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BUSS, Maico Oliveira. Modelo de Sistema de Conhecimento para Gestão de Listas de Espera para Cirurgias no Sistema Único de Saúde. Dissertação, 2015.

As listas de espera constituem um recurso para organizar os pacientes que aguardam um mesmo tratamento ou serviço médico cuja demanda é maior que a oferta. As listas de espera para cirurgias eletivas são uma realidade em diversos países, tendo como variações locais basicamente seu tamanho e tempo de espera. Mesmo sendo uma constante nos serviços de saúde, o problema é pouco abordado pela comunidade acadêmica e científica brasileira. O objetivo desta pesquisa é propor um modelo de engenharia do conhecimento que guie o desenvolvimento de aplicações para suporte a tomadas de decisão, aos diversos especialistas envolvidos no gerenciamento de listas de espera para tratamento cirúrgico no sistema público de saúde. O modelo propõe a utilização de um conjunto de características físicas e sociais de indivíduos que aguardam tratamento cirúrgico, como parâmetros de priorização de casos nas listas de espera. Estes parâmetros foram obtidos através da literatura e validados através de pesquisa Delphi aplicada a cirurgiões especialistas atuantes na rede pública de saúde. Como resultado da pesquisa Delphi, obteve-se a formação de um conjunto de 16 características aplicáveis como fatores de priorização para qualquer procedimento cirúrgico. Uma ontologia de domínio foi criada para especificar o vocabulário, as relações entre as classes, subclasses e agentes do domínio “listas de espera para cirurgias eletivas”. O modelo especifica como, se partindo de um procedimento cirúrgico, calcular a representatividade de cada parâmetro de priorização, através da utilização de consultas de preferência declarada e análise de seus resultados com o emprego de regressão multinomial. Para a verificação do aspecto de consistência do modelo, aplicou-se sua metodologia em um serviço de atendimento do Hospital Universitário Prof. Polydoro Hernane de São Thiago – HU UFSC. Conclui-se, portanto, que, através desta pesquisa, o modelo proposto atende as exigências necessárias para servir como base para o desenvolvimento de sistemas de conhecimento para gestão de listas de espera para cirurgias eletivas.

 

Link para download: Maico Buss

ZOTTI, Angela Iara. Engajamento de Gestores Públicos e Cidadãos Através de uma Métrica Baseada em Elementos de Gamificação. Dissertação, 2014.

As oportunidades oferecidas pelo desenvolvimento digital dos últimos anos, seja através de serviços on-line, big data, mídias sociais, aplicativos móveis, ou computação em nuvem, estão expandindo a nossa forma de olhar para o governo eletrônico, através de abordagens mais holísticas e com múltiplos envolvidos. Através da inovação em governo eletrônico, as administrações públicas em todo o mundo podem ser mais eficientes, oferecer melhores serviços e responder às exigências de uma sociedade conectada às novas tecnologias digitais. Para que isso aconteça, é preciso que todos os envolvidos, em especial, os agentes públicos, estejam preparados e dispostos a responder às demandas desses novos cidadãos. Para isso, eles precisam ser constantemente motivados e engajados através de novos modelos de processos. Nesse contexto, a gamificação, aplicação de mecanismos e dinâmicas de jogos em contextos de não jogo, vem sendo utilizada como uma forma de motivação aos profissionais que atuam no setor privado. A gamificação é apresentada nesta pesquisa como uma oportunidade de transformar tarefas maçantes e repetitivas dos processos burocráticos e hierárquicos do setor público em tarefas mais divertidas, produtivas e colaborativas. Dessa forma, esta dissertação tem como objetivo propor uma métrica de engajamento baseada em elementos de gamificação, a fim de motivar a participação de cidadãos e funcionários públicos em processos de gestão colaborativa. Para isso, desenvolveu-se uma revisão de literatura sobre governo eletrônico, gestão e engenharia do conhecimento, além do tema principal, a gamificação, para embasamento da proposta. Este trabalho apresenta também o projeto de governo 2.0, chamado mGov2, que foi desenvolvido no município de Laguna, no estado de Santa Catarina, que serviu de estudo de caso desta pesquisa. Como resultado final, esta pesquisa apresenta o método para a obtenção de uma métrica de engajamento baseada em elementos de gamificação, que possa ser aplicada em diferentes contextos, para valorizar a participação do cidadão e de gestores públicos. O Swapp-Laguna é utilizado como exemplo de aplicação para verificar a viabilidade da métrica proposta. Por fim, sugere-se, para pesquisas futuras, a continuidade de estudos sobre gamificação e a elaboração de um modelo de recompensa com mais elementos de jogos para aprimorar o processo, para motivar e engajar cidadãos e gestores públicos.

Link para download: Angela Iara Zotti

RODRIGUES, Tatiana Zacheo. As Mídias como Ferramenta de Compartilhamento de Conhecimento: Estudo de Caso em uma Startup. Dissertação, 2014.

A competitividade exige o compartilhamento do conhecimento quase em tempo real para que ocorra o aperfeiçoamento constante dos processos, agilidade na troca de informação entre colaboradores e stakeholders, capacitação dos mesmos para garantia de atendimento qualificado, entrega de serviços e produtos inovadores, entre outros fatores, que geram o sucesso de uma organização. A cooperação em rede torna-se atributo estratégico para as organizações a fim de aperfeiçoar os processos nas diversas cadeias produtivas. Nesse contexto, como apoio às necessidades das organizações, as mídias sociais são percebidas como oportunidades potenciais no compartilhamento do conhecimento, principalmente no caso das organizações que necessitam de inovação constante e vantagens competitivas como é o caso das startups. O presente trabalho, tem como objetivo geral analisar o uso das mídias sociais como ferramenta de compartilhamento de conhecimento na startup Ahgora Sistemas Ltda. A investigação por estudo de caso deu-se na startup brasileira Ahgora Sistemas Ltda, situada em Santa Catarina, Brasil. Para tanto, foi, inicialmente, realizada a pesquisa por formulário com os membros da organização. E, posteriormente, com aqueles membros que responderam utilizar a ferramenta com alta frequência ou baixa frequência foram aplicadas entrevistas semi estruturadas. Dentre os resultados, verificou-se que o compartilhamento de conhecimento acorreu com maior intensidade na forma de compartilhamento de informações e documentos. As respostas vindas da startup apresentam o envio de e-mail com documentos como a ação mais frequente, a segunda ação é o uso das mídias sociais para acesso aos documentos publicados e, em terceiro, os chats para discutir questões profissionais. O estudo mostra, ainda, que o uso das mídias sociais varia de acordo com as limitações e incentivos da organização. Foi possível confirmar que as mídias sociais possuem a capacidade de apoiar a etapa de compartilhamento do conhecimento ao gerar a comunicação livre e não hierárquica entre os colaboradores. Os colaboradores utilizam as mídias para a resolução diária de problemas sem precisar de interações presenciais. Assim sendo, pode-se concluir que as mídias sociais contribuem para o compartilhamento de conhecimento na startup, objeto do estudo.

Link para download: Tatiana Zacheo Rodrigues

WILGES, Beatriz. Um Modelo para Organização de Documentos no Contexto da Memória Organizacional. Tese, 2014.

Gerenciar e estruturar um conjunto de documentos em uma organização pode otimizar os processos de gestão, contribuindo para o seu desempenho e sucesso. Sabe-se que, apesar de haver iniciativas de gestão do conhecimento (GC), a quantidade de informações heterogêneas muitas vezes inviabiliza uma gestão produtiva. A memória organizacional (MO) fornece acesso, persistência e recuperação de dados. Assim, esta pesquisa se concentrou na definição da estrutura de um modelo de organização de documentos para a MO, o qual é apoiado por um método desenvolvido para a classificação dos documentos em múltiplas categorias com lógica fuzzy. Para avaliação deste modelo, considerou-se a estrutura de uma organização de tecnologia da informação (TI) com um conjunto de 17 categorias. Os resultados agregam valor para a organização porque permitem tratar um conjunto de informações espalhadas em diversos documentos, refinando o espaço de busca e recuperando a informação de interesse para os indivíduos que nela atuam. Além disso, o trabalho individual migra para um nível coletivo, porque se pode tratar informações de interesse comum aos grupos dentro da organização.

Link para Download: Beatriz Wilges

YAMAOKA, Eloi Juniti. Preservação de Longo Prazo de Conhecimento Codificado: Proposição de Um Framework. Tese , 2014

O contínuo aumento do volume da informação nas organizações é decorrente do crescimento das atividades desenvolvidas pela sociedade em geral e das facilidades proporcionadas pela tecnologia da informação em constante evolução. Paradoxalmente, esse rápido desenvolvimento de novas tecnologias que facilitam a criação de conteúdos ameaça a sua preservação, tornando-os tecnologicamente obsoletos em curto espaço de tempo. Nesse contexto da mutabilidade da tecnologia e do grande volume de objetos digitais, o objetivo deste trabalho é a concepção e a proposição de um framework de preservação digital de longo prazo, visando à preservação do conhecimento. Com esse propósito, recorreu-se aos fundamentos, às técnicas e às metodologias da Engenharia do Conhecimento, Gestão do Conhecimento, Arquivologia, Biblioteconomia e Computação, como o processo de avaliação desenvolvido na Arquivologia e no modelo de referência OAIS.  A validação do framework foi realizada por meio de entrevistas semiabertas a especialistas em Computação, Gestão do Conhecimento e Preservação de Documentos Digitais. Todos os especialistas consideraram o framework proposto aplicável e reconheceram a inviabilidade de guardar todo o conteúdo digital, portanto, confirmando a importância de um processo de avaliação e seleção do objeto a ser preservado. Ajustes foram introduzidos no framework com base nas sugestões apresentadas pelos entrevistados. Constatou-se que a seleção de objetos digitais visando à preservação do conhecimento poderá ser realizada com segurança se os critérios de avaliação forem claramente estabelecidos e que a preservação do conhecimento codificado em objetos digitais é possível, desde que haja o alinhamento entre o objeto e a tecnologia que possibilita o seu acesso. Consequentemente, a gestão da dependência tecnológica dos objetos digitais é parte integrante do processo de preservação digital.

Link para download: Eloi Juniti Yamaoka

 

CARDENAS, Yuri Gomes. Modelo de Ontologia para Representação de Jogos Digitais de Disseminação do Conhecimento. Dissertação, 2014.

Dada a grande popularidade dos jogos digitais (games), estudiosos de diversas áreas e de muitos países têm pesquisado sobre a utilização de jogos digitais em contextos de ensino-aprendizagem. Os jogos digitais são apontados como um instrumento de ensino-aprendizagem relevante, por favorecer aspectos como a motivação, a interatividade, a colaboração e a aprendizagem baseada em experiência. No mesmo sentido, empresas, instituições acadêmicas e governos têm empreendido esforços para desenvolver jogos digitais para ensino-aprendizagem, treinamento e mudança de comportamento. Considerando a complexidade e a relevância da área dos games educacionais, julga-se importante o desenvolvimento de bases de conhecimento sobre games educacionais, as quais podem promover o compartilhamento de conhecimento sobre os mesmos e a construção de repositórios de referência de iniciativas existentes. As Ontologias são um bom recurso para a modelagem de conhecimento e para a construção de bases de conhecimento. Elas são um instrumento utilizado pela Engenharia do Conhecimento para criar, organizar, formalizar, compartilhar, aplicar e refinar o conhecimento de um dado domínio. Diante disso, esta dissertação propõe um modelo de ontologia que permite representar qualquer jogo educacional digital no que se refere a seus atributos. O modelo, desenvolvido a partir da Metodologia para Desenvolvimento de Ontologias 101, utiliza como base conceitos do modelo de ontologia para adaptatividade em jogos educacionais digitais ELEKTRA e, complementarmente, inspira-se na proposta de classificação de jogos sérios G/P/S para modelar atributos que caracterizam um jogo educacional. Por fim, um exemplo de aplicação do modelo é demonstrado através da criação de uma base de conhecimento com 5 jogos educacionais digitais existentes e são demonstradas diferentes consultas à base, cujos resultados são respostas a questões de competência que definem o escopo do modelo de ontologia. Espera-se que o modelo proposto nesta dissertação contribua para o cenário de pesquisa e desenvolvimento de games educacionais tanto no âmbito acadêmico quanto no organizacional.

Link para Download: Yuri Gomes Cardenas

GUEMBAROVSKI, Ricardo Haus. Um Modelo de Referência Orientado ao Conhecimento para o Processo de Planejamento de Sistemas de Distribuição de Média Tensão. Tese, 2014.

O processo de planejamento merece destaque em qualquer circunstância da vida. No setor de energia elétrica, recursos incomensuráveis são muitas vezes desperdiçados de forma equivocada, repercutindo em severos prejuízos financeiros devido a deficiências no processo de planejamento. Além dos aspectos puramente técnicos, outras questões devem ser consideradas para aprimorar o processo de planejamento do sistema de distribuição de média tensão (SDMT). Os métodos empregados no processo de planejamento e preconizados na atualidade baseiam-se exclusivamente em modelos matemáticos e não consideram o conhecimento organizacional relacionado ao processo. A partir de uma busca sistemática e de uma pesquisa realizada com as empresas distribuidoras de energia elétrica, empregando a metodologia CommonKADS, pôde-se identificar e descrever os principais aspectos e problemas relacionados ao atual processo de planejamento. Com base na visão sistêmica e nos recursos tecnológicos da engenharia do conhecimento e nos processos da gestão do conhecimento, propõe-se um modelo de referência (MR) orientado ao conhecimento para que o processo de planejamento seja reorganizado, visando ao seu aprimoramento. O MR foi aplicado em uma empresa do setor elétrico que resultou na reorganização do processo de planejamento desta. Posteriormente, um questionário foi aplicado a especialistas para verificação do modelo e do processo reorganizado obtido, o qual apresentou muito boa aceitação. O MR proposto transcende os problemas clássicos e puramente técnicos, e nos remete a indicar de forma original a aplicação do MR e obtenção da reorganização do processo de planejamento, tendo como paradigma principal o conhecimento.

Link para Download: Ricardo Haus Guembarovski

ROSA, Aurélio José Pelozato da. O Emprego da Realidade Virtual no Treinamento Policial para o Enfrentamento de Criminosos com Ênfase nos Chamados Encontros Mortais: Uma Abordagem Baseada na Teoria Geral de Sistemas. Dissertação, 2014.

Este trabalho discorre sobre as possibilidades da realidade virtual no treinamento policial, com ênfase nos chamados encontros mortais. A formação e o treinamento de policiais militares em Santa Catarina, como todo processo educacional, está imersa em uma realidade afetada pelas tecnologias de informação e comunicação (TICs). Não obstante a velocidade da evolução das TICs e a oferta de produtos cada vez mais modernos e de alta complexidade tecnológica, que permitem reproduzir situações enfrentadas no cotidiano do exercício da profissão, a formação e o treinamento do policial militar ainda é afetada negativamente pela exclusão digital e pela dificuldade na identificação dos recursos de TICs adequados para o efetivo treinamento. Realiza uma abordagem baseada na Teoria Geral de Sistemas, propondo um sistema de ensino-aprendizagem que inclui conceitos e tecnologias da realidade virtual, alinhados a técnicas policiais testadas, como a pirâmide de emprego da força, somadas às experiências vividas pelos profissionais responsáveis pela preservação da ordem pública. O sistema resultante permite exercícios de aprendizagem em ambientes virtuais controlados, imerso em um mundo virtual que possibilita simular situações enfrentadas pelos policiais militares, durante o atendimento de ocorrências de alto e altíssimo risco, indicando a possível redução do número de policiais militares mortos em confrontos com criminosos, os encontros mortais, mesmo diante da crescente violência dos criminosos e do progressivo aumento da criminalidade.

Link para Download: Aurélio José Pelozato da Rosa

MACEDO, Douglas Dyllon Jeronimo de. Um Modelo Distribuído de Armazenamento Hierárquico de Conhecimento Médico. Tese, 2014.

O advento da disseminação e consolidação dos sistemas computacionais, como ferramentas de apoio aos mais variados tipos de negócios, criou uma dependência dos usuários em geral, em armazenar mais e mais seus dados. Atualmente é inquestionável a necessidade de registros anteriores de transações dos usuários em sistemas operacionais. Esta necessidade vai, por exemplo, desde a recuperação de um e-mail de anos anteriores, passando por registros de transações bancárias legadas, indo até prontuários eletrônicos. Com esta crescente demanda de armazenamento de dados, informações e conhecimento, para os mais variados nichos da Indústria e da Ciência em geral, criou um interessante espaço para pesquisa e desenvolvimento de formas alternativas para a persistência de longo prazo em sistemas computacionais. Na área médica, esta premissa é ainda mais verdadeira, pois todos os dias, centenas de milhares de pacientes ao redor do mundo, realizam exames médicos baseados em imagens, buscando auxílio para o diagnóstico dos mais variados tipos de doenças. As formas de persistência de dados que atualmente são utilizadas na área médica, em sua grande maioria, se apoiam no paradigma relacional, que geralmente suportam os sistemas de informação ou conhecimento que estão nos hospitais e clínicas médicas. Neste sentido, esta tese propôs um novo modelo de armazenamento para sistemas médicos baseados em imagens. Este modelo foi concebido a partir de um paradigma hierárquico, seguindo o padrão para imagens médicas internacionalmente reconhecido (DICOM), o que além de representar os dados de uma forma mais natural, simplifica o processo de busca e recuperação. Ao final dos experimentos e das etapas de análises dos resultados, o modelo proposto mostrou ter um desempenho mais eficiente no geral, se comparado ao modelo atual, utilizando bancos de dados relacionais.

Link para Download: Douglas Dyllon Jeronimo de Macedo

COSTA, Luciano Antonio. Sistema de Conhecimento para Apoio e Gestão de Recursos de Programas de Governo em Municípios. Dissertação, 2013.

Os investimentos previstos em programas do Governo Federal são fontes importantes de recursos para o município realizar novas obras e melhorias, porém para que o benefício ao cidadão se materialize são necessárias várias etapas desde a formulação e envio da proposta, passando pela seleção, análise, homologação, autorização, execução, medição, até o pagamento e a prestação de contas. Há dificuldades durante todo o processo, como o desconhecimento do programa, a falta de capacitação e a alternância de gestores e técnicos durante a execução. Esta dissertação busca, através da abordagem da Teoria Geral de Sistemas, propor uma plataforma de governo eletrônico que apoie o município na obtenção e aplicação dos recursos provenientes de um programa do Governo Federal. A discussão apresenta uma visão sistêmica da plataforma, buscando o entendimento das relações que permeiam o ambiente e suas contribuições para a construção da democracia. Após a análise sistêmica, um protótipo da plataforma foi construído e verificado para demonstrar a aplicação. Os resultados obtidos indicaram que a proposta pode permitir a manutenção e disseminação do conhecimento necessário para o município.

Link para Download: Luciano Antonio Costa