pesquisadores necessita incorporar a cultura da Gestão do Conhecimento como forma de desenvolvimento da pesquisa cientifica no país. O principal programa de formação de jovens pesquisadores no Brasil é, atualmente, o Programa Institucional de Iniciação Científica do CNPq. Para conhecer os aspectos objetivos e subjetivos da iniciação científica, selecionou-se duas Instituições Federais de Ensino Superior brasileiras, sendo essas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal de Santa Maria e, através de questionários e entrevistas, buscou-se aprofundar o entendimento do processo de formação do jovem pesquisador através do convívio com um pesquisador experiente. Os resultados demonstraram que a participação do jovem na Iniciação Científica representa uma experiência que envolve a aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes, a maioria dessas úteis à vida acadêmica do jovem também fora do âmbito da pesquisa. Entretanto, os resultados também demonstraram que o modelo utilizado não possui ênfase no desenvolvimento subjetivo do jovem pesquisador, o que caracteriza o processo como mais técnico que formativo. Frente aos resultados obtidos e utilizando-se do referencial teórico-metodológico da Ontopsicologia, desenvolveu-se um método complementar para a Iniciação Científica, que incorpora às etapas tradicionais de Gestão do Conhecimento o desenvolvimento da subjetividade do jovem pesquisador, de modo que as atitudes sejam integradas na personalidade segundo um critério específico e com possibilidade de atualização continuada do tipo life long learning.

Link para download: Adriane M. M. Mendes