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JULIANI, Douglas Paulesky. Framework da Cultura Organizacional nas Universidades para a Inovação Social. Tese, 2015.

A ideia de inovação voltada exclusivamente para atender à competitividade do mercado tem perdido importância frente a uma outra que visa e gera mudança social: a inovação social. Esta inovação busca a resolução de problemas sociais e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. O levantamento do estado da arte realizado revela a atualidade, o amplo interesse em âmbito internacional e a carência de pesquisas sobre o tema no Brasil. Ademais, evidencia-se o fundamental papel da universidade na promoção de inovações sociais, bem como a fragilidade de estudos que investiguem a sua atuação em prol de tais inovações, em especial, que examinem aspectos da cultura organizacional destas complexas instituições que contribuem para o fenômeno. O objetivo deste trabalho é, portanto, desenvolver um framework conceitual para potencializar a inovação social nas universidades sob o enfoque da cultura organizacional. A fim de se atingir este objetivo, realizaram-se três grupos focais. As interações e a diversidade dos participantes geraram novas concepções e ideias que serviram como insumos para a elaboração do framework conceitual. De modo iterativo e evolutivo, confrontando a teoria em cada grupo focal realizado, elucidaram-se o conceito, os elementos determinantes da cultura organizacional para a inovação social e como ela pode ser trabalhada para favorecer o desenvolvimento de inovações sociais nas universidades.

 

Link para download: Douglas Paulesky Juliani

MEZZAROBA, Mariana Pessini. Requisitos para a Avaliação de Portais de Governo Eletrônico do Poder Judiciário a partir das Resoluções de Metas do CNJ. Dissertação, 2015.

A informação e o conhecimento têm se tornado fatores importantes dentro da sociedade que está cada dia mais complexa. Dessa forma, tanto governo, como cidadãos buscam se atualizar utilizando as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) como um instrumento para o acesso à informação, à justiça e a outros bens tangíveis e intangíveis. Neste contexto surge o Governo Eletrônico que é uma forma de desburocratizar os serviços públicos realizados pelas instituições e órgãos governamentais utilizando a tecnologia. Porém, ainda há muitas lacunas na oferta de informações e serviços no que diz respeito à sua disponibilização em meio eletrônico, como em portais na Internet. A presente pesquisa tem por objetivo levantar requisitos para avaliação de portais de Governo Eletrônico no Poder Judiciário, baseando-se no fato de que muitas pesquisas nessa área estão voltadas somente aos Poderes Executivo e Legislativo. A definição de requisitos para o Poder Judiciário vem ao encontro de uma lacuna encontrada através de uma revisão sistemática da literatura. A modelagem dos requisitos se dá através da elaboração de Mapas Conceituais para a representação do conhecimento das Metas e Resoluções do Conselho Nacional Justiça (CNJ) condizentes como o foco desta pesquisa. Após o levantamento dos requisitos, que são interligados com os Estágios evolutivos de Governo Eletrônico, foi desenvolvido um instrumento de avaliação e a aplicação foi realizada nos portais dos Tribunais de Justiça Estaduais, que soma 26 estados mais o Distrito Federal. A modelagem dos requisitos e a posterior transformação em instrumento para avaliação se mostrou satisfatória perante o objetivo da pesquisa podendo-se concluir que mais de 30% dos portais analisados apresentava lacunas no estágio evolutivo Informacional de Governo Eletrônico, o mais primordial dos estágios.

Link para download: Mariana Pessini Mezzaroba

PIZZOL, Leandro Dal. Uso da Web de Dados como Fonte de Informação no Processo de Inteligência Competitiva Setorial. Dissertação, 2014.

Aproximadamente oitenta por cento da informação necessária em um processo de Inteligência Competitiva (IC) pode ser obtida de fontes abertas. Porém, a falta de semântica desse tipo de fontes dificulta a dedução dos objetos e de seus relacionamentos. Essas dificuldades restringem a tarefa de recuperação de informação, fazendo da captura de conhecimento uma atividade particularmente difícil. A Web of Data avança nesse sentido ao possibilitar um espaço global de dados com conexões explicitas entre os conjuntos e com mecanismos padrão para acessar e processar os dados. Assim, este trabalho propõe alinhar o processo de IC à esta fonte de dados. Para tanto, é proposto um modelo composto por tarefas estruturadas de identificação, seleção e classificação da informação baseado em setores econômicos, que objetiva facilitar a recuperação e o uso da informação na etapa de coleta do ciclo de IC. Espera-se com isso que organizações possam explorar novas fontes de conhecimento, diminuir os esforços de coleta devido à estruturação da informação, e consequentemente, obter melhor posição estratégica. A verificação do modelo se deu pela sua aplicação no setor de Eletricidade e Gás, pela identificação dos requisitos de IC e pela coleta dos dados pertencentes ao setor escolhido.

 

Link para Download:Leandro Dal Pizzol

NAZÁRIO, Débora Cabral. CUIDA – Um Modelo de Conhecimento de Qualidade de Contexto Aplicado aos Ambientes Ubíquos Internos em Domicílios Assistidos. Tese, 2015.

O aumento da utilização de dispositivos portáteis vem gerando uma demanda de informações do ambiente e do usuário, o contexto. Contexto pode ser definido como a relação entre o texto e a situação em que ele ocorre. Em informática, o contexto é formado pelas circunstâncias as quais se utiliza um determinado dispositivo. O uso do contexto pode prover serviços mais dinâmicos e personalizados, sendo um aspecto essencial à garantia da Qualidade de Contexto (QoC), para atender a satisfação dos usuários. A QoC descreve a qualidade da informação que é usada para caracterizar o contexto. Através do levantamento de literatura, foi observada a falta de uniformização de nomenclatura e definições de parâmetros de QoC, além de diferentes formas de quantificação dos parâmetros. Estas dificuldades são refletidas nos modelos de representação, o que prejudica o entendimento e compartilhamento de informações de contexto e QoC. Neste sentido, a Engenharia do Conhecimento pode auxiliar na representação de conhecimento deste domínio, com a utilização de ontologia. Sendo assim, o objetivo desta tese foi pesquisar e desenvolver um modelo de conhecimento de qualidade de contexto, aplicado a um ambiente denominado CUIDA – Contexto Ubíquo Interno em Domicílios Assistidos. A utilização de ontologias como modelo de conhecimento é incentivada, visto que as ontologias representam conhecimento para a comunicação entre os seres humanos, primam pela estruturação, pela organização e pela integração de conhecimento. Desta forma, esta pesquisa contribuiu com um Modelo de Conhecimento de QoC para apoiar pesquisadores e desenvolvedores de computação sensível ao contexto, facilitando o entendimento e acesso aos conceitos deste domínio, permitindo sua reutilização. Com base no modelo desenvolvido foi proposta uma abordagem de avaliação de QoC aplicada a um cenário Ambient Assisted Living (AAL), chamado nesta tese de CUIDA. O objetivo foi demonstrar o uso da avaliação de QoC proposta, avaliando alguns parâmetros. Esta demonstração ocorreu inicialmente com uma prova de conceito através de simulação e em seguida com a certificação dos resultados obtidos através de um estudo experimental que utilizou um cenário real com sensores e-Health. A prova de conceito e o estudo experimental utilizaram sensores biomédicos como pressão arterial, pulso, temperatura corporal, com ênfase no monitoramento da saúde do usuário. O estudo experimental confirmou os bons resultados obtidos na prova de conceito. Foi possível demonstrar que vários casos de qualidade de contexto insuficiente podem ser detectados, assim como as prováveis causas relacionadas, gerando alertas, inclusive para possíveis problemas de saúde. Estes alertas podem com sucesso proporcionar o atendimento de um profissional de saúde de maneira diferenciada, em um tempo reduzido, essencial em casos de emergência.

Link para Download: Debora Cabral Nazario

SANTOS, Paloma Maria. Framework de Apoio à Democracia Eletrônica em Portais de Governo com Base nas Práticas de Gestão do Conhecimento. Tese, 2014.

Graças a sua capilaridade e facilidade de acesso, os portais de governo são tidos como um dos canais mais importantes para a prestação de serviços públicos e para a interação entre o governo e o cidadão. Muito além de um mero cartão de visitas ou um palanque eletrônico, um portal de governo deve permitir o exercício da cidadania e o aperfeiçoamento da democracia. Dessa forma, deve fomentar iniciativas que aumentem a participação cidadã nos debates e decisões governamentais, além de buscar a accountability na gestão pública. A Gestão do Conhecimento pode contribuir para a realização desses objetivos da democracia eletrônica. Assim, é de fundamental importância desenvolver um portal de governo que seja capaz de atendê-los. O presente estudo, de caráter aplicado, descritivo e exploratório, parte da identificação, análise e representação dos constructos-chave no domínio da democracia eletrônica, para a proposição de um framework que dê suporte a sua realização em portais de governo. A partir da explicitação das dimensões de análise, dos indicadores e das variáveis capazes de fomentar a democracia eletrônica, foi estruturado um framework que mostrou ser consistente tanto do ponto de vista teórico quanto do empírico. Sua aplicação prática revelou que os portais avaliados não estão sendo utilizados como ferramentas em prol do avanço na construção e no aperfeiçoamento da democracia, e que os processos fomentados com mais intensidade são o uso, o armazenamento e o compartilhamento de conhecimento.

 

Link para Download: Paloma Maria Santos

BUSS, Maico Oliveira. Modelo de Sistema de Conhecimento para Gestão de Listas de Espera para Cirurgias no Sistema Único de Saúde. Dissertação, 2015.

As listas de espera constituem um recurso para organizar os pacientes que aguardam um mesmo tratamento ou serviço médico cuja demanda é maior que a oferta. As listas de espera para cirurgias eletivas são uma realidade em diversos países, tendo como variações locais basicamente seu tamanho e tempo de espera. Mesmo sendo uma constante nos serviços de saúde, o problema é pouco abordado pela comunidade acadêmica e científica brasileira. O objetivo desta pesquisa é propor um modelo de engenharia do conhecimento que guie o desenvolvimento de aplicações para suporte a tomadas de decisão, aos diversos especialistas envolvidos no gerenciamento de listas de espera para tratamento cirúrgico no sistema público de saúde. O modelo propõe a utilização de um conjunto de características físicas e sociais de indivíduos que aguardam tratamento cirúrgico, como parâmetros de priorização de casos nas listas de espera. Estes parâmetros foram obtidos através da literatura e validados através de pesquisa Delphi aplicada a cirurgiões especialistas atuantes na rede pública de saúde. Como resultado da pesquisa Delphi, obteve-se a formação de um conjunto de 16 características aplicáveis como fatores de priorização para qualquer procedimento cirúrgico. Uma ontologia de domínio foi criada para especificar o vocabulário, as relações entre as classes, subclasses e agentes do domínio “listas de espera para cirurgias eletivas”. O modelo especifica como, se partindo de um procedimento cirúrgico, calcular a representatividade de cada parâmetro de priorização, através da utilização de consultas de preferência declarada e análise de seus resultados com o emprego de regressão multinomial. Para a verificação do aspecto de consistência do modelo, aplicou-se sua metodologia em um serviço de atendimento do Hospital Universitário Prof. Polydoro Hernane de São Thiago – HU UFSC. Conclui-se, portanto, que, através desta pesquisa, o modelo proposto atende as exigências necessárias para servir como base para o desenvolvimento de sistemas de conhecimento para gestão de listas de espera para cirurgias eletivas.

 

Link para download: Maico Buss

ZOTTI, Angela Iara. Engajamento de Gestores Públicos e Cidadãos Através de uma Métrica Baseada em Elementos de Gamificação. Dissertação, 2014.

As oportunidades oferecidas pelo desenvolvimento digital dos últimos anos, seja através de serviços on-line, big data, mídias sociais, aplicativos móveis, ou computação em nuvem, estão expandindo a nossa forma de olhar para o governo eletrônico, através de abordagens mais holísticas e com múltiplos envolvidos. Através da inovação em governo eletrônico, as administrações públicas em todo o mundo podem ser mais eficientes, oferecer melhores serviços e responder às exigências de uma sociedade conectada às novas tecnologias digitais. Para que isso aconteça, é preciso que todos os envolvidos, em especial, os agentes públicos, estejam preparados e dispostos a responder às demandas desses novos cidadãos. Para isso, eles precisam ser constantemente motivados e engajados através de novos modelos de processos. Nesse contexto, a gamificação, aplicação de mecanismos e dinâmicas de jogos em contextos de não jogo, vem sendo utilizada como uma forma de motivação aos profissionais que atuam no setor privado. A gamificação é apresentada nesta pesquisa como uma oportunidade de transformar tarefas maçantes e repetitivas dos processos burocráticos e hierárquicos do setor público em tarefas mais divertidas, produtivas e colaborativas. Dessa forma, esta dissertação tem como objetivo propor uma métrica de engajamento baseada em elementos de gamificação, a fim de motivar a participação de cidadãos e funcionários públicos em processos de gestão colaborativa. Para isso, desenvolveu-se uma revisão de literatura sobre governo eletrônico, gestão e engenharia do conhecimento, além do tema principal, a gamificação, para embasamento da proposta. Este trabalho apresenta também o projeto de governo 2.0, chamado mGov2, que foi desenvolvido no município de Laguna, no estado de Santa Catarina, que serviu de estudo de caso desta pesquisa. Como resultado final, esta pesquisa apresenta o método para a obtenção de uma métrica de engajamento baseada em elementos de gamificação, que possa ser aplicada em diferentes contextos, para valorizar a participação do cidadão e de gestores públicos. O Swapp-Laguna é utilizado como exemplo de aplicação para verificar a viabilidade da métrica proposta. Por fim, sugere-se, para pesquisas futuras, a continuidade de estudos sobre gamificação e a elaboração de um modelo de recompensa com mais elementos de jogos para aprimorar o processo, para motivar e engajar cidadãos e gestores públicos.

Link para download: Angela Iara Zotti

RODRIGUES, Tatiana Zacheo. As Mídias como Ferramenta de Compartilhamento de Conhecimento: Estudo de Caso em uma Startup. Dissertação, 2014.

A competitividade exige o compartilhamento do conhecimento quase em tempo real para que ocorra o aperfeiçoamento constante dos processos, agilidade na troca de informação entre colaboradores e stakeholders, capacitação dos mesmos para garantia de atendimento qualificado, entrega de serviços e produtos inovadores, entre outros fatores, que geram o sucesso de uma organização. A cooperação em rede torna-se atributo estratégico para as organizações a fim de aperfeiçoar os processos nas diversas cadeias produtivas. Nesse contexto, como apoio às necessidades das organizações, as mídias sociais são percebidas como oportunidades potenciais no compartilhamento do conhecimento, principalmente no caso das organizações que necessitam de inovação constante e vantagens competitivas como é o caso das startups. O presente trabalho, tem como objetivo geral analisar o uso das mídias sociais como ferramenta de compartilhamento de conhecimento na startup Ahgora Sistemas Ltda. A investigação por estudo de caso deu-se na startup brasileira Ahgora Sistemas Ltda, situada em Santa Catarina, Brasil. Para tanto, foi, inicialmente, realizada a pesquisa por formulário com os membros da organização. E, posteriormente, com aqueles membros que responderam utilizar a ferramenta com alta frequência ou baixa frequência foram aplicadas entrevistas semi estruturadas. Dentre os resultados, verificou-se que o compartilhamento de conhecimento acorreu com maior intensidade na forma de compartilhamento de informações e documentos. As respostas vindas da startup apresentam o envio de e-mail com documentos como a ação mais frequente, a segunda ação é o uso das mídias sociais para acesso aos documentos publicados e, em terceiro, os chats para discutir questões profissionais. O estudo mostra, ainda, que o uso das mídias sociais varia de acordo com as limitações e incentivos da organização. Foi possível confirmar que as mídias sociais possuem a capacidade de apoiar a etapa de compartilhamento do conhecimento ao gerar a comunicação livre e não hierárquica entre os colaboradores. Os colaboradores utilizam as mídias para a resolução diária de problemas sem precisar de interações presenciais. Assim sendo, pode-se concluir que as mídias sociais contribuem para o compartilhamento de conhecimento na startup, objeto do estudo.

Link para download: Tatiana Zacheo Rodrigues

WILGES, Beatriz. Um Modelo para Organização de Documentos no Contexto da Memória Organizacional. Tese, 2014.

Gerenciar e estruturar um conjunto de documentos em uma organização pode otimizar os processos de gestão, contribuindo para o seu desempenho e sucesso. Sabe-se que, apesar de haver iniciativas de gestão do conhecimento (GC), a quantidade de informações heterogêneas muitas vezes inviabiliza uma gestão produtiva. A memória organizacional (MO) fornece acesso, persistência e recuperação de dados. Assim, esta pesquisa se concentrou na definição da estrutura de um modelo de organização de documentos para a MO, o qual é apoiado por um método desenvolvido para a classificação dos documentos em múltiplas categorias com lógica fuzzy. Para avaliação deste modelo, considerou-se a estrutura de uma organização de tecnologia da informação (TI) com um conjunto de 17 categorias. Os resultados agregam valor para a organização porque permitem tratar um conjunto de informações espalhadas em diversos documentos, refinando o espaço de busca e recuperando a informação de interesse para os indivíduos que nela atuam. Além disso, o trabalho individual migra para um nível coletivo, porque se pode tratar informações de interesse comum aos grupos dentro da organização.

Link para Download: Beatriz Wilges

YAMAOKA, Eloi Juniti. Preservação de Longo Prazo de Conhecimento Codificado: Proposição de Um Framework. Tese , 2014

O contínuo aumento do volume da informação nas organizações é decorrente do crescimento das atividades desenvolvidas pela sociedade em geral e das facilidades proporcionadas pela tecnologia da informação em constante evolução. Paradoxalmente, esse rápido desenvolvimento de novas tecnologias que facilitam a criação de conteúdos ameaça a sua preservação, tornando-os tecnologicamente obsoletos em curto espaço de tempo. Nesse contexto da mutabilidade da tecnologia e do grande volume de objetos digitais, o objetivo deste trabalho é a concepção e a proposição de um framework de preservação digital de longo prazo, visando à preservação do conhecimento. Com esse propósito, recorreu-se aos fundamentos, às técnicas e às metodologias da Engenharia do Conhecimento, Gestão do Conhecimento, Arquivologia, Biblioteconomia e Computação, como o processo de avaliação desenvolvido na Arquivologia e no modelo de referência OAIS.  A validação do framework foi realizada por meio de entrevistas semiabertas a especialistas em Computação, Gestão do Conhecimento e Preservação de Documentos Digitais. Todos os especialistas consideraram o framework proposto aplicável e reconheceram a inviabilidade de guardar todo o conteúdo digital, portanto, confirmando a importância de um processo de avaliação e seleção do objeto a ser preservado. Ajustes foram introduzidos no framework com base nas sugestões apresentadas pelos entrevistados. Constatou-se que a seleção de objetos digitais visando à preservação do conhecimento poderá ser realizada com segurança se os critérios de avaliação forem claramente estabelecidos e que a preservação do conhecimento codificado em objetos digitais é possível, desde que haja o alinhamento entre o objeto e a tecnologia que possibilita o seu acesso. Consequentemente, a gestão da dependência tecnológica dos objetos digitais é parte integrante do processo de preservação digital.

Link para download: Eloi Juniti Yamaoka